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terça-feira, 30 de outubro de 2012

12 novidades do Salão’2012


Peugeot 208 será brasileiro no ano que vem


Renault Clio remodelado com itens de personalização


Segunda geração do sedã grande Malibu aparece no estande da Chevrolet


Honda expõe Civic Si coupé, com motor 2.0 16v


Twist é a nova versão com rouparem fora-de-estrada do Honda Fit


Na Hyundai, eis o novo i30


Outro destaque da marca coreana é o novo SantaFé


A Lexus trouxe o L460L, seu novo topo de linha


Renault Fluence Z.E. é movido totalmente por eletricidade...


...assim como o microcar Twizy Z.E., que leva apenas um passageiro


Volkswagen Passat CC passa a se chamar apenas CC, após plástica


Show-car Volkswagen Up GT! Adianta como será o Up nacional em 2014

terça-feira, 3 de julho de 2012

Superexclusivo


Somente um Lexus LFA será colocado à venda no Brasil por R$ 2,9 milhões

Um carro único, sem igual. Para o ricaço que estiver interessado na compra de um superesportivo, pode até parecer mais um papo de vendedor. Mas é a pura verdade. Também é o principal argumento de vendas da Lexus ao convencer um brasileiro a levar para casa uma das 500 unidades do LFA – principal estrela na inauguração de sua primeira concessionária no Brasil. Montado artesanalmente na fábrica de Motomachi, no Japão, o superesportivo será importado em única unidade, que ainda nem foi produzida – a previsão da marca é que ela seja entregue no início de 2013 – mas o preço já desperta atenção: R$ 2,9 milhões. O valor supera em muito as bagatelas pedidas por superesportivos conhecidos, como Ferrari F458 Itália e Porsche 911 Carrera.

A Lexus, por outro lado, ressalta que o LFA é mesmo um carro diferenciado. Numeradas, as unidades não passam de 20 fabricadas por mês. E o feliz comprador terá direito a conhecer a fábrica japonesa e acompanhar de perto a produção do superesportivo.

Composto de um estilo fluído, o LFA incopora a filosfia L-finesse da Lexus, que busca expressar três elementos: simplicidade incisiva, elegância intrigante e antecipação contínua. Seus faróis são de xenônio de alta intensidade e as luzes de freio, em LEDs (diodos emissores de luz). Os espelhos retrovisores foram projetados não apenas para oferecer excelente visibilidade, como também para canalizar ar frio para as entradas de ar traseiras, integradas acima das lanternas.


Ao abrir a porta, um cockpit rebaixado e montado artesanalmente reflete uma dinâmica totalmente voltada ao motorista. A cabine, para dois ocupantes, é dividida em três áreas definidas como mecânica, o esqueleto do carro; humana, com os assentos; e de dirigilidade, o que inclui a instrumentação do painel e a interface que permite uma integração entre homem e máquina.


Sob o capô está o coração que define toda esta essência. Especialmente desenvolvido para o LFA, o motor V10 adota o sistema VVT-i, que controla o tempo de abertura das válvulas de admissão. Otimizando tanto a admissão quanto a exaustão, e a utilização de bicos injetores de alto volume, contribuem para que 90% torque do LFA esteja disponível já a partir dos 3.700 rpm. O resultado final é uma aceleração até 100 km/h em 3,6 segundos e uma máxima de 325 km/h. O baixo peso em ordem de marcha de 1.580 kg – obtido por meio do uso extensivo de fibra de carbono no chassi e na carroceria – e os 560 cv de potência do motor, credenciam o LFA à uma relação potência/peso de 377,9 cv por tonelada e 116,5 cv por litro.

Som de Fórmula 1
Além da performance, o motor se destaca pelo ronco característico, assinatura elaborada com a ajuda da Yamaha onde foram estudados os sons dos monopostos de Fórmula 1 em altas rotações. Isso só foi possível por meio de ajustes no sistema de exaustão de múltiplos estágios do carro. Após passar pelo conversor catalítico, a exaustão do lado direito e esquerdo passam primeiro por um silenciador pequeno e depois pelo silenciador principal de múltiplos estágios, localizado atrás da caixa de transmissão.

O silenciador principal é feito em titânio e possui uma estrutura de dois estágios com válvula de atuação que canaliza o fluxo de exaustão de acordo com a velocidade do veículo. Até os 3.000 rpm, a válvula de exaustão permanece fechada, guiando a exaustão por múltiplas câmaras e gerando um som moderado. Acima dessa rotação, a válvula é aberta e a exaustão não passa pelas múltiplas câmaras, indo direto para uma câmara de ressonância e de lá para o sistema de escapamento triplo do LFA.


[saiba mais]

Potência para voar

Motor 4.8 V10
560 cv (cavalos)
48,9 kgfm a 7.800 rpm de torque
Aceleração até 100 km/h em 3,6 segundos
Máxima de 325 km/h

Desenvolvimento
Inicialmente criado como um projeto de pesquisa e desenvolvimento avançado da Toyota (a controladora da Lexus), o LFA acabou se tornando num modelo sob medida para a Lexus, que necessitava de um esportivo de imagem para compor sua linha – prioritariamente focada no mercado norte-americano. Em 2008 e 2009 o supercarro participou das 24 Horas de Nürburgring com o objetivo de ser levado ao limite até que, poucos meses depois, foi lançado mundialmente no Salão de Tóquio.


Superesportivo na inauguração da primeira concessionária Lexus

terça-feira, 26 de junho de 2012

Lexus traz superesportivo LFA ao Brasil para inauguração de primeira concessionária


Marca de luxo da Toyota focada no mercado norte-americano, a Lexus também sabe produzir autênticos superesportivos. Prova disso é o LFA, bólido esculpido em linhas angulosas. Equipado com um motor 4.8 V10 de singelos 560 cv (cavalos) de potência – o suficiente para acelerá-lo até 100 km/h em pífios 3,7 segundos e alcançar uma máxima de 325 km/h –, o carrão foi o chamariz da inauguração da primeira concessionária Lexus no Brasil. Após uma ausência de aproximadamente dois anos, a marca abriu a nova agência na zona sul de São Paulo com a presença de 250 convidados, entre eles o presidente da Toyota Mercosul, Shunichi Nakanishi, e o diretor comercial da Lexus Brasil, Frank Gundlach.


Concebida para atender aos padrões da marca e proporcionar o conceito de hospitalidade Omotenashi, um dos diferenciais da Lexus, a concessionária foi pensada para se parecer com uma grande galeria. Ao chegar, os clientes terão seus carros estacionados por um manobrista e serão recepcionados por uma assistente que os encaminhará para um dos vendedores, chamados pela Lexus de gerentes de relacionamento. O showroom é amplo. Possui área especial para entrega que pode ser feita de maneira privada, além de um lounge com jardim e espelho d’água. O atendimento personalizado será feito pelos vendedores em salas individuais e, se necessário, com privacidade.

Todos os profissionais de vendas da concessionária receberam treinamentos sobre a filosofia da marca, atendimento e produtos, incluindo viagens para os Estados Unidos para visitação dos melhores concessionários Lexus do mundo. Durante revisões e manutenções, os clientes da marca também podem desfrutar de um carro reserva. São quatro os modelos comercializados pela Lexus, de início, no Brasil: os sedãs ES 350, IS 300 e LS 460 L, e o utilitário-esportivo RX 350.


IS 300 foi exposto diante da concessionária Lexus

terça-feira, 15 de maio de 2012

A Lexus está de volta ao Brasil. E independente


Deixada de lado pela Toyota assim como a Fiat fez com a Alfa-Romeo, a Lexus deixou o mercado nacional por algum tempo após fracas vendas, mas está renascendo. E se você pensa que a divisão de luxo da marca japonesa será novamente relegada à encomenda nas mesmas concessionárias de Corolla, Hilux e SW4, é melhor rever os conceitos. Pela primeira vez no país, a Lexus terá lojas exclusivas e a primeira delas será em São Paulo, a partir de junho.

A informação foi confirmada pela Toyota. Inicialmente virão três modelos: os sedãs IS e LS e o utilitário-esportivo RX. Em novembro chega a nova geração do topo de linha da marca – o ES, na versão 350. Todos serão importados do Japão, embora a meta de vendas seja tão modesta quanto à época em que os carros eram oferecidos sob encomenda: somente 100 unidades em 2012.


O sedã IS (acima) virá na versão 300, equipado com motor 3.0 V6 de 231 cv (cavalos) e 30,6 kgfm, aliado a uma transmissão automática de seis velocidades. No LS 460L, a potência sobe para os 347 cv extraídos do bloco 4.6 V8 de 23 válvulas. Já o RX terá o mesmo motor do novo ES: um 3.5 V6 de 277 cv.


Para convencer quem tem Corolla a não migrar para Audi, BMW ou Mercedes-Benz (como vinha ocorrendo até então), a Toyota promete um conceito exclusivo de atendimento Lexus. A garantia será de quatro anos e o cliente terá ainda um carro reserva à disposição durante revisões e demais serviços de manutenção.


Lexus LS 460 L