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sábado, 15 de setembro de 2012

Rei por ocasião


V8 de última geração, Audi RS5 Coupé assume o teto da família A5 no Brasil até que o modelo conversível seja lançado

A estratégia da Audi em lançar o A5 atualizado no Brasil aos poucos parece não terminar. Depois de trazer os modelos Sportback, Coupé e Cabriolet, seguidos pelos esportivos S5 nas três variações de carroceria, a marca alemã decidiu apresentar agora o RS5 – variação mais apimentada da gama – no modelo Coupé. Equipado com um motor 4.2 FSI oito cilindros de 450 cv (cavalos) de potência, ele tem preço sugerido de R$ 441.100. O valor pode parecer o teto máximo para a linha, mas na Europa a Audi está prestes a revelar o novo RS5 Cabriolet no Salão de Paris. O que significa que a família, por mais longo que possa parecer, só estará completa em 2013.

Como todos os carros da grife RS, o RS5 Coupé traz a tração integral quattro de série, aliada ao diferencial esportivo quattro, que distribui a força entre as rodas traseiras, direção dinâmica, suspensão esportiva DRC e quatro módulos de comportamento do veículo: Confort, Auto, Dynamic e Individual.


O desenho é ainda mais feroz que o do S5, identificado, além da carroceria 20 milímetros mais baixa que a de um A5, pela base do para-choque frontal na cor prata e a grade ostentando a sigla RS5. As entradas de ar cresceram. Faróis são bi-xenônio com faixas estreias de LEDs (diodos emissores de luz), com ajuste automático de altura e limpador. O perfil exibe linhas curvas. Atrás das rodas de liga leve de 20 polegadas e pneus 275/30, o mais atento certamente notará as pinças de freios pintadas em preto de alto brilho. Para completar, os retrovisores receberam capas em alumínio fosco. O aerofólio elétrico é outra primazia do modelo. Em velocidades acima de 120 km/h, ele se eleva para aumentar a pressão aerodinâmica.


Novos materiais foram adotados no interior. O acabamento do painel é de fibra de carbono, com volante multifuncional, interface digital de mídia, sistema de som Bang & Olufsen, com Bluetooth e microfones espalhados pela cabine e espelho retrovisor interno com função antiofuscante. Os bancos são de couro Napa Fina, com ajustes elétricos e de memória para o motorista. Opcionalmente, a Audi oferece bancos do tipo concha, com tapetes especiais e detalhes no painel em camurça.


Debaixo do capô, o RS5 Coupé guarda o motor 4.2 elaborado na planta da Audi em Györ, Hungria. Incorporando a tecnologia de injeção direta de combustível FSI, a unidade é capaz de resfriar o interior das câmaras de combustão para que possa ser aumentada a taxa de compressão, com vantagens tanto em termos de potência, quanto de torque. Desta forma, o motor permite faixas de rotação de até 8.250 rpm. Em conjunto com o câmbio S-tronic, de dupla embreagem, garante uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos.

Segurar tanta potência exige uma série de aparatos de segurança e eles não foram deixados de lado. Entre os recursos presentes no bólido estão airbags frontais, o Audi Drive Select, sistema que permite configurar o diferencial esportivo quattro, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro com gráfico e o Keyless-Go, que permite ao motorista abrir a porta e dar a partida sem a chave. Haja coração.


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O RS5 Coupé em números

4,64 metros de comprimento
1.725 kg
455 litros de capacidade no porta-malas
8 opções de pintura: Branco Ibis, Prata Prisma, Cinza Suzuka, Cinza Daytona, Vermelho Misano, Preto Fantasma, Azul Sepang e Preto Pantera. O interior vem na cor preta.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Gêmeos? Nem tanto


Apenas R$ 1 mil separam o novo Peugeot 308 CC do belo e chamativo RCZ. Saiba o que os diferencia

A família de carros médios 308, da Peugeot, ganhou seu quarto membro no Brasil com a chegada do modelo CC (Cupê Cabriolet). Importado da França, ele substitui o 307 CC – comercializado no país entre 2004 e 2010 – com o apelo principal de poder se transformar em um conversível em apenas 20 segundos, por meio do simples toque de um botão no painel. Em única versão equipada com o motor 1.6 16v turbo, seu preço é de R$ 129.990.

O bocão característico da marca francesa, não fosse a reestilização recém aplicada no conjunto ótico e grade frontal da família 308, seria idêntico ao do RCZ, o cupê austríaco do clã. É a partir daí que começam as diferenças de estilo, espaço interno, conteúdo e desempenho entre os irmãos. Dotado de um teto retrátil de duas partes, o 308 CC abriu mão de parte de parte do volume no porta-malas para poder acomodar a capota, fechada em velocidade de até 12 km/h. Em contrapartida, oferece os mesmos quatro lugares com um pouco mais de folga – há uma distância maior para as pernas no banco traseiro –, novos assentos envolventes e apoia braço central atrás.


308 CC


RCZ

À primeira vista ou para um leigo, pode até parecer que a Peugeot desenvolveu um mesmíssimo painel. Mas há mimos exclusivos em cada esportivo. O 308 CC tem um navegador acima do console central, lugar ocupado por um pequeno mostrador digital no cupê. A lista de equipamentos também tem lá suas diferenças. Airbags de cortina reforçam a segurança no 308, ao passo que o RCZ oferece aerofólio traseiro e detector de pressão de pneus. A cor Branco Nacré, opcional, eleva o preço do modelo fechado em R$ 2 mil além dos R$ 130.990 pedidos na tabela.


Sob o capô os dois carros tem o motor 1.6 com exatos 165 cv (cavalos) de potência, aliado à um câmbio automático sequencial de seis velocidades. Há uma ligeira vantagem nas respostas do RCZ, graças à aerodinâmica superior. Nada que afete as diferentes personalidades de gêmeos montados sobre uma mesma base esportiva.


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308 CC versus RCZ
Um raio-x de cada personalidade:

308 CC

Motor: 1.6 16v de 165 cv a 6.000 rpm
Torque: 24,5 kgfm a 1.400 rpm
Aceleração até 100 km/h: 9,8 segundos
Máxima: 212 km/h
Principais equipamentos: airbags frontais, laterais (2) e de cortina (2), acendimento automático das luzes de emergência após frenagem brusca, bancos do motorista e carona com aquecimento e acabamento de couro, capota rígida, controles de estabilidade (ESP) e tração (ASR), freios ABS com auxílio à frenagem de urgência (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (REF), limpador de para-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, GPS integrado ao painel com tela multifunções de 7 polegadas, piloto automático, porta-luvas refrigerado, rodas de liga leve aro 18, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e volante de couro.
Porta-malas: 266 litros a 465l, no modo coupé
Cores: Branco Nacré, perolizado, Preto Perla Nera e Vermelho Babylone



RCZ

Motor: 1.6 16v de 165 cv a 6.000 rpm
Torque: 24,5 kgfm a 1.400 rpm
Aceleração até 100 km/h: 8,4 segundos
Máxima: 213 km/h
Principais equipamentos: airbags frontais e laterais (2), acendimento automático dos faróis, aerofólio móvel, ar-condicionado automático de duas zonas, bancos do motorista e carona com aquecimento, acabamento de couro e memória (motorista), controles de estabilidade (ESP) e tração (ASR), detecção de pressão dos pneus, freios ABS com auxílio à frenagem de urgência (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (REF), limpador de para-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, piloto automático, porta-luvas refrigerado, rádio CD MP3, rodas de liga leve aro 18 (rodas aro 19 são oferecidas como acessórios), sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e volante de couro.
Porta-malas: 321 litros a 639l
Cores: Azul Tuanake, Branco Nacré (R$ 2 mil), Cinza Sidobre, Preto Perla Nera e Vermelho Turmaline.



Os dois outros membros da família:
308 hatchback
408 (sedã)

*A perua 308 SW não é vendida no Brasil.

domingo, 24 de junho de 2012

Classe média transviada


Mercedes-Benz C mais esportivo de todos os tempos, 63 AMG Coupé Black Series chega ao Brasil por US$ 337.800

A exemplo de Audi A4 e BMW série 3, cabe à Classe C representar a porta de entrada aos consumidores que anseiam pelo primeiro sedã Mercedes-Benz. Iniciada há 19 anos por um primogênito de formas sisudas – bem ao estilo dos três volumes da marca naquele início da década 1990 –, a família de carros médios evoluiu, acompanhou tendências e em sua terceira e atual geração deu vida a um inédito cupê. Coube ao filho pródigo agora representá-la numa verdadeira transferência de tecnologia das pistas de corrida para as estradas: O C 63 AMG Coupé Black Series. Inspirado no SLS AMG competidor do GT3, o C mais potente de todos os tempos estreia no mercado brasileiro pela bagatela de US$ 337.800.

Seu desenho é marcado pelas enormes entradas de ar no para-choque frontal, capô e laterais. Um divisor de fluxo adicional – na base frontal – ajuda a equilibrá-lo aerodinamicamente. Para abrigar as novas rodas, o eixo dianteiro recebeu bitolas 28 mm maiores. Atrás, o acréscimo é de 42 mm. As rodas aro 19 em preto fosco são calçadas em diferentes medidas de pneus: 255/35 e 285/30, combinação que, segundo a marca da estrela de três pontas, desempenha importante papel na aparência dinâmica. Quatro saídas de escape em meio a um imenso difusor preto voltam as atenções na traseira. Um spoiler integrado à tampa do porta-malas pressiona o fluxo de ar sobre o eixo traseiro, aumentando a estabilidade em alta velocidade.


O interior repete a atmosfera de carro de corrida, começando pelos dois assentos tipo concha e a forração em microfibra, nos painéis centrais dos bancos e das portas. O volante de napa, como não poderia deixar de ser, traz borboletas integradas para troca de marchas. Ao abrir a porta do C 63 AMG Coupé Black Series, o motorista é saudado pelo letreiro AMG.


A direção sensível à velocidade facilita o controle do carro por meio de um mapa de controle da assistência e o bloqueio de diferencial, garantindo a tração especialmente em pistas de corrida. Com tanto cavalaria à diposição, a segurança não foi esquecida. Cinco airbags, controle automático de velocidade, freios ABS com ESP de triplo estágio, cintos de segurança com limitadores e tensionadores são equipamentos de série. A suspensão com molas helicoidais envolventes é outra inspiração do automobilismo. Oferecendo diferentes opções de regulagem, ela permite que o motorista crie seu próprio acerto. Os freios ficaram maiores, com discos dianteiros em material composto de 390 x 36 milímetros e traseiros de aço de 360 x 26 milímetros. Pinças pintadas de vermelho com seis pistões na dianteira e quatro pistões na traseira desaceleram com segurança os discos ventilados, perfurados e resistentes à fadiga por aquecimento.

Oito cilindros aprimorado
Retrabalhado para o C, o motor M156 oito cilindros, com 6,3 litros de deslocamento e 517 cv (cavalos) de potência, recebeu pistões forjados, bielas e virabrequim ultraleves também provenientes do SLS. Assim, o cupê acelera até 100 km/h em 4,2 segundos, emitindo o som característico dos Mercedes-Benz da grife graças ao escapamento esportivo. A transmissão é a AMG Speedshift MCT de sete velocidades, operável em quatro modos de transmissão. Nos modos Sport Plus e Manual as trocas de marchas ocorrem em apenas 100 milésimos de segundo. Outra solução herdada do GT3 é a refrigeração do óleo do motor. A superfície do radiador de óleo ficou 50% maior. Nunca um Classe C esteve tão próximo das pistas de corrida.


Força em números:
Motor 6.3 V8 de 517 cv de potência
Torque de 620 nm a 5.200 rpm
Aceleração até 100 km/h em 4,2 segundos
Máxima de 300 km/h


Principais equipamentos:
Bancos dianteiros AMG com sistema de aquecimento dos assentos
Estofamento em couro Designo
Pacote AMG Exterior Carbon-Fibre (estrutura transversal na dianteira, carenagens dos espelhos retrovisores externos, insertos nos painéis laterais da soleira, difusor e spoiler)
Pedaleira e soleiras das portas em aço escovado
Rádio CD MP3 com duplo sintonizador, display colorido, interface Bluetooth, função hands-free, interface USB, oito altofalantes e GPS
Sistema de acesso Keyless-GO
Sistema de iluminação inteligente ILS
Vidros escurecidos laterais e traseiro



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Quarto membro desde 2006
A chegada do C63 Coupé dá sequência à série Black Series de bólidos vestidos com o pacote esportivo AMG. O primeiro a ser lançado foi o SLK 55, em julho de 2006. Equipado com motor 5.5 V8 de 400 cv, o roadster teve 120 unidades produzidas até abril de 2007. Nessa mesma época deu as caras o CLK 63, movido por um vigoroso 6.3 V8 de 507 cv. Desta leva, nasceram 700 cupês. Em julho de 2008 veio aquele que é considerado o filho mais pródigo: o SL 65, esportivo de alto desempenho dotado de nada menos que 670 cv extraídos de um bloco V12 biturbo. No total, 350 unidades foram construídas entre setembro de 2008 e agosto de 2009.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

GT Malzoni 1965 é o primeiro carro brasileiro a ser exposto no Museu da Audi, em Ingolstadt



Um raro exemplar do GT Malzoni está no Museu Audi Mobile em Ingolstadt, Alemanha, onde ficará em exposição até a próxima segunda-feira (30). O esportivo nacional, inicialmente criado para correr, é o primeiro veículo brasileiro a ser exibido no museu oficial da marca. O interesse do fabricante alemão pelo Malzoni nasceu em 2007, quando representantes da Audi Tradition - divisão responsável pela preservação da história da empresa - vieram ao Brasil em busca do esportivo.

O Malzoni exposto é um cupê ano 1965, com motor de dois tempos de três cilindros. Ao todo foram produzidas somente 35 unidades. Sua história começou em 1962, quando Genaro “Rino” Malzoni, filho de um fazendeiro do interior paulista, segundo a lenda, projetou seu próprio cupê para impressionar as moças. Em 1967, a Vemag foi vendida no Brasil para a Volkswagen e o GT Malzoni, mais tarde, daria origem ao Puma.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

TUDO NOVO NO XKR



MERCADO - A Jaguar traz ao Brasil a nova geração do XKR, versão mais apimentada da linha de cupês e conversíveis do fabricante que se diferencia na estética pela grade dianteira, pára-choques e rodas. O bólido também tem motor mais potente: 5.0 V8 com compressor e 510 cavalos de potência, capaz de acelerar o esportivo de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h. Airbags para pedestres, faróis bi-xenon direcionais, tela de navegação touch screen e coluna de direção com ajuste elétrico estão entre os seus equipamentos. Preço: R$ 481 mil. (B.F.)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

QUE BICHO É ESSE?

BUGGY OU ESPORTIVO? - Criado em Itaúna (a 80 km de BH) na década de 80, o Almenara teve 19 unidades produzidas e tinha motor 1.6 da Volkswagen (arrefecido a ar). O nome é uma referência à cidade natal do criador. Embora tecnicamente seja um buggy, ele tem linhas que lembram modelos esportivos.

Já foi tema de matéria no jornal Estado de Minas em 2006, foi exposto no último encontro de antigos do Tropical Tênis Clube e pertence ao colecionador Telmo Dornas. (B.F.)

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