quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Correta manutenção do motor pode facilitar retífica


Grande parte dos motoristas sabe que o motor é o principal componente do veículo, seja de um automóvel, caminhão, ônibus ou máquina agrícola. O que nem todos sabem é que alguns cuidados simples ajudam a manter a vida útil do propulsor, o que pode reduzir os custos de troca de peças em caso de retífica. “Quando o motorista faz a manutenção adequadamente, seleciona o combustível e utiliza bom lubrificante e filtros, acaba gerando maior durabilidade ao motor do veículo”, explica o presidente do Conselho Nacional de Retíficas de Motores (Conarem), José Arnaldo Laguna.

O custo é variável. Mas segundo Laguna, retificar o motor pode ser mais econômico do que comprar um remanufaturado ou novo. Isso porque, muitas vezes, consegue-se aproveitar peças de maior valor do motor, como comando de válvulas, jogo de bielas, bloco, cabeçote e bomba de óleo. O Conarem estima que o valor de reparo de um motor de caminhão seja o equivalente a 20% do valor de um propulsor novo.

Levar o veículo em uma retífica especializada e de confiança é a garantia para a realização de um bom serviço. O diagnóstico é norteado pela norma NBR 13023 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “São procedimentos necessários para identificar o que deve ser reparado”, acrescenta Laguna. O serviço inclui a retirada do motor do veículo, esgotamento do óleo usado, desmontagem técnica, limpeza química das peças e levantamento de todos os componentes que devem ser reaproveitados, usinados ou substituídos.

“Por meio de um processo de desmontagem do motor e limpeza química, o profissional consegue diagnosticar quais são os componentes que podem ser reaproveitados sem interferência de usinagem”, diz o presidente da entidade.

Algumas peças terão que ser substituídas obrigatoriamente como pistões, anéis e bronzinas, enquanto molas de válvulas poderão ser reaproveitadas e outras, como guia, sede de válvula, camisa de cilindro, biela e virabrequim, terão que ser usinadas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Kia Picanto em falta nas concessionárias


A oferta internacional parece continuar travando o volume de importações da Kia. Lançado em agosto do ano passado no Brasil, o subcompacto Picanto está em falta nas concessionárias. Nem mesmo unidades de test-drive estão disponíveis para os clientes que desejam conhecê-lo. A previsão é de que o modelo – equipado com motor 1.0 três cilindros de 80 cv (cavalos) e farta lista de equipamentos de série – reapareça na primeira quinzena de março. Quando o carro chegar, o consumidor terá que lidar ainda com os preços pós-IPI, reajustados para R$ 41.900 na versão com câmbio manual, e R$ 46.900, na automática. Salgado aumento de R$ 7 mil em relação ao preço de lançamento.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Preferência exportada


Primeiro veio o Fiat 147 Pick-up, em 1979. Depois, Ford Pampa, Volkswagen Saveiro e Chevrolet Chevy 500. Com o passar dos anos, o que surgiu como uma simples adaptação de um hatchback para o transporte de pequenas mercadorias se tornou num segmento de forte identificação com o mercado nacional. Cada vez mais equipadas – e, principalmente, maiores na capacidade da caçamba – as picapes pequenas brasileiras aos poucos ganham o mundo.

Da Argentina à Europa, elas aparecem como opções competitivas frente ao domínio de picapes médias e grandes. Caso da Chevrolet Montana. No México, ela é o menor modelo de uma linha composta ainda por Colorado, Silverado, Cheyenne e a gigante Avalanche. Sob a denominação Tornado, a Montana nacional é ofertada em três pacotes de acabamento a partir de 172.800 pesos, todos equipados com motor 1.8. Saveiro, Ford Courier e Peugeot Hoggar, por sua vez, figuram em concessionárias de diferentes países da América Latina.


A Fiat Strada, por sua vez, voltou a ser exportada para a Europa. Em sua segunda reestilização no Velho Continente, o modelo 2012 produzido em Betim estréia com motor 1.3 16v Multijet diesel de 95 cv (cavalos). E diferente de antes, toda a linha passou a ser oferecida, o que inclui as versões Working, Trekking e Adventure com cabine simples, estendida ou dupla. Uma gama variada que, de acordo com a Fiat, procura atender desde profissionais que procuram um veículo puramente comercial, como para uso misto ou só para lazer. Exatamente como no Brasil.


[saiba mais]:
Raras exceções
Apesar de bem aceitas no Brasil, as picapes pequenas não são uma exclusividade do país. Na Romênia, a Dacia produziu por muitos anos modelos de cabine simples e dupla da série 1300, derivados do Renault 12. Eles foram substituídos em 2008 pelo Logan Pick-up – cujo desenvolvimento por aqui foi engavetado por conta do design controverso.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Hilux e SW4 estreiam motor 2.7 flex


Como programado desde a reestilização aplicada ano passado, a Toyota passa a oferecer na picape Hilux e no utilitário-esportivo SW4 o motor 2.7 16v flex, com potência de 158/163 cv (cavalos) e torque de 25 kgfm. Desenvolvido especificamente para o mercado brasileiro, o propulsor é oferecido nas versões SR 4x2 e SRV 4x4 da picape, ambas equipadas com câmbio automático, por R$ 88.730 e R$ 103.420, respectivamente. Na SW4 ele vem na versão SR 4x2, dotada do mesmo tipo de transmissão, ao preço de R$ 114.150.

Amarok Automática
Enquanto isso a Volkswagen prepara o lançamento da aguardada versão automática, de oito marchas, da Amarok. Lançada em maio de 2010, a picape argentina vai ganhar a nova opção somente em março, mas segundo os concessionários o preço já foi definido. Será de R$ 129.900. Pela diferença de R$ 4.410 em relação à versão Highline, o modelo também terá o motor 2.0 TDI na configuração de 180 cv e torque de 42,8 kgfm. Ou seja, 17 cv e 2,1 kgfm de torque a mais.

Veloster entrega potência bem menor em dinamômetro


Nova polêmica envolvendo a Hyundai-Caoa e o recém lançado Veloster. Depois de publicações questionarem a verdadeira potência do motor do coupé de três portas, a Revista FullPower acompanhou o teste em dinamômetro do modelo original de um leitor. E o resultado obtido foi uma potência bem menor que a divulgada pela marca coreana. “Após três medições, o rendimento da novidade da Hyundai foi de 121 cv a 6.000 rpm e 15,9 kgfm de torque a 4.500 rpm. Não é a toa que ele já recebeu apelidos como Molóster, Slowster, entre outros” diz a matéria.

No lançamento do Veloster, a Hyundai-Caoa negou que tenha anunciado a importação do modelo equipado com motor 1.6 GDI – de injeção direta de combustível e 140 cv –, embora o tenha divulgado num programa de TV. A marca também andou dizendo que essa era a verdadeira potência do coupé, embora o motor 1.6 Dohc 16v, utilizado no Brasil, gere 130 cv em demais mercados. Para piorar, no site da Hyundai-Caoa aparecem todas as especificações do carro, exceto dados do motor 1.6.

Clientes já podem conhecer e reservar o Audi Q3


O lançamento só vai ser em maio, mas a Audi já convida clientes a ir nas concessionárias conhecer e reservar a compra do Q3. Lançado há pouco meses na Europa, o utilitário-esportivo fabricado em Martorell, Espanha, virá em duas versões de potência, ambas equipadas com motor 2.0 turbo FSI. A de 170 cv será ofertada pela primeira vez no Brasil, abaixo da opção de 211 cv, já conhecida do A4, A5, Q5 e dos esportivos TT coupé e roadster.

Herdando o design da marca das quatro argolas, o Q3 tem 4,39 metros de comprimento, 1,60 m de altura e porta-malas com capacidade para 460 litros de bagagem. Sua lista tecnológica inclui interface Audi Music Interface (AMI), que integra tocadores de mídia portáteis e mídias USB ao sistema de entretenimento do veículo (Infotainment ou MMI), e o Audi Side Assist. O sistema utiliza um radar para ajudar o motorista a mudar de pista em velocidade superior a 30 km/hora.

Chevrolet retira Corsa sedan e Astra de site

Discretamente, a Chevrolet deixou de exibir no seu site as linhas Corsa sedan e Astra. Embora a marca da gravata tenha encerrado a produção dos modelos ainda no ano passado, eles continuavam aparecendo como fantasmas na web. Os próximos Chevrolet a morrer serão o Corsa hatch, em abril, e a dupla Meriva e Zafira, em junho. As minivans serão substituídas numa só tacada pelo Spin, novo modelo de cinco ou sete lugares construído sobre a plataforma do Cobalt.