domingo, 27 de maio de 2012
DeScolado
Primeiro de uma nova linhagem Citroën, DS3 é tão divertido quanto um Mini Cooper e custa menos: a partir de R$ 79.900, com motor 1.6 turbo
Hatchback, coupé, moderninho, nostálgico. São muito os adjetivos que podem ser dados ao DS3, o primeiro da família DS, nova leva de luxo e arrojo da Citroën. Se por um lado o estilo sedutor pode ser o grande mote de compra, por outro, o carro leva consigo o estigma de chegar quase dois anos atrasado ao Brasil – seu lançamento estava programado para 2010, mas foi cancelado duas vezes por razões não muito bem explicadas... Sob o capô, o motor 1.6 turbo de 165 cv (cavalos) assegura uma direção no mínimo divertida. Atributos que tornam este descolado de R$ 79.900, um concorrente direto (e mais em conta) do Mini Cooper.
A originalidade é o que melhor define o desenho deste compacto de 3,95 metros de comprimento. A começar pelas barbatanas de tubarão na coluna B lateral, que se evidencia sobre a pintura diferenciada do teto. Luzes diurnas em LEDs complementam o belo conjunto frontal, semelhante ao do C3, compacto com o qual o DS3 compartilha a plataforma e a alma (o primeiro não é oferecido em carroceria duas portas). A esportividade é assinalada na traseira por um aerofólio com break-light e dupla saída de escape.
A cor branca Blanc Banquise, moda entre modelos de luxo no Brasil, é acompanhada por outras sete opções: Rouge Aden (vermelha) e Jaune Pégase (amarela), além das metalizadas Noir Obsidien (preta), Gris Aluminium (prata), Gris Shark (cinza), Bleu Belle-île (azul) e Rouge Erythrée (vermelha). Pode-se optar também entre quatro cores para os centros das rodas: preta, amarela, vermelha e branca.
O painel foi construído de forma que a parte superior dê a noção que seja flutuante, exatamente como o teto. A horizontalidade do conjunto é reforçada por uma faixa que percorre a peça, de lado a lado. Três indicadores cônicos, um volante de diâmetro reduzido (363mm), assentos baixos e envolventes constroem um cockpit, confirmando o lado endiabrado do DS3.
A sua cara
Para acentuar ainda mais seu lado descolado, o DS3 entra na onda do próprio Mini Cooper, os Fiat 500 e novo Uno, ao propor diferentes temas de personalização. Adesivos de teto representam modos de vida e tendências. Eles configuram, através de leves toques, a carroceria e o espaço interno. São eles: Plane, Onde, Map, Tribe, e as faixas Natural, French Touch e Furtif.
O porta-malas é tão pequeno quanto no Mini. Nele, cabem somente 280 litros de bagagem, capacidade que pode subir para 980 litros com os bancos traseiros rebatidos.
A segurança está presente por meio de seis airbags, ajuda à frenagem de emergência (AFU), freios ABS, repartidor eletrônico de frenagem (REF), e até mesmo fixações Isofix para cadeirinhas no banco traseiro, embora o espaço próprio para dois ocupantes de no máximo 1,70 m de altura não seja apropriado como numa minivan...
E que motor...
O motor é o 1.6 16v THP (traduzindo do inglês, turbo de alta pressão) construído em parceria com a BMW, adotado em modelos como o crossover 3008, aliando a vantagem de um quatro cilindros com o turbo compressor. São 165 cv e torque de 24,5 kgfm a 1.400 rpm, reforçados pelo sistema Overboost (o mesmo do Fiat Bravo T-Jet). Ativado a partir da terceira marcha, ele aumenta temporariamente a pressão do turbo, elevando a dose de adrenalina. O câmbio manual de seis marchas é outro convite à diversão.
A garantia é de três anos e as revisões a cada 10 mil quilômetros, ressalta uma marca com fama de careira, tem preço fixo.
“O DS3 é a melhor síntese entre comportamento dinâmico, conforto e exclusividade de seu segmento. Um carro equilibrado, com reações suaves, que oferece grande prazer ao dirigir”, explica o diretor de produto da Citroën, Jeremie Martinez.
“Mas é importante ressaltar que este carro é um legítimo Citroën. Desta forma, o acerto privilegia, em primeiro lugar, o conforto, e, depois, a esportividade”,
Pascal Le Therisien, responsável pela Syntese Clientèle da marca.
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Aguçando os sentidos
Além do desenho e escolha de materiais e revestimentos, o DS3 comporta um sistema de som para aguçar os sentidos de quem está a bordo. O rádio é CD MP3 com comandos satélites no volante, seis alto falantes, entrada USB e Jack. O de áudio é compatível com os arquivos mp3/WMA, e conta com um kit viva voz bluetooth.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Símbolo suavizado
Ausente por dois anos, Chrysler 300C retorna em segunda geração mais elegante, equipada com novo motor 3.6 V6 e câmbio automático de oito velocidades
Fotos: Pedro Bicudo/Divulgação
O estilo bonachão do 300C sempre foi o grande chamariz do sedã grande, mas isso parece ter sido amenizado na segunda geração do carro, um dos símbolos da Chrysler. Produzido em Ontário, Canadá, ele retorna ao mercado brasileiro após um hiato de dois anos, totalmente reformulado por dentro e por fora, trazendo sob o capô um novo 3.6 V6 Pentastar 35 cv (cavalos) mais potente que o antecessor, aliado a um moderníssimo câmbio automático de oito velocidades, ao preço de R$ 179.900 na região Sudeste do país. Sinal de que os tempos da marca – agora controlada pelo grupo Fiat – são outros...
Suavizado por um lado, o 300C manteve as proporções bem imponentes da carroçaria por outro. Faróis são bixenônio adaptativos, com LEDs em forma de C. A grade de sete lâminas cromadas remete ao novo logotipo (e fase) da Chrysler. O para-brisa foi inclinado para trás em 7,5 cm, tudo em nome da aerodinâmica, enquanto a visibilidade cresceu 15% com a adoção de colunas dianteiras mais finas. Visto de lado, o sedã exibe rodas aro 18 de alumínio. A traseira conserva a classe das lanternas verticais com um toque de esportividade no pequeno defletor da tampa do porta-malas e as duas ponteiras ovais do escapamento.
O habitáculo, além de couro natural perfurado, apresenta acabamento sensivelmente superior. No painel, dezenas de apliques prateados dividem espaço com a bela iluminação azul-safira da instrumentação. O conjunto é completado por uma tela multimídia de 8,4 polegadas no console central. Sensível ao toque, ela integra o sistema Uconnect Touch – compatível com CD, DVD e MP3 – e o navegador da marca Garmin. O áudio é ecoado pelo potente sistema da Alpine, com amplificador de 506 W e dez alto-falantes, já incluindo um subwoofer.
A conectividade está presente por vários meios. Qualquer dispositivo com tecnologia Bluetooth pode ser pareado pelo sistema de comunicação Uconnect, que oferece comandos de voz. A entrada USB permite controle de aparelhos como iPod, iPhone e iPad. O 300C oferece ainda entrada auxiliar analógica.
Entre os equipamentos de série, segurança é referência. A lista inclui oito airbags, controle eletrônico de estabilidade (ESC), freios a disco nas quatro com rodas com ABS e monitoramento da pressão dos pneus.
286 cv
Aplicado em outros membros da pole Chrysler – como o Jeep Wrangler –, o novo motor 3.6 V6 feito de alumínio ostenta 24 válvulas controladas por dois comandos variáveis na admissão e escape. Tecnologia suficiente para gerar 286 cv de potência, 37 cv a mais que o antigo 3.5 V6. Mas a maior troca veio na transmissão: no lugar da automática de cinco marchas, entra em cena o câmbio E-Shift de oito marchas, produzido pela ZF, prometendo mudanças tão imperceptíveis quanto um câmbio CVT. O aumento no número de marchas também otimizou a economia de combustível, garante a Chrysler (veja a ficha técnica).
O silêncio ao rodar é reforçado pela suspensão independente nas quatro rodas com dispositivo nivelador. A configuração é de dois braços em “A” na frente e de cinco braços (five-link) atrás. Outro fator importante é a distribuição de peso: 52% sobre o eixo dianteiro e 48% no traseiro, responsável pela tração. Um 300C mais “leve” do que nunca.
Ficha técnica
Chrysler 300C 2012
Motor – Seis cilindros em V, 3.604 cm³, a gasolina, com 24 válvulas; potência de 286 cv a 6.350 rpm; torque de 34,7 kgfm a 4.650 rpm
Transmissão – Automática, de oito velocidades
Aceleração até 100 km/h – n/d
Máxima – n/d
Direção – Assistência hidráulica
Dimensões – 5,04 metros de comprimento; 1,90m de largura; 1,48m de altura
Porta-malas – Capacidade para 462 litros de bagagem
Consumo médio – 8,1 km/l (urbano) e 13,2 km/l (rodoviário), ambos avaliados pela Chrysler nos EUA
Requisitos de combustível – gasolina comum sem chumbo, 87 octanas
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Preços distintos:
Para as regiões sul e os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, o 300 C custa R$ 179.900. No Espírito Santo e nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o valor cai para R$ 176.298.
Principais equipamentos de série:
Airbags frontais, laterais dianteiros, traseiros tipo cortina e suplementares laterais, montados nos bancos dianteiros
Ar-condicionado automático de duas zonas de temperatura
Áudio premium com nove alto-falantes, incluindo subwoofer e amplificador de 506 Watts
Bancos dianteiros elétricos, ajuste lombar e apoios de cabeça ativos
Bancos de couro, dianteiros com ventilação e aquecimento
Bancos traseiros com aquecimento
Computador de bordo com tela LCD de 3,5 polegadas
Controles de áudio no volante
Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC)
Faróis bixenônio adaptativos com LEDs diurnos
Freios ABS
Monitoramento da pressão dos pneus
Persiana traseira com acionamento elétrico
Piloto automático
Porta-copos climatizados
Rádio CD MP3 integrado à tela LCD de 8,4 polegadas, navegador e bluetooth
Retrovisores externos com luzes de direção integradas, rebatíveis eletricamente, aquecidos, memorizados e antiofuscantes
Sensor de chuva
Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro
Sistema de entrada e partida sem chaves Enter’N GO
Teto solar panorâmico
Volante aquecido
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Brazil Classics Show’2012 terá exposições sobre Ferdinand Porsche e Jeep
Criado entre um grupo de amigos colecionadores, o Brasil Classics Show – realizado a cada dois anos – chega à 20ª edição entre 6 de 9 de junho, no Grande Hotel de Araxá, com a expectativa de receber pelo menos 300 automóveis antigos e clássicos. Entre eles está um dos raros exemplares do Rolls Royce Phantom V, além de um Alfa Romeo 1900 SS Super Sprint e um Giulia 1600S Sprint Speciale. Duas homenagens prometem dar um tom especial à programação.
Fãs da Porsche poderão ver uma exposição sobre Ferdinand Porsche, projetista do 911 – principal modelo da marca alemã –, enquanto os 70 anos do Jeep serão comemorados com a aparição de diferentes utilitários que narram a trajetória do veículo, criado nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial.
O encontro organizado pelo Veteran Car Club de Minas Gerais mantém o leilão, que está no 15° ano. Na última edição, em 2010, foram a leilão 65 veículos. Do total, 36 foram arrematados, movimentando R$ 2,5 milhão. A programação inclui ainda passeio pelas ruas de Araxá, palestras, mercado de pulgas (peças e acessórios), exposição de artistas plásticos e a premiação aos automóveis e colecionadores que mais se destacaram durante o evento.
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Confira a programação do encontro:
Quarta-Feira (6/6)
9h – Credenciamento e colocação dos automóveis no pátio
20h – Coquetel de Boas-Vindas
Quinta-Feira (7/6)
8h - Credenciamento e colocação dos automóveis no pátio
16h – Assembéia da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA) e palestras técnicas no cinema do Grande Hotel
18h – Abertura oficial
22h – Apresentação beneficente
Sexta-Feira (8/6)
Manhã - Passeio de automóveis antigos por Araxá
17h – Happy Hour De Mulher Para Mulher com stand up comedy
19h – Leilão de automóveis antigos
Sábado (9/6)
09h30 – Alvorada com coral e café da manhã na pérgula da piscina do Grande Hotel
(exclusivo para hóspedes)
Tarde – livre
19h – Festa de premiação
22h – Coquetel de encerramento
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Pajero Dakar de entrada traz câmbio automático por R$ 135.990
Após lançar nova versão de entrada do Pajero Dakar equipada com câmbio manual e cinco lugares, a Mitsubishi passa a oferecê-la também com transmissão automática de quatro velocidades ao preço de R$ 135.990 – diferença superior de R$ 6 mil. Comparada à opção a topo de linha HPE, ela se diferencia externamente pelo retrovisores, maçanetas, frisos e molduras dos faróis de neblina na cor preta. As rodas são aro 17, calçadas em pneus 265/65.
Airbags e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) vêm de série. Sob o capô manteve-se o motor 3.3 turbodiesel de 170 cv (cavalos) de potência e 35 kgfm de torque. A tração 4x4 atua em três modos distintos: 4x2, somente tração traseira, recomendado para uso urbano e em rodovias; 4x4, para trechos de baixa aderência; e 4x4 reduzida, ideal para situações onde toda a força do veículo é exigida.
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Discovery 4 e Range Rover Sport agora vem com câmbio de oito velocidades
A Land Rover adere à utilização de câmbios de oito velocidades – difundidos por marcas alemãs como Audi e Mercedes-Benz – com a chegada da nova transmissão ZF 8HP70 nos utilitários-esportivos Discovery 4 e Range Rover Sport. Aliada ao motor 3.0 SDV6 turbo-diesel mais potente, agora com 256 cv (cavalos), o sistema traz relação de marchas mais ampla e própria para diferentes situações. Novos sistemas de som e entretenimento foram adicionados. Além disso, o Discovery 4 passa a ter capacidade para sete passageiros em todas as versões e o Range Rover Sport ganhou nova abertura elétrica do porta-malas.
Em vez de uma alavanca, o câmbio agora é operado por um botão seletor de marchas giratório, como nos Range Rover Evoque e Vogue. As trocas também podem ser feitas por meio de borboletas instaladas na parte de trás do volante. E para não confundir, o comando giratório do sistema Terrain Response foi substituído por um novo controle, agora acionado por botões.
O Sistema de Detecção do Modo de Condução supervisiona de forma constante o comportamento do veículo e do condutor para otimizar a resposta do câmbio a cada estilo de condução. Ele também trabalha de forma a evitar mudanças de marcha não desejadas quando deparamos com um percurso repleto de curvas.
A transmissão também atua de forma inteligente em outras situações: se registar uma temperatura elevada, uma mudança mais curta é automaticamente selecionada, aumentando as rotações do motor e do compressor do sistema de ar condicionado para resfriar o interior do veículo. Caso a temperatura ambiente seja baixa, o motor funciona a rotações mais elevadas para diminuir o tempo de aquecimento e as emissões de CO2.
“A nova transmissão de 8 velocidades é o complemento ideal para o nosso motor 3.0 Bi-Turbo Diesel SDV6. As novas relações, aliadas à capacidade de realizar várias mudanças de uma só vez, permitem que o motor trabalhe sempre na zona mais eficiente de seu desempenho”, afirma o Engenheiro-chefe da Land Rover, Paul Walker.
Motor adequado ao Proconve L6
Para receber o novo câmbio, o motor 3.0 SDV6 foi ajustado para ganhar mais potência, consumir menos combustível e reduzir os índices de emissões de CO2. O propulsor passou de 245 para 256 cavalos de potência, mantendo 600 Nm de torque a 2.000 rpm. A diferença de potência se deve a um um novo sistema de turbo-compressores paralelos sequenciais e um sistema de injeção common rail de terceira geração. A aceleração até 100 km/h ocorre em 8,9 segundos no Range Rover Sport. Os filtros de partículas diesel (DPF) também mudaram, para atender à nova fase Proconve L6 que regula os índices de emissões dos veículos movidos à Diesel no Brasil.
Outras boas novidades estão nos sistemas de som e entretenimento. As versões de entrada vem com oito alto-falantes Premium Harman Kardon e tela a cores que substitui a anterior, com conexão Bluetooth, DAB e USB/iPod. Nas versões topo de linha, os Land Rover Discovery 4 e Range Rover Sport contam com sistemas de som de 11 ou até 17 alto-falantes, com potência que pode atingir os 825W. O Sistema de Entretenimento dos Bancos Traseiros (RSE) adiciona unidade DVD na parte frontal do equipamento de som que permite introduzir o disco no interior do habitáculo. Este sistema substitui o anterior carregador de seis DVDs cujo acesso à disqueteira era feito pelo porta-malas.
Função Homelink
O sistema incorpora ainda uma nova característica que simplifica a volta para casa quando se tem portões de garagem com abertura por meio de comando à distância. A opção Homelink trabalha conjuntamente com a Assistência de Faróis de Longo Alcance memorizando a frequência de praticamente todos os comandos à distância utilizados para abrir e fechar portões ou garagens. Para isso, basta pressionar um botão.
Land Rover Discovery 4
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ZF
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Evento leva experiência da Renault aos alunos da PUC Minas
A teoria abre passagem para a prática no Renault Experience. Parte do eixo Educar do Instituto Renault, o projeto voltado à difusão de experiência no mercado de trabalho trará executivos da marca pela primeira vez à uma universidade mineira: a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) campus Coração Eucarístico, entre 28 de maio e 1° de junho.
Durante o clico de palestras e workshops, os estudantes poderão mergulhar no Case Duster - os bastidores do desenvolvimento e comercialização do primeiro utilitário-esportivo da Renault vendido no Brasil, além de abordar o trabalho em diferentes áreas do fabricante, como design, engenharia e produção, integrados com as áreas administrativas e vendas.
“O Renault Experience é um evento multidisciplinar que envolve alunos de diversas áreas do conhecimento como Engenharia, Design, Administração, Marketing e Comunicação. O projeto já levou para mais de 17 mil estudantes universitários de todo o Brasil um pouco da realidade do mercado de trabalho e o fascinante mundo da indústria automobilística”, afirma o Vice-Presidente do Instituto Renault, Antonio Calcagnotto.
Duster 360º
A interatividade é outra marca do evento. Os universitários poderão, por exemplo, participar do concurso Duster 360º e conhecer o Complexo Ayrton Senna em São Jose dos Pinhais (PR), onde é produzido o Renault Duster, ter os cursos de Direção Off Road e Direção Preventiva, outro eixo de atuação do Instituto Renault e almoçar no Projeto Social Borda Viva apoiado pelo mesmo. Para participar, basta responder a um questionário e criar uma frase criativa. Aqueles que criarem a melhor frase serão selecionados para a imersão de um dia na fábrica.
Desde a primeira edição, em agosto de 2009, o Renault Experiente já passou pela PUC-Campinas, ESPM de Porto Alegre (RS), Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), Universidade Presbiteriana Mackenzie, PUC-SP, PUC-Rio, UFRGS (Universidade Federal Rio Grande do Sul), Unifor (Universidade de Fotaleza) e, agora chega à PUC Minas.
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Programação do Renault Experiente
Quando: de 28 de maio a 1° de junho
Onde: PUC Minas – Av. Dom José Gaspar, 500, Coração Eucarístico, Belo Horizonte (MG)
Palestras: de 8h às 11h30 e 19h às 22h30 no Teatro Tuca (prédio 30)
Worshops: de 29 a 31 de maio
Mais informações: www.facebook.com/RenaultExperience
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Esportividade sob medida
Primeiro cupê de quatro portas da BMW, Série 6 Gran Coupe alia empolgante dirigibilidade a espaço interno generoso, para cinco. Vendas no Brasil serão iniciadas somente em 2013
Por Fernando Calmon
fscalmon@gmail.com
Palermo (Itália) - A ideia de construir um cupê de quatro portas nasceu com o Mercedes-Benz CLS, em 2004. O modelo com perfil típico e linhas instigantes não chegou a explodir em preferências, mas ajudou o Classe E, do qual se deriva e se soma nas estatísticas de vendas. O segundo automóvel nessa configuração foi o Porsche Panamera, em 2009. No mesmo ano foi lançado o Audi A5 Sportback, que não se encaixa exatamente no conceito de cupê de quatro portas. O A7, de 2010, aproxima-se mais. Agora, a BMW lança o Série 6 Gran Coupe, de estilo harmonioso e inédito na sua gama, para explorar um nicho do qual não podia ficar de fora, como líder mundial entre as marcas premium.
O carro mede exatos 5 metros de comprimento e apenas 1,39 metro de altura. Seu capô longo, curvatura do teto à moda Hofmeister e janelas laterais traseiras que avançam sobre a coluna C formam um conjunto agradável e sem exageros. Antena traseira semelhante à barbatana de tubarão é coisa do passado nos novos BMW, deixando o teto totalmente limpo. Bem interessante é a carreira de LEDs que formam a terceira luz de freio, de extremidade a outra no alto do vigia traseiro, ótima solução de forma e função.
Distância entre-eixos de 2,97 metros (11,3 cm mais que no cupê Série 6) explica o espaço interno bastante generoso para quatro passageiros, inclusive para pernas no banco traseiro. A fábrica o classifica como 4+1 lugares porque o descansa-braço do banco de trás pode ser rebatido para um quinto passageiro. Nesse caso, entretanto, só alguém de estatura baixa e por trajetos curtos se submeteria ao desconforto do túnel alto no assoalho.
Equipamentos a bordo formam uma vasta lista, desde regulagens elétricas dos bancos e da coluna de direção com memórias, ao ar-condicionado de duas zonas de temperatura, passando pelo sistema de som Bang & Olufsen (opcional). Outros mimos: projeção colorida de informações no para-brisa, assistência para estacionar, câmeras de visão externa total, controlador de velocidade de cruzeiro com função para-e-anda, assistente de controle de farol alto e sistema de visão noturna que identifica pedestres a distância, entre outros.
O Série 6 Gran Coupe oferece dois motores a gasolina e um a diesel. No 640i, seis-em-linha biturbo de 3 litros/320 cv, de 5.800 a 6.000 rpm e 45,9 kgfm, de 1.300 a 4.500 rpm. No 650i surge, no último trimestre desse ano, o V-8 biturbo de nova geração, 4,4 litros/450 cv a 5.500 rpm e nada menos de 66,5 kgfm entre 2.000 e 4.500 rpm. O 640d também é seis-em-linha, de 3 litros/313 cv a 4.400 rpm e torque enorme de 64,2 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm. Caixa de câmbio automática tem oito marchas, do tipo epicicloidal e conversor de torque com bloqueios. Será oferecido, ainda, sistema de tração 4x4, no 650i xDrive.
Outras características incluem modo econômico Eco Pro e sistemas desliga-liga o motor quando em marcha lenta e de recuperação da energia de frenagem a fim de conter o consumo de combustível. Construção em alumínio de portas, capô, além de tampa do porta-malas em compósitos de fibra de vidro, ajudam a manter a massa total em 1.750 kg (1.790 kg, diesel) e também a economizar combustível.
Ao volante
O circuito nos arredores de Palermo, capital da ilha da Sicília, extremo sul da Itália, foi escolhido para avaliar o Gran Cupê em várias situações de uso. Apesar do teto baixo, acesso ao interior é bom, inclusive ao banco traseiro. Couro claro de alta qualidade, materiais agradáveis ao tato e perfeição do acabamento são típicos da marca. As opções de ajuste do banco e volante se transformam em convite para a motorista desfrutar ao máximo a sua experiência de guiar, em razão do posicionamento perfeito.
Direção com assistência elétrica é precisa e rápida para um carro desse porte. Suspensões permitem guiar rápido e sem sustos, possibilitando selecionar entre modos de conforto e esporte. Se a escolha for pelo segundo, terá real comprometimento do conforto em troca de condução veloz e segura, ainda melhor com alavanca do câmbio também na opção esporte e uso das paletas de troca de marcha atrás do volante.
O desempenho das versões é bem próximo, apesar da enorme diferença de torque do diesel, concentrada em uma faixa de rotação relativamente estreita. De acordo com o fabricante, ambos os motores aceleram de 0 a 100 km/h em 5,4 s. Já de 0 a 1.000 metros, o motor a gasolina leva 25 s, mais lento apenas 0,3 s que o a diesel. A sonoridade dos dois motores empolga. Mas, apesar do baixo nível de vibração da versão a diesel, há uma pequena diferença de aspereza sentida no volante, em favor da gasolina, quando se acelera de verdade.
O jornalista viajou a convite da BMW
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