segunda-feira, 29 de março de 2010

Mercedes-Benz produzirá veículos comerciais em Juiz de Fora a partir de 2011


Mais uma chance foi dada à fábrica da Mercedes-Benz de Juiz de Fora (região da zona da mata mineira). Veículos comerciais, como a Sprinter, começam a ser produzidos na planta a partir de 2011, em conjunto com a unidade de São Bernardo do Campo (SP), que terá sua capacidade ampliada para 75 mil unidades por ano até 2012. A decisão pode decretar o final de vida da atual geração do cupê CLC, produzido no Brasil para todo o mundo, no próximo ano.

Pressão estadual
O anúncio ocorreu 72 horas depois que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, determinou um prazo para que a Mercedes-Benz se pronunciasse sobre o futuro da fábrica. Considerada ociosa desde o término da produção do Classe A, em 2004, com 5 mil unidades fabricadas (ante uma previsão anual de 60 mil), a planta sempre montou automóveis sem produzir uma única peça. Para a produção de caminhões, chassis de ônibus e vans deverá haver novas contratações - hoje 864 pessoas trabalham na instalação.


Post atualizado às 08h08 de 30/03/2010

Keko lança kit Trail para o Ka por R$ 1.180


A fabricante de acessórios Keko oferece o novo kit de estilo fora-de-estrada Trail para o Ka. Composto de plástico protetores para os para-choques, bagageiro e adesivos laterais, pode-ser adquirido em qualquer concessionária Ford. Preço: R$ 1.180.

Ford vende Volvo para a chinesa Geely por US$ 1,8 bilhão

A Ford anunciou a venda da Volvo para a chinesa Geely por US$ 1,8 bilhão, valor bem inferior aos US$ 6,5 bilhões negociados pela compra da marca sueca em 1999. Os projetos em desenvolvimento serão mantidos e uma nova fábrica, com produção de 300 mil carros, será erguida na China. A intenção é tornar aquele mercado o segundo maior consumidor de veículos da Volvo. O negócio também determina o fim do grupo de marcas de luxo da Ford, que já incluiu Aston Marin, Jaguar e Land Rover.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Na ponta do lápis - Prisma 1.0 Maxx agrega equipamentos, mas espaço interno é limitado


Quanto menos equipado e mais barato, melhor será o volume nas vendas. A “fórmula” faz referência ao mercado brasileiro, onde os 1.0 são a opção de entrada. Desde março do ano passado a Chevrolet oferece o Prisma, até então somente 1.4, com o motor de menor cilindrada. A versão Maxx, avaliada por Motorgerais, traz mais alguns itens de série que a básica Joy para quem não dispensa um mínimo de conforto, por R$ 30.243.

No estilo, o sedã derivado do Celta se mantém praticamente intacto desde outubro de 2006, quando foi lançado. Grade dianteira com inserto cromado, maçanetas das portas na cor do veículo, rodas de aço de 14 polegadas e brake-light sob o vidro traseiro identificam a versão. A traseira, com grandes lanternas, é inspirada no Vectra.


O painel feito em única peça e sem espaço para airbags assinala a simplicidade do interior, aceitável pelo acabamento de tecido nas portas e detalhes prateados nas saídas de ar, manopla do câmbio e instrumentação. No entanto, não há regulagem de altura para o banco do motorista e volante, deslocado para a esquerda por causa da roda, fatores que prejudicam a ergonomia. O espaço interno reduzido, agravado pela carroceria construída sobre a plataforma do primeiro Corsa nacional, de 1994, contradiz com a boa capacidade do porta-malas, de até 829 litros com o banco traseiro rebatido.


Ágil na cidade
Para se adequar ao controle de emissões de poluentes do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), a recalibragem na injeção eletrônica entregou alguns cavalos a mais no propulsor 1.0 VHCE, mas manteve o comportamento apropriado ao trânsito urbano. As três primeiras relações de marchas são mais curtas, fazendo o giro subir rapidamente a até 4.000 rpm. Para ir de zero a 100 km/h, são necessários 14,3 segundos, número que tende a piorar com o ar-condicionado (opcional) ligado e o porta-malas cheio. Freios ABS não são oferecidos nem como opcionais.


A estabilidade é um dos maiores pontos fracos. Não há comunicação correta entre rodas e o volante e a carroceria ameaça desgrudar as rodas traseiras nas curvas, restringindo qualquer intenção de condução esportiva. Mesmo dentre limitações, a versão tem proposta honesta, oferecendo algo a mais que o veterano Classic e o suficiente para brigar com Fiat Siena, Ford Fiesta, Renault Logan e Volkswagen Voyage em suas versões de entrada.


FICHA TÉCNICA
Chevrolet Prisma 1.0 Maxx

MOTOR - Quatro cilindros em linha, oito válvulas, flexível em combustível (álcool ou etanol); potência de 77/78 cv a 6.400 rpm; torque de 9,5/9,7 kgfm a 5.200 rpm
TRANSMISSÃO - Manual, de cinco velocidades
DIREÇÃO - Assistência hidráulica
SUSPENSÃO – Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos; Traseira semi-independente por eixo de torção, com molas helicoidais progressivas do tipo barril, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora
FREIOS - A disco na dianteira e a tambor na traseira
RODAS/PNEUS - aro 14; 175/65
DIMENSÕES – 4,12 metros de comprimento; 1,64 m de largura; 1,46 m de altura; distância entre eixos de 2,44
PESO/PORTA-MALAS - 921 kg; capacidade para 439 litros de bagagem
CONSUMO – 9,2 km/l (etanol) e 13,7 km/l (gasolina) na cidade e 12,12 km/l (E) e 17,5 km/l (G) na estrada

EQUIPAMENTOS

Série - Ar quente, brake-light, chave com comandos de abertura e travamento das portas, direção hidráulica, desembaçador do vidro traseiro, retrovisores com ajuste manual, protetor de cárter, travamento automático das portas a 15 km/h e vidros verdes

Opcionais - Ar-condicionado, alarme, pintura metálica, vidros e travas elétricos

GOSTAMOS
- Desempenho
- Câmbio

NÃO GOSTAMOS
- Espaço interno
- Estabilidade

PREÇO: R$ 30.243

quarta-feira, 24 de março de 2010

Exclusivo: Projeto NCS também aposenta o Bora em 2011


Nem mesmo os executivos da Volkswagen escondem que o projeto NCS (New Compact Sedan), adiantado como cupê conceito no Salão de Detroit, substituirá o Jetta, nos EUA e no Brasil, em 2011. Um deles, porém, confirmou a Motorgerais que o futuro sedã médio também irá aposentar o Bora no próximo ano. O modelo derivado da quarta geração do Golf é vendido no país há 10 anos e se mantém por oferecer preço mais convidativo que o do Jetta: custa de R$ 55.147, com câmbio manual, a R$ 59.230, automático, ante os R$ 79.890 do sedã maior. Ambos são produzidos no México.

"Vendemos cerca de cinco mil Bora por ano, mas esse modelo tem vida curta", comentou o executivo do fabricante. Em 2009 a Volkswagen comercializou quase a mesma quantidade de Jetta sedã no Brasil.


Conceito NCC foi apresentado no último Salão de Detroit

Accord 2.0 EX, mais equipado, substitui LX e mantém preço


Mais equipada, a versão 2.0 EX substitui a LX na linha 2010 do Accord. O acabamento é o mesmo da versão topo de linha V6, exceto pelas rodas de liga leve aro 16, ponteira única de escapamento, ausência de luzes de direção nos retrovisores, teto-solar e faróis de xenônio. O pacote de equipamentos, no entanto, inclui ar-condicionado com controle automático e duas zonas, bancos de couro com ajuste elétrico nos dianteiros, rádio que armazena seis CD´s e painel com mostrador de temperatura externa.


O motor permanece sendo o 2.0 16v de 156 cv (cavalos) e torque de 19 kgfm, assim como o câmbio automático de cinco velocidades. No quesito segurança, o 2.0 traz somente airbags frontais, enquanto o V6 adiciona bolsas laterais, de cortina e controle de estabilidade. O preço foi mantido: R$ 99.800 (o V6 EX custa R$ 144.500).


 

General Motors investirá R$ 1,4 bilhão para a produção de dois novos modelos até 2012

Dois novos carros até 2012 fazem parte de um anúncio de R$ 1,4 bilhão feito pela General Motors nesta semana. O investimento será para a modernização e ampliação das fábricas de São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes, estado de São Paulo. Um dos modelos será o sedã médio Cruze e o outro poderá ser o crossover Orlando (acima), feito na mesma plataforma e cujo nome já foi registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). "A definição deste novo plano insere-se na nossa estratégia de longo prazo de investimentos totais de R$ 5 bilhões, no período de 2008 a 2012", comentou o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila.

Post atualizado às 21h51