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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Salão'2012: BMW produzirá carros flex em Santa Catarina
Após confirmar a construção de uma nova fábrica em Araquari, cidade próxima à Joinville (SC) - em cerimônia com a presidente Dilma Rousseff -, a BMW anunciou que produzirá a linha compacta da marca no país, já com motor flex. Dois os modelos se enquadram na categoria: o hatch Série 1 e o utilitário-esportivo X1. A expectativa é de que as obras da nova fábrica tenham início em 2013, para que os primeiros carros sejam produzidos daqui a dois anos. Na mostra, o destaque é o 650i Gran Coupé, esportivo de quatro portas que estreia um motor V8 de 450 cv.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Esportividade sob medida
Primeiro cupê de quatro portas da BMW, Série 6 Gran Coupe alia empolgante dirigibilidade a espaço interno generoso, para cinco. Vendas no Brasil serão iniciadas somente em 2013
Por Fernando Calmon
fscalmon@gmail.com
Palermo (Itália) - A ideia de construir um cupê de quatro portas nasceu com o Mercedes-Benz CLS, em 2004. O modelo com perfil típico e linhas instigantes não chegou a explodir em preferências, mas ajudou o Classe E, do qual se deriva e se soma nas estatísticas de vendas. O segundo automóvel nessa configuração foi o Porsche Panamera, em 2009. No mesmo ano foi lançado o Audi A5 Sportback, que não se encaixa exatamente no conceito de cupê de quatro portas. O A7, de 2010, aproxima-se mais. Agora, a BMW lança o Série 6 Gran Coupe, de estilo harmonioso e inédito na sua gama, para explorar um nicho do qual não podia ficar de fora, como líder mundial entre as marcas premium.
O carro mede exatos 5 metros de comprimento e apenas 1,39 metro de altura. Seu capô longo, curvatura do teto à moda Hofmeister e janelas laterais traseiras que avançam sobre a coluna C formam um conjunto agradável e sem exageros. Antena traseira semelhante à barbatana de tubarão é coisa do passado nos novos BMW, deixando o teto totalmente limpo. Bem interessante é a carreira de LEDs que formam a terceira luz de freio, de extremidade a outra no alto do vigia traseiro, ótima solução de forma e função.
Distância entre-eixos de 2,97 metros (11,3 cm mais que no cupê Série 6) explica o espaço interno bastante generoso para quatro passageiros, inclusive para pernas no banco traseiro. A fábrica o classifica como 4+1 lugares porque o descansa-braço do banco de trás pode ser rebatido para um quinto passageiro. Nesse caso, entretanto, só alguém de estatura baixa e por trajetos curtos se submeteria ao desconforto do túnel alto no assoalho.
Equipamentos a bordo formam uma vasta lista, desde regulagens elétricas dos bancos e da coluna de direção com memórias, ao ar-condicionado de duas zonas de temperatura, passando pelo sistema de som Bang & Olufsen (opcional). Outros mimos: projeção colorida de informações no para-brisa, assistência para estacionar, câmeras de visão externa total, controlador de velocidade de cruzeiro com função para-e-anda, assistente de controle de farol alto e sistema de visão noturna que identifica pedestres a distância, entre outros.
O Série 6 Gran Coupe oferece dois motores a gasolina e um a diesel. No 640i, seis-em-linha biturbo de 3 litros/320 cv, de 5.800 a 6.000 rpm e 45,9 kgfm, de 1.300 a 4.500 rpm. No 650i surge, no último trimestre desse ano, o V-8 biturbo de nova geração, 4,4 litros/450 cv a 5.500 rpm e nada menos de 66,5 kgfm entre 2.000 e 4.500 rpm. O 640d também é seis-em-linha, de 3 litros/313 cv a 4.400 rpm e torque enorme de 64,2 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm. Caixa de câmbio automática tem oito marchas, do tipo epicicloidal e conversor de torque com bloqueios. Será oferecido, ainda, sistema de tração 4x4, no 650i xDrive.
Outras características incluem modo econômico Eco Pro e sistemas desliga-liga o motor quando em marcha lenta e de recuperação da energia de frenagem a fim de conter o consumo de combustível. Construção em alumínio de portas, capô, além de tampa do porta-malas em compósitos de fibra de vidro, ajudam a manter a massa total em 1.750 kg (1.790 kg, diesel) e também a economizar combustível.
Ao volante
O circuito nos arredores de Palermo, capital da ilha da Sicília, extremo sul da Itália, foi escolhido para avaliar o Gran Cupê em várias situações de uso. Apesar do teto baixo, acesso ao interior é bom, inclusive ao banco traseiro. Couro claro de alta qualidade, materiais agradáveis ao tato e perfeição do acabamento são típicos da marca. As opções de ajuste do banco e volante se transformam em convite para a motorista desfrutar ao máximo a sua experiência de guiar, em razão do posicionamento perfeito.
Direção com assistência elétrica é precisa e rápida para um carro desse porte. Suspensões permitem guiar rápido e sem sustos, possibilitando selecionar entre modos de conforto e esporte. Se a escolha for pelo segundo, terá real comprometimento do conforto em troca de condução veloz e segura, ainda melhor com alavanca do câmbio também na opção esporte e uso das paletas de troca de marcha atrás do volante.
O desempenho das versões é bem próximo, apesar da enorme diferença de torque do diesel, concentrada em uma faixa de rotação relativamente estreita. De acordo com o fabricante, ambos os motores aceleram de 0 a 100 km/h em 5,4 s. Já de 0 a 1.000 metros, o motor a gasolina leva 25 s, mais lento apenas 0,3 s que o a diesel. A sonoridade dos dois motores empolga. Mas, apesar do baixo nível de vibração da versão a diesel, há uma pequena diferença de aspereza sentida no volante, em favor da gasolina, quando se acelera de verdade.
O jornalista viajou a convite da BMW
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Pelas terras do Brasil
BMW G 650 GS fica mais parruda na Sertão, versão desenvolvida bem ao gosto fora-de-estrada tupiniquim
Em 2009, a BMW iniciou a montagem da G 650 GS em parceria com a Dafra, em Manaus (AM). Tratava-se não somente de um grande passo para a marca alemã, atenta ao crescimento do mercado nacional, como também um marco – a fora-de-estrada foi a primeira moto da família GS construída em regime de CKD fora da Europa. O tempo passou e desde então mais de 4 mil unidades foram vendidas no país, consagrando o Brasil como um dos principais mercados para a BMW no mundo.
Toda essa atenção rendeu o primeiro fruto: a G 650 GS Sertão, versão mais aventureira do modelo voltada a quem não abre mão de incursões na terra. Apresentada no Salão das Duas Rodas 2011, ela chega às concessionárias por R$ 32.800 ostentando uma nomenclatura inexistente no idioma alemão, mas que também estará presente na Alemanha, Itália e Espanha, onde a moto é vendida desde outubro.
A carenagem é de uma mota mais parruda. Na dianteira, a roda aro 19 deu vez a uma maior, de 21 polegadas. A suspensão tem curso mais longo tanto na frente tanto atrás, com 210mm, o que diminui as chances do chassi bater no solo. Em todo caso, um protetor de alumínio foi adicionado sob o motor para proteção contra impactos. A distância entreeixos também cresceu: passou de 1,477mm para 1484mm. Nas dimensões, ela tem 2,18m de comprimento, 1,44m de altura e 920mm de largura.
Para-brisa ficou mais alto, para proteção de poeira e pedras. O assento também subiu e agora tem altura de 860mm (contra 800mm da G 650 GS). Outra novidade igualmente importante para a pilotagem na terra é o protetor de mão. Fora as novidades, os equipamentos de série são os mesmos, incluindo aquecedor de manoplas e freios ABS, que pode ser desabilitado para rodagem na terra por meio de um botão no lado esquerdo do guidão. Ainda assim, falta marcador de combustível e o tanque de combustível – com capacidade para somente 14 litros – é pequeno para o segmento.
Projetado pela BMW e produzido pela marca chinesa Loncin, o motor monocilíndrico de 652 cm³ possui injeção eletrônica e refrigeração líquida, gera 50 cv (cavalos) de potência e 6,11 kgfm de toque. A máxima anunciada é de 170 km/h. A BMW espera vender 500 unidades do modelo até o fim de 2012, uma média de 60 unidades/mês, contra 200 da G 650 GS standart.
[saiba mais]
As grandes concorrentes da Sertão:
Honda XL 700V Transalp
Motor: dois cilindros, 680 cm³, 60 cv
Peso seco: 201 kg a 205 kg (com ABS)
Comprimento: 2,25 m
Tanque: 17,5 litros
Preço: a partir de R$ 31.800
Kawasaki Versys
Motor: dois cilindros, 649 cm³, 64 cv
Peso seco: n/d
Comprimento: 2,12 m
Tanque: 19 litros
Preço: a partir de R$ 29.990
Yamaha XT660Z Ténéré
Motor: um cilindro, 660 cm³, 48 cv
Peso seco: 186 kg
Comprimento: 2,24m
Tanque: 23 litros
Preço: R$ 31.110
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Novo Série 5 chega com única opção de motor
A sexta geração da BMW Série 5 desembarca no Brasil inicialmente com motor seis cilindros em linha a R$ 290 mil. O propulsor 3.5 biturbo é o mesmo já utilizado pelo coupé 135i e gera 306 cv (cavalos) de potência. Recheado de tecnologia, o sedã vem com faróis dianteiros com LEDs nos aros de luzes diurnas e sistema multimídia iDrive aprimorado.
Nos próximos meses o fabricante também pretende importar a versão topo de linha 550i com motor V8 de 407 cv.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Salão de Detroit: Novas gerações de Focus, Série 5 e A8 desembarcam no Brasil a partir deste ano
Enquanto os híbridos não se efetivam, os “carros comuns” se renovam. Caso do Ford Focus, que volta a ser global em sua terceira geração (os EUA vendiam até então a primeira geração redesenhada), à venda no exterior até o final do ano. Abrindo mão das lanternas verticais e com um sedã que remete ao novo Mondeo, o médio aposta em linhas mais arredondadas, porém repletas de vincos, dentro do conceito Kinetic Design da marca. Terá câmera traseira para auxiliar manobras, motores 1.6 e 2.0 com injeção direta de combustível, câmbio automatizado de seis velocidades e duas embreagens. Em 2011 os EUA terão uma versão elétrica, a primeira a ser produzida em larga escala pela Ford, e em 2014 também será produzido na Argentina.
Num patamar de preço superior estão as novas gerações dos sedãs de luxo BMW Série 5 e Audi A8 (acima). O primeiro abandonou o estilo polêmico assinado pelo designer Chris Bangle e se tornou mais comportado - o que não o deixa de ser arrojado. Tem seis opções de motores, de quatro a oito cilindros, e chega ao Brasil no primeiro semestre. O A8 já havia sido mostrado em Miami e traz câmbio automático de oito marchas, propulsor 4.2 FSI V8 de 377 cv e tração integral Quattro.
Substituto do CLK, o inédito Classe E Cabriolet é apontado pela Mercedes-Benz como o mais aerodinâmico da categoria, com um coeficente de 0,28. Ele vem com pára-brisa com defletor que reduz a turbulência a até 160 km/h e airbags de cabeça, inéditos entre os conversíveis da marca. Como o Audi, será importado até o final deste ano.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
CONVERSÍVEL (2)
FOGUETÃO - Outra novidade do grupo BMW para o Brasil é a segunda geração do roadster Z4, lançada em janeiro no Salão de Detroit. Nela, o antigo teto de capota macia deu lugar a um rígido retrátil, de acionamento eletroidráulico. Duas das três versões serão vendidas aqui: S-Drive 23i, com motor 2.5 de 204 cv, e S-Drive 35i, 3.0 com injeção direta, dois turbocompressores e 306 cv. Uma nova caixa automático de sete velocidades e duas embragens é oferecida na topo de linha. Preços: R$ 217 mil e R$ 307 mil, na ordem. (B.F.)
CONVERSÍVEL
FOGUETINHO - Em setembro chega ao Brasil a carroceria conversível do MINI, somente na potente versão Cooper S. Ela é dotada de motor 1.6 turbo com injeção direta, potência de 177 cv e torque de 24 kgfm, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 7 segundos e levar o carro a 222 km/h. Sua capota elétrica abre por meio de dois estágios: parcial (como num targa apenas a parte frontal fica aberta) e total, cujo recolhimento é feito a até 30 km/h e em 15 segundos. Preço: R$ 134.900. (B.F.)
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