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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Peugeot lança 308 turbo no Brasil


Depois dos Peugeot RCZ, 3008, 408, 508 e 308 CC, o motor 1.6 THP (traduzindo, turbo de alta pressão) estreia no hatchback argentino 308. Oferecido unicamente na versão topo de linha Felipe com câmbio automático sequencial de seis marchas e potência de 165 cv (cavalos), o modelo será oferecido em três opções de cores: branco banquise, cinza alumínio e vermelho luc.


De série, vem equipado com rodas de liga leve aro 17 escurecidas, volante de couro e navegador Vip Nav. As vendas começam logo após o Salão do Automóvel de São Paulo, ainda sem preço confirmado. Desde que o 308 foi lançado no Brasil em março, mais de 7.517 unidades foram vendidas.



terça-feira, 12 de junho de 2012

Esportivo, mas só na casca


Versão Sporting estreia no Bravo com alterações que se resumem à detalhes estéticos

Amplamente utilizada pela Fiat para denominar suas versões esportivas mais acessíveis, a denominação Sporting agora chega ao hatchback médio Bravo. Como no Uno, Palio, Strada, Punto e Idea, ela manteve o motor das demais versões, o que contradiz a idéia de um possível desempenho superior sugerida pelo visual. Posicionada entre as opções Essence e Absolute, a nova versão oferece câmbio manual ou automatizado Dualogic, a partir de R$ 58.140.

A grade frontal preto brilhante com contorno vermelho é o primeiro detalhe estético diferente. De perfil, aparecem boa parte das demais: rodas de liga leve aro 17, faixas decorativas, spoiler e sailas laterais. Teto-solar, logo Sporting nas soleiras das portas dianteiras e a suspensão rebaixada como no Bravo T-Jet – este sim, um autêntico esportivo – completam o conjunto externo.


Por dentro, o Bravo Sporting exibe volante e alavanca do câmbio com costura na cor vermelha, bancos com tecido do tipo Kirk e costura prata, maçanetas internas em preto brilhante e capa para as chaves personalizadas. Nas unidades equipadas com o câmbio Dualogic, também há borboletas atrás do volante.

A transmissão, a propósito, evoluiu muito mais que o estilo. Apresentada recentemente na linha 2013 do Bravo, como item de série da versão Absolute, a caixa Dualogic Plus eliminou os trancos a cada mudança. Além disso, duas novas funções foram adicionadas.


A Creeping se encarrega de mover o carro automaticamente sem que o motorista pressione o pedal do acelerador, como nos modelos automáticos. O sistema, aponta a Fiat, facilita manobras de estacionamento e arrancadas em pequenas rampas. Já o Auto-Up Shift Abort é capaz de identificar o momento certo de uma retomada de velocidade e abortar, se for o caso, a troca para uma marcha superior, mantendo a rotação do motor mais elevada, disponibilizando o máximo de torque e potência. São quatro as opções de cores, todas sólidas: branco, amarelo, preto e vermelho.


Comparativo de desempenho

Bravo 1.8 16v Essence
Peso: 1.340kg
Potência: 130 cv a 5.250 rpm (gasolina) e 132 cv a 5.250 rpm (etanol)
Torque: 18,4 kgfm a 4.500 rpm (gasolina) e 18,9 kgfm a 4.500 rpm (etanol)
Aceleração até 100 km/h - 9,9s (abastecido com etanol) a 10,3s (gasolina)
Máxima: 191 km/h (gasolina) a 193 km/h (etanol)

Bravo 1.8 16v Sporting
Peso: 1.367kg
Potência: 130 cv a 5.250 rpm (gasolina) e 132 cv a 5.250 rpm (etanol)
Torque: 18,4 kgfm a 4.500 rpm (gasolina) e 18,9 kgfm a 4.500 rpm (etanol)
Aceleração até 100 km/h - 9,9s (etanol) a 10,3s (gasolina)
Máxima: 191 km/h (gasolina) a 193 km/h (etanol)

Bravo 1.4 16v T-Jet
Peso: 1.370kg
Potência: 152 cv a 5.500 rpm (gasolina)
Torque: 21,1 kgfm de 2.250 a 4.500 rpm (gasolina) e 23,0 kgfm a 3.000 rpm (gasolina) na função Overbooster
Aceleração até 100 km/h - 8,7s
Máxima: 206 km/h


[saiba mais]
Versões e preços do Fiat Bravo:

1.8 16v Essence - R$ 53.140
1.8 16v Essence Dualogic - R$ 55.600
1.8 16v Sporting - R$ 58.140
1.8 16v Sporting Dualogic - R$ 60.600
1.8 16v Absolute Dualogic - R$ 62.140
1.4 16v T-Jet - R$ 66.280

Fonte: Dados fornecidos pelo fabricante

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Preço também importa


Audi A4 chega à linha 2013 com leves alterações de estilo e mais em conta na versão Ambiente, por R$ 149.700

Carro mais popular da Audi em todo o mundo – com mais de 10 milhões de unidades vendidas, incluindo aí o modelo 80 –, o A4 chega à linha 2013 reestilizado e com novos equipamentos, o que não representou aumento de preço. Pelo contrário. Para enquadrar o sedã alemão ao novo Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), a marca das quatro argolas agora o oferece em nova versão de entrada com preço mais em conta: a Ambiente, por R$ 149.700.

A dianteira do A4 2013 é destacada pelos vincos do capô mais acentuados. Pintada em cinza escuro, a grade frontal possui moldura cromada. No para-choque, as entradas de ar estão maiores e mais pronunciadas. Os faróis de neblina agora vem em formato retangular e ficaram mais eficientes, segundo a Audi. É nos faróis, entretanto, que estão boa parte das mudanças: além do corte na base, as luzes xênon de série e diurnas passaram a ter quadro LEDs com condutores de iluminação feitos por polímeros especiais. Eles formam uma luz continua e desenho ainda mais visível que os 18 LEDs dos faróis da versão anterior, com a vantagem de consumir menos energia. As rodas de série são aro 17 com pneus 225/50.

Na traseira as lanternas também tem novo desenho com LEDs e o para-choque, duplo escape. A dimensão é a mesma, com 4,70 m de comprimento, 2,81 m de distância entreeixos e 1,83 m de largura.


O interior, de assoalho e painel preto, com apliques em alumínio, ostenta novos volante de couro, controles de ar-condicionado e manopla de câmbio. São quatro as combinações de cores para os bancos, revestimento das portas e forro de teto. No console central, os comandos multimídia foram atualizados para ficar mais simples e intuitivos de usar. Opcionalmente o A4 2013 pode vir com o sistema MMI (Multi Mídia Interface), navegador e comando de voz ativo (o veículo interage via voz com o condutor). O porta-malas manteve a capacidade para 480 litros de bagagem.


De sérieA direção passa a ter assistência elétrica, o que representa economia de 0,3 litros de gasolina a cada 100 quilômetros rodados, ressalta a Audi. A lista de equipamentos de série da versão Ambiente inclui airbags laterais dianteiros e de cabeça, bancos dianteiros com ajustes elétricos, freio de estacionamento eletromecânico, rádio CD MP3 Symphony, Audi Music Interface, Bluetooth, piloto automático, sensores de luz, chuva e de estacionamento (traseiro), e teto solar.


Diferentes potências
O motor é o 2.0 TSFI quatro cilindros, com turbocompressor, injeção direta de combustível e 180 cv (cavalos), aliado ao câmbio automático Multitronic que oferece opções de trocas manuais de oito marchas. Na versão Ambition – prevista para chegar ao Brasil em julho – o propulsor é o mesmo, porém com potência de 211 cv, e o câmbio, automático sequencial de dupla embreagem S-Tronic, de sete velocidades. A tração quattro de série é outro mimo do sedã topo de linha. O A4 Ambiente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos e atinge velocidade máxima de 226 km/h.

Para aprimorar o conforto a bordo, o A4 2013 recebeu ainda uma recalibragem nos braços da suspensão traseira e nos amortecedores. A maioria dos componentes da suspensão é de alumínio. Na dianteira é utilizado o sistema multilink, com cinco braços, enquanto na traseira é trapezoidal, com uma estrutura suspensa em quatro pontos e as mangas de eixo na parte inferior, ligada aos amortecedores.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Honesto, Tiida Sedan 2013 chega com... novas rodas de liga-leve?!


Não bastasse o fato de ser considerado o patinho feio do segmento dos sedãs médios, o Tiida Sedan continua sem grandes mudanças após a chegada do Versa – apontado como seu sucessor. Ao lançar a linha 2013, a Nissan parece não estar preocupada com essa imagem: o modelo oferece como única novidade rodas de liga-leve aro 15 de série e aro 16 opcionais (por R$ 600). Está certo que as rodas deram uma repaginada no estilo quadradão, mas o farto pacote de equipamentos de série continua sendo o maior atrativo do três volumes, sugerido a partir de R$ 45.590.

Entre seus mimos estão airbags frontais, alarme, ar-condicionado, computador de bordo, direção com assistência elétrica, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é um eficiente 1.8 16v aliado a um câmbio manual de seis velocidades e a garantia de três anos, claro, serve como outro bom argumento de vendas.

quarta-feira, 21 de março de 2012

JAC J5 chega bem equipado por R$ 53.800


Ar-condicionado digital, airbag duplo, freios ABS, rádio CD MP3, rodas de alumínio aro 16, trio elétrico e seis anos de garantia. Tudo num sedã médio por R$ 53.800. Esses são os atrativos da chinesa JAC no J6. Apresentado terça-feira na Bahia, o modelo chega ao mercado brasileiro com porte de Chevrolet Cruze (4,59m), entreeixos de Peugeot 408 (2,71m), mas vai brigar em preço com Ford New Fiesta Sedã e Honda City. O estilo segue fielmente as já linhas conhecidas dos compactos J3 e J3 Turin e na minivan J6, primeiros JAC lançados em um ano de operação da marca no Brasil.

No interior, o J5 se destaca pelo painel com acabamento apurado e amplo espaço para as pernas no banco traseiro, mas falta computador de bordo. O motor, diferentemente dos 1.6 ou 1.8 usados pela concorrência, é um 1.5 dotado de 16 válvulas e comando variável (VVT). Desenvolvido pela empresa austríaca AVL, o bloco gera potência de 125 cv (cavalos) e torque de 15,5 kgfm a 4.000 rpm e ainda não é flex – a tecnologia virá em 2013.


A lista de opcionais é formada por apenas três itens: bancos de couro (R$ 1.600), pintura metálica (R$ 1.290) e rodas aro 17 (R$ 1.390). Sérgio Habib, chefão da JAC no país, espera comercializar de 800 a 1.000 unidades do modelo por mês.



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Novo Civic mantém identidade, com aprimoramentos


À venda em janeiro, o novo Civic parece não ter mudado muito. Mas mudou. O sedã japonês chega à sua nona geração reformulado por completo – o que inclui um design que mantém as bem sucedidas linhas dinâmicas do modelo de 2006, com nova traseira e mais espaço para bagagens no porta-malas. Em três versões (LXS, LXL e EXS), o conteúdo também cresceu e agora inclui o botão Econ, que favorece uma condução econômica, teto-solar e airbags laterais a partir da versão intermediária. A versão inicial com câmbio manual parte de R$ 69.700, aumento de 3,5% em relação ao preço do Civic anterior.

Visto de frente, o Civic aparenta maior robustez. O capô ganhou vincos marcantes, enquanto a grade cromada, dividida por barras - como no City - foi projetada para frente. O perfil aerodinâmico com teto em forma de arco permaneceu, mas sem o vigia na coluna A. Ao invés dele, agora há um elemento que simula a presença de um quebra-vento nas portas dianteiras. Na traseira, as lanternas receberam formato triangular e avançam sob a tampa do porta-malas, a exemplo do Accord.

Nas dimensões, o Honda também cresceu. O comprimento passou de 4,48 m para 4,52 m. As rodas aro 16 tem desenhos diferentes para as versões – na LXS e LXL, são na cor prata; na EXS, tem acabamento diamantado.

Ponto muito criticado na geração anterior, o porta-malas passou para 449 litros, acréscimo de 109 litros obtido por meio da nova curvatura da tampa traseira e a diminuição do estepe, temporário. Outra boa evolução de capacidade está no tanque de combustível, que cresceu de 50 para 57 litros.



Interfaces distintas
O novo painel, como por fora, mantém o formato anterior em novas linhas. Na parte superior, um mostrador digital agrega velocímetro, medidor de nível de combustível e de consumo instantâneo. Abaixo, em um plano mais próximo ao motorista, os botões de ajuste do relógio e da intensidade de luz foram acrescidos, junto ao conta-giros analógico, indicador de marchas (AT), entre outros alertas. No console central estão o controle do ar-condicionado digital, agora presente em todas as versões, e a central multimídia. Nas versões LXS e LXL, o i-MID é a interface do sistema. Na EXS, o módulo de controle conta com um própria tela touch screen de 6,5 polegadas.



Dois detalhes do sistema de rádio são novos. A visualização de todas as informações é feita pelo display digital unificado i-MID, e pode ser controlado por botões no volante. Todos os vidros elétricos passam a vir com a função one-touch, de um toque para que a janela desça ou suba. O novo teto-solar anti-esmagamento da versão EXS é acionado por meio de botão elétrico próximo às luzes de leitura. A abertura e o fechamento podem ser feitos à distância com o controle remoto a chave.

Elasticidade
O motor é o mesmo 1.8 flex de 139/140 cv (cavalos) e torque de 17,5 kgfm/17,7 kgfm, abastecido com gasolina e etanol, na ordem, com ganhos em elasticidade – toque alto a partir de baixas rotações. Dutos de admissão mudaram para melhorar a combustão, enquanto o motor de partida ficou mais leve, menor e mais potente (de 1,2 KW para 1,4 KW).

Todas as versões podem vir com câmbio automático de cinco velocidades. A transmissão também recebeu alterações, como aumento da capacidade do conversor de torque e redução do atrito do pacote de embreagem, outro ponto muito reclamado por proprietários do carro.



São seis opções de cores, incluindo o novo cinza iridium metálico: branco tafetá, cinza paladium metálico, dourado poente metálico, prata global metálico e preto cristal perolizado. A garantia é de três anos.


[saiba mais]
Preços do novo Civic:

LXS MT Flex - R$ 69.700
LXS AT Flex - R$ 72.900
LXL MT Flex - R$ 72.700
LXL AT Flex - R$ 75.900
EXS AT Flex - R$ 85.900

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

NOVO CERATO



MERCADO - Poucos dias depois de revelar o incomum Soul ao país, a Kia apresenta a segunda geração do sedã Cerato. Com desenho um tanto inspirado no "irmão maior" Magentis, ele estréia em três versões -duas com câmbio manual e uma automática, todas com motor 1.6 16v de 126 cavalos. O primeiro lote inclui 707 unidades importadas da Coréia do Sul. Em alguns mercados, como o australiano, o médio também é vendido com o nome Forte.

Por R$ 49.900, a versão de entrada traz airbag duplo, direção hidráulica, retrovisores elétricos com luz de seta integrada, computador de bordo, rádio CD MP3 com entrada USB e conexão iPod, controle remoto do rádio no volante, rodas de liga leve aro 15, e ar condicionado manual. A opção intermediária (R$ 52.900) adiciona rodas de liga leve aro 16, farois de neblina, freios ABS, ar condicionado automático, volante e alavanca de câmbio revestidos de couro. O topo de linha (R$ 57.900) se diferencia apenas pela transmissão automática. (B.F.)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

i30

PROMESSA COREANA - Já à venda no país, o Hyundai i30 só foi apresentado à imprensa nesta terça-feira, em Campinas (SP). São cinco as versões disponíveis, todas dotadas de motor 2.0 16 válvulas de 145 cavalos a 6000 rpm, sendo que somente uma têm câmbio automático (esta só chegará às lojas nas próximas semanas). Entre os equipamentos de série há airbag duplo, freios ABS, rádio CD MP3 e sensor de estacionamento. A marca espera que o carro médio registre o sucesso de vendas do utilitário-esportivo Tucson. Preços: de R$ 53 a 72 mil.

Outra novidades da marca é o Tucson nacional, já produzido na planta de Anápolis (GO) e que deve começar a ser vendido até novembro. O preço será menor do que o importado e a partir de 2010 ele será feito somente no Brasil. Para o Primeiro Mundo a Hyundai prepara o lançamento do iX35 -que aliás, também deverá ser brasileiro, mas numa faixa de preço superior. (B.F.)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

VECTRA GT



ASTRÃO REMIXADO - Enquanto a Opel divulga as primeiras imagens do novo Astra na Europa, por aqui andamos na terceira geração e com o nome Vectra (de um modelo maior). Como o sedã, o hatch GT recebeu nova grade, capô, faróis e pára-choque dianteiro. Por dentro o painel estréia grafismo de cor branca na instrumentação. Atrás? Só mudou o logotipo! A estas modificações, a General Motors do Brasil atribui o termo Remix. Avaliamos a (boa?) nova para o Jornal da Cidade e a impressão que se tem é que, além das mudanças citadas acima, o carro continua o mesmo de sempre. Exceto também por mais alguns cavalos no motor 2.0 flex -que agora gera 133/140 cv e continua "beberrão". Ponto positivo para o acabamento, dirigibilidade e desempenho. Ponto negativo para o escasso espaço no banco traseiro, ausência do terceiro encosto de cabeça e comando satélite do rádio na coluna de direção - pormenores que não deveriam estar ausentes num carro de R$ 55.042. (B.F.)










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