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terça-feira, 30 de outubro de 2012

12 novidades do Salão’2012


Peugeot 208 será brasileiro no ano que vem


Renault Clio remodelado com itens de personalização


Segunda geração do sedã grande Malibu aparece no estande da Chevrolet


Honda expõe Civic Si coupé, com motor 2.0 16v


Twist é a nova versão com rouparem fora-de-estrada do Honda Fit


Na Hyundai, eis o novo i30


Outro destaque da marca coreana é o novo SantaFé


A Lexus trouxe o L460L, seu novo topo de linha


Renault Fluence Z.E. é movido totalmente por eletricidade...


...assim como o microcar Twizy Z.E., que leva apenas um passageiro


Volkswagen Passat CC passa a se chamar apenas CC, após plástica


Show-car Volkswagen Up GT! Adianta como será o Up nacional em 2014

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Novo Civic mantém identidade, com aprimoramentos


À venda em janeiro, o novo Civic parece não ter mudado muito. Mas mudou. O sedã japonês chega à sua nona geração reformulado por completo – o que inclui um design que mantém as bem sucedidas linhas dinâmicas do modelo de 2006, com nova traseira e mais espaço para bagagens no porta-malas. Em três versões (LXS, LXL e EXS), o conteúdo também cresceu e agora inclui o botão Econ, que favorece uma condução econômica, teto-solar e airbags laterais a partir da versão intermediária. A versão inicial com câmbio manual parte de R$ 69.700, aumento de 3,5% em relação ao preço do Civic anterior.

Visto de frente, o Civic aparenta maior robustez. O capô ganhou vincos marcantes, enquanto a grade cromada, dividida por barras - como no City - foi projetada para frente. O perfil aerodinâmico com teto em forma de arco permaneceu, mas sem o vigia na coluna A. Ao invés dele, agora há um elemento que simula a presença de um quebra-vento nas portas dianteiras. Na traseira, as lanternas receberam formato triangular e avançam sob a tampa do porta-malas, a exemplo do Accord.

Nas dimensões, o Honda também cresceu. O comprimento passou de 4,48 m para 4,52 m. As rodas aro 16 tem desenhos diferentes para as versões – na LXS e LXL, são na cor prata; na EXS, tem acabamento diamantado.

Ponto muito criticado na geração anterior, o porta-malas passou para 449 litros, acréscimo de 109 litros obtido por meio da nova curvatura da tampa traseira e a diminuição do estepe, temporário. Outra boa evolução de capacidade está no tanque de combustível, que cresceu de 50 para 57 litros.



Interfaces distintas
O novo painel, como por fora, mantém o formato anterior em novas linhas. Na parte superior, um mostrador digital agrega velocímetro, medidor de nível de combustível e de consumo instantâneo. Abaixo, em um plano mais próximo ao motorista, os botões de ajuste do relógio e da intensidade de luz foram acrescidos, junto ao conta-giros analógico, indicador de marchas (AT), entre outros alertas. No console central estão o controle do ar-condicionado digital, agora presente em todas as versões, e a central multimídia. Nas versões LXS e LXL, o i-MID é a interface do sistema. Na EXS, o módulo de controle conta com um própria tela touch screen de 6,5 polegadas.



Dois detalhes do sistema de rádio são novos. A visualização de todas as informações é feita pelo display digital unificado i-MID, e pode ser controlado por botões no volante. Todos os vidros elétricos passam a vir com a função one-touch, de um toque para que a janela desça ou suba. O novo teto-solar anti-esmagamento da versão EXS é acionado por meio de botão elétrico próximo às luzes de leitura. A abertura e o fechamento podem ser feitos à distância com o controle remoto a chave.

Elasticidade
O motor é o mesmo 1.8 flex de 139/140 cv (cavalos) e torque de 17,5 kgfm/17,7 kgfm, abastecido com gasolina e etanol, na ordem, com ganhos em elasticidade – toque alto a partir de baixas rotações. Dutos de admissão mudaram para melhorar a combustão, enquanto o motor de partida ficou mais leve, menor e mais potente (de 1,2 KW para 1,4 KW).

Todas as versões podem vir com câmbio automático de cinco velocidades. A transmissão também recebeu alterações, como aumento da capacidade do conversor de torque e redução do atrito do pacote de embreagem, outro ponto muito reclamado por proprietários do carro.



São seis opções de cores, incluindo o novo cinza iridium metálico: branco tafetá, cinza paladium metálico, dourado poente metálico, prata global metálico e preto cristal perolizado. A garantia é de três anos.


[saiba mais]
Preços do novo Civic:

LXS MT Flex - R$ 69.700
LXS AT Flex - R$ 72.900
LXL MT Flex - R$ 72.700
LXL AT Flex - R$ 75.900
EXS AT Flex - R$ 85.900

quarta-feira, 31 de março de 2010

Civic brasileiro "custa" nove vezes mais que o dos EUA

Nove vezes mais. É o que "custa" um Honda Civix LXS automático fabricado no Brasil quando comparado ao modelo norte-americano. O levantamento feito pelo site Fast Driver aponta que, enquanto nos EUA o carro custa pouco mais de US$ 19 mil, em solo tupiniquim vale o equivalente a US$ 39 mil. O custo de produção brasileiro é menor, já que nossa mão de obra é mais barata, mas considerando o salário médio, gastamos 1.380 dias (ou quase quatro anos) para quita-lo. Nos EUA, o período cai para 155 dias.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Honda diz que recall de airbags não afeta Brasil


Em meio a um escândalo mundial envolvendo a Toyota (e que cujos problemas podem estar ocorrendo no país), a Honda emitiu comunicado informando que o recall anunciado no exterior em julho de 2009 para Accord, CR-V e Civic não é aplicado aos carros vendidos no Brasil. O fabricante explica que, enquanto os modelos comercializados no mercado nacional tem airbag de estágio simples, os atingidos pelo recall mundial tem especificações de duplo estágio, cuja bolsa pode ser acionada com maior ou menor intensidade, dependendo do acidente.

Aumento na produção
O esclarecimento sobre o recall também surge no momento em que o fabricante anuncia melhorias na linha de montagem da fábrica de Sumaré (SP), onde desde o ano passado estão sendo produzidos painéis, pára-choques e pequenas peças plásticas. Desde 1997, quando foi inaugurada, a planta que produz Fit, City e Civic num mix de produção de 40%, 30% e 30%, na ordem, acumula investimentos de US$ 750 milhões. Com um novo aumento na produção de 650 para 680 carros por dia, a meta é atingir US$ 1 bilhão até o final de 2011. Em 2009, a fábrica produziu 137 mil carros.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Honda relança versão LXL, intermediária, para o Civic



Como que numa resposta quase imediata à chegada do Toyota Corolla GLi, a Honda volta a oferecer a versão LXL no Civic, descontinuada na geração que saiu de linha em 2006. Intermediária entre a LXS e a EXS, ela adiciona à opção inicial controle de rádio no volante, abertura do porta-malas a distância, retrovisores com luzes de direção e rodas de alumínio aro 16 com novo desenho. Dotada de câmbio automático, a versão traz ainda comandos para trocas de marcha no volante. Os bancos podem ser de tecido ou de couro. O motor 1.8 16 flex de 138/140 cv com gasolina e álcool, foi mantido. Outra novidade é a direção com assistência elétrica, antes restrita ao esportivo Si, presente em todas as versões. Preços iniciais: R$ 66.405 (manual) e R$ 71.540 (automático), na ordem.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Chegada do City faz vendas do Civic caírem



Linea, Mégane, Sentra e Vectra. Estes são alguns exemplos de sedãs médios que apostam num bom preço e conteúdo para desbancar as vendas do Civic. Mesmo atrativos, eles não conseguiram. Entretanto, um próprio sedã da Honda está, aos poucos, alcançando o objetivo. Trata-se do compacto City, lançado em setembro e que, em pouco mais de três meses de mercado, já fez as vendas do médio cair. Nos 15 primeiros dias de novembro foram vendidos 1.360 City contra 1.218 Civic em todo o país, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional das Distribuidoras de Veículos Automotores).

Os preços do City, oferecido apenas com motor 1.5, começam em R$ 57.420. Já os do Civic, somente 1.8, estão a partir de R$ 65.745, embora seja possível encontrar unidades com preços promocionais, de até R$ 61 mil. Enquanto é canibalizado pelo próprio "irmão", o Civic já perdeu a liderança de vendas no segmento dos médios para outro japonês: o Corolla. No mesmo período de novembro, o modelo da Toyota contabilizou 2.305 unidades vendidas.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Honda Civic LXS C chega para concorrer com Toyota Corolla GLI


MERCADO - A Honda já tem uma carta na manga contra o recém lançado Toyota Corolla GLI. A marca japonesa distribui a nova versão LXS C do Civic, que traz bancos de couro e bolsas atrás dos bancos dianteiros, dois equipamentos a mais que o sedã LXS. Ele chega custando R$ 65.990 e R$ 70.995 com câmbio manual e automático, contra R$ 65.240 e R$ 69.170 do Toyota, na ordem.