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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Com os pés no chão


Segunda geração do Mercedes-Benz Classe B chega mais esportiva e distante do estilo de minivan

O pontapé inicial da Mercedes-Benz na criação de uma nova família de carros compactos foi dado com o Classe A. A terceira geração do carro virou hatchback e em nada lembra o monovolume que, diante uma frustrada estratégia de vendas, acabou não vingando no Brasil no início da década passada. Com o novo Classe B, a marca alemã prossegue sua guinada por produtos mais atraentes neste promissor mercado, porta de entrada para jovens compradores. Em duas versões equipadas com motor 1.6 turbo de 156 cv (cavalos) e uma nova transmissão automática de sete velocidades e dupla embreagem, o modelo parte de R$ 115.900.

Sua plataforma faz parte da NGCC, nome dado à nova geração de compactos que também dará vida a um sedã inspirado no A um utilitário-esportivo. Graças ao reposicionamento do motor, agora mais à frente do eixo dianteiro, o Classe B evoluiu na distância entre-eixos e, por consequência, espaço interno. Outros aspectos importantes foram o rebaixamento do teto em quase cinco centímetros e a altura dos bancos em relação ao solo (menos 86 mm) para facilitar a entrada e saída dos passageiros.


Com as novas medidas, a minivan ficou com aparência dinâmica. O capô flui até a primeira coluna, acima dos faróis prolongados, e o teto desce suavemente até o spoiler traseiro. Atrás, ganho de área envidraçada com a tampa do porta-malas maior. A borda inferior da carroceria ostenta saias dinâmicas que, juntamente com os ressaltos laterais, adicionam um toque de esportividade. O resultado do conjunto é um coeficiente aerodinâmico reduzido, de 0,26 cx.

O painel de instrumentos tem acabamento em couro sintético, com três grandes saídas de ar arredondadas, ao centro, e tela digital. O volante também revestido de couro, com elemento cromado em prata no raio do meio, a instrumentação com quatro mostradores analógicos redondos e ponteiros suspensos na posição seis horas, além dos bancos com costuras contrastantes, enfatizam a nova personalidade. Atendendo a pedidos de clientes, a posição dos assentos ficou mais ereta. Ao mesmo tempo, o espaço para a cabeça foi melhorado. Com espaço livre de 1.047 mm na frente e 976 mm de espaço para as pernas no banco traseiro, a nova Classe B se aproxima do habitáculo dos sedãs E e S. No porta-malas há espaço para 488 litros de bagagem.


O motor 1.6 a gasolina de quatro cilindros é inteiramente novo. Alimentado pelo sistema de injeção direta de terceira geração da Mercedes-Benz, foi projetado tanto para instalação transversal quanto longitudinal. No B200 Turbo é capaz de acelerar até 100 km/h em torno de 8,4 segundos e alcançar uma máxima de 220 km/h.

Câmbio versátil
Tão importante quando o desenvolvimento da nova unidade de força foi a aplicação da transmissão automática de dupla embreagem 7G-DCT. Extremamente compacta, graças às sete marchas, ela faz as trocas de marchas sem trancos, combinando o conforto de uma transmissão automática com a eficiência de uma manual – as trocas também podem ser feitas por meio de borboletas localizadas junto ao volante. No modo automático, a tradicional alavanca de marchas foi substituída pelo sistema Direct Select, que permite a operação de funções por meio de uma haste posicionada atrás do volante. A solução, em conjunto com a adoção de freio de estacionamento com acionamento elétrico, libera uma grande área no console central, convertida em porta-objetos, aumentando a versatilidade da minivan.


Três recursos permitiram um incremento no desempenho sem comprometer a estabilidade ou o conforto: o centro de gravidade mais baixo, a nova suspensão traseira independente com quatro braços e a última geração do ESP, programa eletrônico de estabilidade. Outro importante avanço na segurança é o Attention Assist, que detecta mudanças de comportamento do condutor possivelmente causadas por sonolência e sugere uma parada para descanso. Também de série é o aviso eletrônico da eventual perda de pressão dos pneus.

O lado familiar é reforçado pela presença do sistema Isofix de fixação para cadeirinhas infantis. Para facilitar nas balizas há ainda o Active Park Assist, auxiliar de estacionamento que possibilita sair da vaga também automaticamente, caso tenha entrado na vaga com o assistente. Facilidades para nenhuma mamãe motorista de monovolume botar defeito.


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Ficha técnica
Mercedes-Benz Classe B 2013


Motor – Quatro cilindros em linha, 1.595 cm³, a gasolina, com turbo e injeção direta de combustível; potência de 156 cv a 5.300 rpm
Transmissão – Automática de sete velocidades
Aceleração até 100 km/h – 8,4 segundos
Máxima – 220 km/h (limitada eletronicamente)
Direção – Assistência elétrica
Dimensões – 4,35 metros de comprimento; 2,01m de largura; 1,55m de altura
Porta-malas – Não informado

Equipamentos de série
B 200 Turbo (R$ 115.900)   
Acabamento do forro do teto cinza
Áudio 20
Ar condicionado Thermatic   
Moldura com acabamento matrix
Pacote de iluminação   
Pneus Run Flat   
Rodas aro 16
Tempomat   
Volante multifuncional com shift paddles   

B 200 Turbo Sport (R$ 129.900)   
Acabamento do forro do teto cinza
Active Park Assist   
Áudio 20
Ar condicionado Thermatic   
Bancos de couro sintético ártico   
Discos de freio perfurados com pinças em cinza e logotipo Mercedes-Benz
Faróis bi-xenônio com LEDs   
Moldura com acabamento colméia
Pacote de iluminação   
Pacote Sport   
Pacote Night
Pneus Run Flat   
Rodas aro 18
Suspensão Avantgarde   
Tempomat   
Volante multifuncional com shift paddles

sábado, 6 de outubro de 2012

Eletrizante ideia


Repleto de exclusividade, SLS AMG Coupé Electric Drive quer ir além entre os bólidos elétricos

Com o lançamento do SLS AMG Coupé Electric Drive, a Mercedes-Benz entra na era dos superesportivos livres de emissões. Projetado sob a batuta da divisão esportiva da marca alemã, o bólido carrega quatro motores elétricos capazes de gerar uma potência máxima de 552 kW e torque máximo de 1.000 Nm. Desta forma, o asas de gaivota é anunciado como o veículo elétrico produzido em série mais veloz do mundo. O SLS AMG Coupé Electric Drive acelera até 100 km/h em 3,9 segundos e alcança uma máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente). A bateria de alta voltagem é resultado da cooperação entre a Mercedes AMG e a Mercedes AMG High Performance Powertrains, em Brixworth, Grã-Bretanha. Os especialistas ingleses da Fórmula 1 contribuiram significativamente nesta área por seu extenso conhecimento dos sistemas híbridos KERS (traduzindo, sistema de recuperação de energia cinética).

Visualmente, o SLS AMG foi concebido para ser ser diferente (e chamar atenção). A frente é marcada pela grade e entrada de ar na cor do carro, juntamente com faróis escurecidos e um defletor aerodinâmico em fibra de carbono. De perfil, o superesportivo exibe rodas AMG de cinco raios calçadas em pneus 265/35 aro 19 na frente e 295/30 aro 20 na traseira. A esportividade é ressaltada na traseira, onde se encontram um novo difusor e lanternas escurecidas. A cor azul AMG electricbeam magno é charme à parte, embora existam outras cinco opções.


Se o cliente optar pelo tom vibrante, ele será repetido nas costuras do bancos. Os assentos esportivos e diversos elementos decorativos em fibra de carbono reforçam o caráter exclusivo do modelo por dentro. No lugar do conta-giros do painel, há um indicador de energia que fornece informações de uso, status de recuperação, modos de transmissão e a carga da bateria. Um botão giratório – solução semelhante à da Ferrari F458 Italia –, seleciona os três modos de transmissão: C (de eficiência controlada), S (Sport) e S+ (Sport plus). Além dos espelhos retrovisores externos em fibra de carbono, assistente de ponto cego e câmera de ré de série, há o sistema AMG Performance Media, que oferece informações sobre o desempenho dos motores, aceleração lateral e longitudinal, pressão dos pneus e tempo de volta em pistas de velocidade.

Previsto na fase de projeto do SLS, o sistema de propulsão elétrico exigiu algumas mudanças na estrutura do bólido. A tração dianteira adicional recebeu um novo eixo dianteiro. Já a suspensão é multilink com amortecedores horizontais – enquanto no SLS AMG V8, o sistema possui braços duplos. Outro item diferenciado é a direção assistida sensível à velocidade tipo pinhão e cremalheira. Nela, a assistência é implementada eletro hidraulicamente, em vez de apenas pelo sistema hidráulico.


Ronco reproduzido
Como em todo carro elétrico, o torque máximo é disponibilizado imediatamente ao arrancar. Os quatro motores elétricos – cada um pesando 45 quilos – atingem individualmente 13 mil rpm e impulsionam seletivamente as quatro rodas por meio de uma transmissão configurada eixo a eixo. Isso permite a distribuição de torque individual para cada uma das rodas, o que normalmente só seria possível com motores montados nos cubos, que tem a desvantagem de aumentar consideravelmente as massas não suspensas.

Ausente, o ronco do motor é reproduzido por um sistema sonoro de série, com onze alto-falantes.
A bateria de alta voltagem contém 60 kWh de energia, tem potencial de carga elétrica de 600 kW e pesa 548 kg. Ela consiste de 12 módulos, cada um deles com 72 células de íons de lítio. O arranjo otimizado de um total de 864 células ajuda não apenas a utilizar da melhor maneira o espaço de instalação, mas também em termos de desempenho. Como num Fórmula 1, a bateria é carregada por meio da recuperação de energia durante a desaceleração enquanto o carro está sendo usado. Já a bateria de íons de lítio com refrigeração líquida tem design modular e voltagem máxima de 400 V.

Para carregá-lo, é simples: basta contectar o SLS elétrico a um carregador de parede por meio de um cabo de alta voltagem, durante três horas. A tecnologia prevê uma carga rápida de 22 kW, mesmo valor de carregamento disponível em estações de recarga públicas. Sem o aparelho de recarga (oferecido como opcional pela Mercedes-Benz, a SPX e a KEBA, dois fornecedores do segmento), a carga total demora cerca de 20 horas. As vendas começam em junho de 2013 na Europa. No Brasil, deverá vir sob encomenda.

O SLS elétrico em números

552 kW de potência
1000 Nm de torque
3,9 segundos de aceleração até 100 km/h
250 km de autonomia (média cidade/estrada)
60kWh de capacidade de bateria
400 volts de voltagem da bateria

terça-feira, 31 de julho de 2012

Beltbag: o cinto com airbag da Mercedes-Benz


Um novo cinto de segurança equipado com um tirante inflável será aplicado em breve num modelo de luxo da Mercedes-Benz. A tecnologia, denominada Beltbag, é uma das inovações do veículo de segurança experimental desenvolvido pela marca alemã em 2009 e funciona quando sensores de colisão detectam um forte impacto frontal. Um gerador de gás é responsável por inflar o airbag do cinto, composto de camadas múltiplas unidas por costuras de velcro, numa largura três vez maior. Embora o Beltbag possa ser utilizado como qualquer outro cinto de segurança, seu desenho é diferente, por ser mais “gordo”.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Terceira geração do Mercedes-Benz ML evolui em conforto e equipamentos por R$ 335 mil


A identidade é a mesma que torna o ML inconfundível entre os Mercedes-Benz, mas sob a nova casca da terceira geração se escondem vários aprimoramentos. Primeiro utilitário-esportivo sutil da marca das estrelas de três pontas – depois do jipão parrudo Classe G, de 1979 – o modelo chega ao Brasil em sua terceira geração com um novo motor 3.5 V6 de injeção direta e promessa de menos consumo, atrelado a um câmbio automático de sete velocidades e tração integral permanente. Em única versão, a 350 BlueEfficiency com acabamento Sport, o preço é de R$ 335 mil.

Como nas gerações anteriores, de 1997 e 2004, o ML buscou inspiração nos sedãs da marca. Uma característica explicada pelo responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento da Mercedes-Benz, Thomas Weber. “Na Classe M sempre visamos combinar o conforto e o luxo de um carro de passeio com as características off-road e as emoções proporcionadas por um SUV.”

O coeficiente aerodinâmico passa a ser de bons 0,32 cx. Para alcançar o número, a Mercedes-Benz adotou um desenho otimizado no para-choque frontal, colunas dianteiras e defletor de teto. O resultado é um conjunto elegante, harmonizado com a história do ML e, ao mesmo tempo arrojado. Na dianteira, a grade ficou maior. Faróis integram LEDs e o para-choque é composto por um enxerto cromado na base, reforçando o aspecto de robustez do modelo. Na traseira, o elemento é repetido com aplique sobre a tampa do porta-malas e lanternas iluminadas por filetes de luz. A coluna C, uma marca da ML, foi assegurada com linhas arredondas remetendo a um apelo esportivo. Rodas são de 20 polegadas.


A lista de equipamentos de série é digna de um carro que custa centenas de milhares de reais e inclui, pela primeira vez num ML, acesso à internet por meio do sistema multimídia Comand Online com GPS e tela colorida de sete polegadas. Os ocupantes podem navegar livremente quando o veículo estiver parado ou usar um aplicativo Mercedes-Benz com páginas carregadas quando o carro estiver em movimento. Além disso, o sistema oferece rádio com duplo sintonizador, DVD player compatível com MP3/WMA/AAC, interface USB com display para capas de CDs, entrada auxiliar no apoio de braços central e teclado telefônico. A interface bluetooth permite telefonemas viva-voz e Audio Streaming para transferência de músicas.


A segurança é reforçada pela presença de airbags frontais, laterais e de cortina, controles eletrônicos de aceleração (ASR) e estabilidade (ESP), distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD), freios adaptativos, assistência de partida em aclives, além do detector de sonolência Attention Assist e o sistema de alerta para perda de pressão nos pneus. No banco traseiro, foram adotados apoios de cabeça com ajuste de inclinação. Rebatendo o assento, a capacidade do porta-malas, que é de 770 litros, sobe para 2.010 l (até o teto).

Injeção direta e 306 cv
Um dos novos motores da linha BlueDirect da Mercedes-Benz, o 3.5 V6 se destaca pela injeção direta de gasolina (também de terceira geração) com combustão orientada e novos injetores com 200 bar de pressão, juntamente com ignição multifaísca (MSI) e um novo processo de combustão estratificada. A potência chega a 306 cv (cavalos) e a aceleração até 100 km/h pode ser feita em apenas 7,6 segundos – números dignos de um Classe E. A máxima é limitada eletronicamente em 235 km/h.

A nova transmissão automática 7G-Tronic Plus reforça o apelo de menor consumo e emissões de poluentes. Dotada de novo conversor de torque e sistema de gerenciamento térmico do óleo, a caixa conta com o auxílio dos eixos de transmissão de baixa fricção, a direção com assistência elétrica e os pneus de menor resistência à rolagem para reduzir o gasto de combustível. A tração é permanente nas quatro rodas, com opção de operação fora-de-estrada acionada por meio de um botão. Além disso há o Downhill Speed Regulation (DSR), dispositivo que regula a velocidade em descidas. No tanque de combustível, há capacidade para 93 litros de gasolina, grande autonomia.


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Nível NVH conforto
Preocupados em elevar o nível de conforto – uma das principais críticas em utilitários-esportivos –, os engenheiros da marca elevaram o chamado nível NVH de conforto, que leva em cosideração a aspereza, ruído e vibração do veículo. A base para que seja atingido o índice é o nível de conforto fornecido pela estrutura da carroceria. Outras melhorias foram aplicadas no sistema de propulsão e chassi.

domingo, 24 de junho de 2012

Classe média transviada


Mercedes-Benz C mais esportivo de todos os tempos, 63 AMG Coupé Black Series chega ao Brasil por US$ 337.800

A exemplo de Audi A4 e BMW série 3, cabe à Classe C representar a porta de entrada aos consumidores que anseiam pelo primeiro sedã Mercedes-Benz. Iniciada há 19 anos por um primogênito de formas sisudas – bem ao estilo dos três volumes da marca naquele início da década 1990 –, a família de carros médios evoluiu, acompanhou tendências e em sua terceira e atual geração deu vida a um inédito cupê. Coube ao filho pródigo agora representá-la numa verdadeira transferência de tecnologia das pistas de corrida para as estradas: O C 63 AMG Coupé Black Series. Inspirado no SLS AMG competidor do GT3, o C mais potente de todos os tempos estreia no mercado brasileiro pela bagatela de US$ 337.800.

Seu desenho é marcado pelas enormes entradas de ar no para-choque frontal, capô e laterais. Um divisor de fluxo adicional – na base frontal – ajuda a equilibrá-lo aerodinamicamente. Para abrigar as novas rodas, o eixo dianteiro recebeu bitolas 28 mm maiores. Atrás, o acréscimo é de 42 mm. As rodas aro 19 em preto fosco são calçadas em diferentes medidas de pneus: 255/35 e 285/30, combinação que, segundo a marca da estrela de três pontas, desempenha importante papel na aparência dinâmica. Quatro saídas de escape em meio a um imenso difusor preto voltam as atenções na traseira. Um spoiler integrado à tampa do porta-malas pressiona o fluxo de ar sobre o eixo traseiro, aumentando a estabilidade em alta velocidade.


O interior repete a atmosfera de carro de corrida, começando pelos dois assentos tipo concha e a forração em microfibra, nos painéis centrais dos bancos e das portas. O volante de napa, como não poderia deixar de ser, traz borboletas integradas para troca de marchas. Ao abrir a porta do C 63 AMG Coupé Black Series, o motorista é saudado pelo letreiro AMG.


A direção sensível à velocidade facilita o controle do carro por meio de um mapa de controle da assistência e o bloqueio de diferencial, garantindo a tração especialmente em pistas de corrida. Com tanto cavalaria à diposição, a segurança não foi esquecida. Cinco airbags, controle automático de velocidade, freios ABS com ESP de triplo estágio, cintos de segurança com limitadores e tensionadores são equipamentos de série. A suspensão com molas helicoidais envolventes é outra inspiração do automobilismo. Oferecendo diferentes opções de regulagem, ela permite que o motorista crie seu próprio acerto. Os freios ficaram maiores, com discos dianteiros em material composto de 390 x 36 milímetros e traseiros de aço de 360 x 26 milímetros. Pinças pintadas de vermelho com seis pistões na dianteira e quatro pistões na traseira desaceleram com segurança os discos ventilados, perfurados e resistentes à fadiga por aquecimento.

Oito cilindros aprimorado
Retrabalhado para o C, o motor M156 oito cilindros, com 6,3 litros de deslocamento e 517 cv (cavalos) de potência, recebeu pistões forjados, bielas e virabrequim ultraleves também provenientes do SLS. Assim, o cupê acelera até 100 km/h em 4,2 segundos, emitindo o som característico dos Mercedes-Benz da grife graças ao escapamento esportivo. A transmissão é a AMG Speedshift MCT de sete velocidades, operável em quatro modos de transmissão. Nos modos Sport Plus e Manual as trocas de marchas ocorrem em apenas 100 milésimos de segundo. Outra solução herdada do GT3 é a refrigeração do óleo do motor. A superfície do radiador de óleo ficou 50% maior. Nunca um Classe C esteve tão próximo das pistas de corrida.


Força em números:
Motor 6.3 V8 de 517 cv de potência
Torque de 620 nm a 5.200 rpm
Aceleração até 100 km/h em 4,2 segundos
Máxima de 300 km/h


Principais equipamentos:
Bancos dianteiros AMG com sistema de aquecimento dos assentos
Estofamento em couro Designo
Pacote AMG Exterior Carbon-Fibre (estrutura transversal na dianteira, carenagens dos espelhos retrovisores externos, insertos nos painéis laterais da soleira, difusor e spoiler)
Pedaleira e soleiras das portas em aço escovado
Rádio CD MP3 com duplo sintonizador, display colorido, interface Bluetooth, função hands-free, interface USB, oito altofalantes e GPS
Sistema de acesso Keyless-GO
Sistema de iluminação inteligente ILS
Vidros escurecidos laterais e traseiro



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Quarto membro desde 2006
A chegada do C63 Coupé dá sequência à série Black Series de bólidos vestidos com o pacote esportivo AMG. O primeiro a ser lançado foi o SLK 55, em julho de 2006. Equipado com motor 5.5 V8 de 400 cv, o roadster teve 120 unidades produzidas até abril de 2007. Nessa mesma época deu as caras o CLK 63, movido por um vigoroso 6.3 V8 de 507 cv. Desta leva, nasceram 700 cupês. Em julho de 2008 veio aquele que é considerado o filho mais pródigo: o SL 65, esportivo de alto desempenho dotado de nada menos que 670 cv extraídos de um bloco V12 biturbo. No total, 350 unidades foram construídas entre setembro de 2008 e agosto de 2009.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Vídeo: Mercedes-Benz Sprinter 2012


Segunda geração da van Mercedes-Benz chega ao Brasil cinco anos atrasada em relação à Europa, evoluída no desenho, conteúdo e principalmente conjunto motor-câmbio

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Sprinter de segunda geração enfim chega ao Brasil


Atrasada cinco anos em relação à Europa, a segunda geração da van Mercedes-Benz Sprinter finalmente estreia no mercado brasileiro. E com equipamentos que prometem revigoram um segmento disputado basicamente com três concorrentes: Fiat Ducato, Ford Transit e Renault Master. Entre os novos recursos estão o controle da estabilidade ESP Adaptativo, airbag maior para os acompanhantes do motorista (furgão e chassi) ou para os passageiros da primeira fila de assentos (van), e tensionador do cinto de segurança, que funciona de forma associada com o airbag. Nada muda no estilo apresentado em 2007.

O câmbio manual passa a ser o ZF ECO Gear 6S-450 de seis velocidades, priorizando redução no consumo de diesel. Deixando do capô está o novo motor OM 651 LA biturbo de quatro cilindros e potências que variam de 114 cv (cavalos), na versão 311 CDI Street, a 146 cv, na 415 CDI e 515 CDI.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Mercedes-Benz E 63 AMG: lobo em pele de cordeiro


Nas formas, ele pode até parecer mais um sedã. O desempenho do Mercedes-Benz E 63 AMG, entretanto, é de um autêntico esportivo. À venda na versão de 557 cv, o modelo estreia no país equipado com um novo motor 5.5 V8 20% mais econômico que o antecessor 6.3 V8. A eficiência é contribuída pela transmissão AMG Speedshift MCT de sete marchas e um novo sistema de direção eletromecânica sensível à velocidade. Os números de desempenho são extasiantes: aceleração até 100 km/h em 4,2 segundos e máxima de 250 km/h (vale lembrar que, como na maioria dos alemães, ela é limitada eletronicamente).


terça-feira, 10 de abril de 2012

Roadster pós-IPI


Surpreendida por aumento de imposto, Mercedes-Benz decide importar SLK na versão intermediária 250, com motor 1.8 turbo de 204 cv, por R$ 249.900

A idéia da Mercedes-Benz era trazer a terceira geração do SLK em duas opções: 200, com motor 1.8 de 184 cv (cavalos) e 350, V6 de 306 cv. O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), no entanto, inviabilizou a importação das versões, fazendo com a marca da estrela de três pontas optasse pela intermediária 250, à venda desde março. Em única configuração de acabamento, ela custa R$ 249.900.

O desenho mantém o longo capô que marca o roadster desde o lançamento, em 1996. A grade frontal cresceu em tamanho e imponência. Luzes de Leds em conjunto com os faróis de xênon permanecem acesas durante o dia, o que certamente atrai ainda mais olhares curiosos.  Nas laterais, entradas de ar no para-lamas realçam a esportividade. A base dos retrovisores, com luzes direcionais integradas, é fixada nas portas. Duplo escape e lanternas que avançam em direção às laterais remetem à “irmã” maior SL.


O interior – como a própria categoria sugere – só tem espaço para dois ocupantes, que, aliás, são tratados com muito conforto e sofisticação. Os bancos são envolventes e o teto rígido retrátil permite que o SLK se transforme de conversível a cupê em segundos. Para diminuir a turbulência com a capota aberta, quebra-ventos de acrílico foram adicionados aos encostos de cabeça. Além disso, o couro utilizado nos assentos (Sun-Reflective Leather) reflete os raios solares, reduzindo o aquecimento quando o carro fica estacionado ao sol por longo tempo. Mas atrás dos bancos não há espaço nem para uma pequena valise.

A segurança é reforçada pela presença de seis airbags frontais, laterais e de joelho, controle de estabilidade (ESP), freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e o Neck-Pro, um sistema que desloca os apoios de cabeça em caso de acidente, diminuindo o impacto do chamado efeito-chicote.


Outros recursos foram pensados em auxiliar a dirigibilidade. Para estacionar, o Parking Guidance aponta, em velocidade de até 35 km/h, o espaço suficiente de uma vaga. Tudo por meio de uma seta no painel. Já o Attention Assist detecta a possibilidade de sono do condutor, quando se deixa de acelerar, frear ou virar o volante por muito tempo, emitindo um alerta sonoro.

O uso de turbocompressor e de injeção direta de combustível elevam a potência do motor 1.8 a 200 cv. A aceleração até 100 km/h ocorre em 6,6 segundos, e a máxima (limitada eletronicamente) anunciada é de 243 km/h. Uma curiosidade é um termostato controlado eletronicamente para reduzir as emissões quando o motor é ligado frio, normalmente pela manhã. Até que a temperatura ideal seja atingida, o equipamento fecha a circulação do fluído de refrigeração.

Super câmbio
Um dos maiores trunfos da terceira geração do SLK, o câmbio automático 7G-Tronic Plus, de sete velocidades, permite que o motorista selecione três modos de condução: econômico (E), esportivo (E) ou manual (M). O primeiro exige menos do motor, reduz o consumo de combustível e o nível de emissões, sendo recomendado para percursos urbanos. No esportivo, a troca é feita em rotações mais altas – realçadas por um filtro sonoro que leva o ronco do motor, acima de 4.000rpm, direto para dentro da cabine. No modo de manual ainda é possível trocar as marchas por meio de duas aletas no volante: a da esquerda reduz, enquando a da direita aumenta.


Até o fim do ano, a Mercedes-Benz planeja trazer ainda a 55 AMG, versão mais apimentada da SLK equipada com motor 5.5 V8 de 421 cv, acabamento em aço escovado e quatro saídas de escape.


Ficha técnica
Mercedes-Benz SLK 250

Motor – Quatro cilindros em linha, 1.796 cm³, a gasolina, com turbo e injeção direta de combustível; potência de 204 cv a 5.000 rpm
Transmissão – Automática, de sete velocidades
Aceleração até 100 km/h – 6,6 segundos
Máxima – 243 km/h (limitada eletronicamente)
Direção – Assistência elétrica
Dimensões – 4,13 metros de comprimento; 2,00m de largura; 1,30m de altura
Porta-malas – Capacidade para 225 litros de bagagem (capota aberta) a 335 litros (capota fechada)


Sedã blindado
Um dos últimos lançamentos da marca da estrela de três pontas no país é o E 500 Guard, versão blindada do sedã disponível sob encomenda desde o ano passado. O modelo é o principal destaque da Mercedes-Benz na LAAD Security 2012, Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa que vai até amanhã no Riocentro, Rio de Janeiro. Embora tenha recebido sistemas inteligentes de sobreposição, ele mantém a discrição e as características de um Classe E convencional, já que externamente não é possível perceber a blindagem.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mercedes-Benz OF-1519 R mira programa Caminho da Escola


Aplicado Brasil afora com sucesso, o programa Caminha da Escola do Governo Federal beneficia não só alunos da zona rural, que enfim passaram a ser transportados com dignidade em veículos adequados. A medida também abriu um nicho para os fabricantes de ônibus, que investem em produtos específicos para o transporte fora-de-estrada. A última novidade desse mercado é o chassi Mercedes-Benz OF-1519 R.

Equipado com motor o OM 924 LA de 185 cv (cavalos) e torque de 71,4 mkgf entre 1.200 e 1.600 rpm, o modelo se diferencia pela presença de balanço dianteiro curto, altura elevada e bloqueio no eixo traseiro, que facilitam a entrada em terrenos acidentados, além de freio-motor auxiliar Top Brake. São duas as versões de distância entreeixos: 4,8 metros para ônibus de 48 assentos, a 6 metros, para 59 poltronas.


quarta-feira, 7 de março de 2012

Mercedes-Benz Classe A vira hatchback em Genebra


Antiga aposta da Mercedes-Benz para o Brasil – onde foi produzido entre 1999 e 2005, sem fazer muito sucesso nas vendas – o Classe A aparece em sua terceira geração no Salão de Genebra, que abre as portas amanhã. Mas o que se vê agora não é um monovolume, e sim um hatchback. Com a premissa de “iniciar um capítulo completamente novo no segmento dos compactos” da marca da estrela de três pontas, o modelo exibe um desenho dinâmico, 18 cm mais próximo do solo, e interior que complementa esta essência esportiva.

Serão quatro as configurações de acabamento oferecidas: básica, Urban, Style e AMG Sport. A linha de motores a gasolina vai de unidades de 1,6 a 2 litros, com potência entre 115 hp a 211 hp, todos dotados de injeção direta de combustível, turbocompressão pelos gases de escapamento e função start/stop de série. A transmissão é manual de seis velocidades ou, opcionalmente, automática 7G-DCT de sete marchas, com dupla embreagem.


“Ele é completamente novo, até o último detalhe. Não é sempre que, na área do desenvolvimento automotivo, você tem a oportunidade de começar com uma folha de papel em branco. Nossos engenheiros e designers aproveitaram ao máximo esta oportunidade”, afirma o presidente do Conselho de Direção da Daimler AG e CEO da Mercedes-Benz Cars, Dieter Zetsche.

O carro chegará às concessionárias da Europa em setembro. No Brasil, desembarca importado em 2013.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Vídeo: Mercedes-Benz Silver Arrow Concept


Proposto como recriação das lendárias Mercedes-Benz Flecha de Prata para uma produção hollywoodiana - ambientada em 2035 -, o roadster abusa de arrojo. Esteiras ao invés de pneus são um capítulo a parte.

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Vídeo: S400 Hybrid nas ruas de Nova York



Primeiro carro híbrido à venda no Brasil por nada menos que US$ 253 mil (cerca de R$ 470 mil), o luxuoso Mercedes-Benz desfila pela "Big Apple"

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sábado, 3 de abril de 2010

Mercedes-Benz importa C180, mais simples, por R$ 119.900


Fabricantes de luxo tem adotado como estratégia lançar versões mais simples no Brasil. Depois da BMW, com o 320i, a Mercedes-Benz traz o C180 Kompressor, ausente desde a mudança de geração em 2007. Ao invés do motor de 184 cv (cavalos) do C200 K, há outro 1.6 de 156 cv e 23,5 kgfm de torque a 4.600 rpm, capaz de acelerar o sedã de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e atingir 223 km/h.

Ar-condicionado de duas zonas, bancos de couro sintético e teto-solar com comando elétrico são equipamentos de série. O sistema Agility Control, que controla o amortecimento da suspensão de acordo com o estilo da direção e do piso foi mantido. Outros recursos de segurança são seis airbags (dianteiros de dois estágios, laterais e de cortina), controle de estabilidade e encostos de cabeça dianteiros ativos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mercedes-Benz produzirá veículos comerciais em Juiz de Fora a partir de 2011


Mais uma chance foi dada à fábrica da Mercedes-Benz de Juiz de Fora (região da zona da mata mineira). Veículos comerciais, como a Sprinter, começam a ser produzidos na planta a partir de 2011, em conjunto com a unidade de São Bernardo do Campo (SP), que terá sua capacidade ampliada para 75 mil unidades por ano até 2012. A decisão pode decretar o final de vida da atual geração do cupê CLC, produzido no Brasil para todo o mundo, no próximo ano.

Pressão estadual
O anúncio ocorreu 72 horas depois que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, determinou um prazo para que a Mercedes-Benz se pronunciasse sobre o futuro da fábrica. Considerada ociosa desde o término da produção do Classe A, em 2004, com 5 mil unidades fabricadas (ante uma previsão anual de 60 mil), a planta sempre montou automóveis sem produzir uma única peça. Para a produção de caminhões, chassis de ônibus e vans deverá haver novas contratações - hoje 864 pessoas trabalham na instalação.


Post atualizado às 08h08 de 30/03/2010

domingo, 21 de março de 2010

Prestes a ser lançado, S400 Hybrid é flagrado em São Paulo


Primeiro carro híbrido a ser vendido no Brasil, o Mercedes-Benz S400 Hybrid só chegara às lojas em abril, mas já foi flagrado pelo BlogAuto, do jornalista Ricardo Meier, nas ruas de São Paulo. A unidade na cor preta circulava com placas de São Bernardo do Campo (SP). Debaixo do capô do modelo está um motor V6 de 279 cv (cavalos) a gasolina que recebe a ajuda de um propulsor elétrico de 20 cv alimentado pelo sistema Kers, que recupera a energia de frenagens. Desta forma, o sedã de quase duas toneladas obtém um consumo inigualável, além de emitir 19% menos poluentes que um Classe S "comum".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Salão de Detroit: Novas gerações de Focus, Série 5 e A8 desembarcam no Brasil a partir deste ano



Enquanto os híbridos não se efetivam, os “carros comuns” se renovam. Caso do Ford Focus, que volta a ser global em sua terceira geração (os EUA vendiam até então a primeira geração redesenhada), à venda no exterior até o final do ano. Abrindo mão das lanternas verticais e com um sedã que remete ao novo Mondeo, o médio aposta em linhas mais arredondadas, porém repletas de vincos, dentro do conceito Kinetic Design da marca. Terá câmera traseira para auxiliar manobras, motores 1.6 e 2.0 com injeção direta de combustível, câmbio automatizado de seis velocidades e duas embreagens. Em 2011 os EUA terão uma versão elétrica, a primeira a ser produzida em larga escala pela Ford, e em 2014 também será produzido na Argentina.



Num patamar de preço superior estão as novas gerações dos sedãs de luxo BMW Série 5 e Audi A8 (acima). O primeiro abandonou o estilo polêmico assinado pelo designer Chris Bangle e se tornou mais comportado - o que não o deixa de ser arrojado. Tem seis opções de motores, de quatro a oito cilindros, e chega ao Brasil no primeiro semestre. O A8 já havia sido mostrado em Miami e traz câmbio automático de oito marchas, propulsor 4.2 FSI V8 de 377 cv e tração integral Quattro.



Substituto do CLK, o inédito Classe E Cabriolet é apontado pela Mercedes-Benz como o mais aerodinâmico da categoria, com um coeficente de 0,28. Ele vem com pára-brisa com defletor que reduz a turbulência a até 160 km/h e airbags de cabeça, inéditos entre os conversíveis da marca. Como o Audi, será importado até o final deste ano.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mercedes-Benz Classe E e GLK, ambos à venda no Brasil, estão entre os mais seguros avaliados pelo Euro NCAP



Na Europa, segurança veicular é levada a sério, muito sério. Para tanto, existe o Euro NCap, instituição dedicada a mostrar quais são os modelos mais seguros à venda por meio de rígidos testes. Em sua última avaliação, que incluiu 12 carros, o destaque foi para o Chevrolet Cruze, cotado para substituir o Vectra nacional em 2011. O sedã recebeu cinco estrelas, mesma pontuação obtida pelos utilitários BMW X1, previsto para desembarcar aqui em 2010 (e que ficou em primeiro lugar), e os Mercedes-Benz Classe E e GLK, já comercializados no país. Outros carros que tiveram pontuação alta e serão vendidos no Brasil a partir do próximo ano são o compacto Citroën DS3 e o Peugeot 5008.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mercedes-Benz SLK 200 Kompressor ganha versão Sport no Brasil

A Mercedes-Benz inicia as vendas da versão Sport do SLK 200 Kompressor no mercado brasileiro. Dotado de novos pára-choques, rodas de liga-leve aro 17 e um sistema de áudio reformulado, que inclui bluetooth e interface multimídia no porta-luvas, ele é equipado com um motor 1.8 com compressor e 184 cavalos de potência. O fabricante divulga uma aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos e velocidade máxima de 232 km/h.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PODEROSA PERUA

MERCADO - Depois do sedã e do cupê, a Mercedes-Benz apresenta a nova geração da carroceria station-wagon da Classe E, com vendas a partir de novembro, na Europa. Medindo 4,89 metros, o novo modelo -denominado Estate- traz em todas versões nove airbags, controle de velocidade ativo, abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas, rebatimento total do banco traseiro (deixando o assoalho plano e com espaço para 1.950 litros de bagagem) e suspensão com molas pneumáticas, que podem regular a altura da traseira.

De início serão duas opções de motor a gasolina (3.5 V6 e 5.5 V8) e três a diesel (2.2 de 170 cavalos ou 204 cv e 3.0 de 231 cv). No entanto, mais opções virão no primeiro trimestre de 2010: 1.8 a gasolina, com injeção direta e potências de 184 cv e 204 cv e 2.2 diesel de 136 cv. O câmbio automático de sete velocidades é comum a todas as versões V6 e V8. Não há previsão de vendas no Brasil, segundo o fabricante, mas se seguir o cronograma do sedã a E Estate deverá desembarcar por aqui no primeiro semetre do próximo ano. (B.F.)