Mostrando postagens com marcador moto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Cami EC 250F, da Gas Gas, será produzida em Contagem


Referência na fabricação de motos fora de estrada, a espanhola Gas Gas decidiu lançar mundialmente a Cami EC 250F no Brasil. Desenvolvida ao longo de três anos a pedido do importador – o grupo mineiro Celeghini –, para atender um mercado em ascensão, ela será inicialmente importada a partir de janeiro. Depois, será nacionalizada em uma nova linha de montagem em Contagem ao ritmo de 2.500 unidades/ano, com perspectiva de construção de uma nova fábrica a partir de 2015 para atender a América do Sul.

Vendida também na Europa, a Cami inicia uma nova família de motocicletas com cilindradas distintas. Seu motor é um quatro tempos com 249,6cm³, refrigeração líquida, e 28,5 cv (cavalos) de potência produzido sob encomenda em Taiwan. O farol é emoldurado por uma capa para fixação de números em competições e no quadro não há nem mesmo hodômetro. A partida é elétrica, com opção de pedal. Também do tipo competição, o escape possui um abafador. As rodas são de alumínio, aro 21 na dianteira e 18 atrás.


Leve (pesa 110 kg), a moto conta com um tanque de combustível para 6,3 litros. Assim como outras motos do segmento, a Camig não pode ser emplacada. O preço ficará em torno de R$ 17.800, dependendo da cotação do Euro no momento da importação, ressalta o grupo Celeghini.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Como vinho envelhecido


Superesportiva CBR 1000RR Fireblade completa 20 anos com aperfeiçoamentos técnicos e no visual. Sistema de freios ABS permanece opcional

A primeira CBR 1000RR, lançada em 1991 como modelo 1992, era um autêntico canhão. Combinava potência exagerada (para a época) a uma pilotagem que exigia extrema técnica. Os últimos 20 anos, porém, parecem ter sido suficientes para domesticar a Fireblade ou lâmina de fogo, em português. A linha 2012 da superesportiva importada do Japão passou por alterações na carenagem e mapeamento da injeção de combustível do motor 999,8 cm3 sem abrir mão das qualidades que a tornam uma referência no segmento.

O conjunto ótico frontal exibe linhas angulosas. Faróis alto e baixo adotam refletores multifocais e lente de policarbonato. Compondo o conjunto, as luzes espia e as setas integradas aos retrovisores são iluminadas por LEDs (diodos emissores de luz). Duas entradas de ar alimentam a caixa do filtro de ar, pressurizando a mistura ar/combustível em alta velocidade, o que auxilia o desempenho. As rodas de liga leve passam a ser de 12 pontas (no modelo anterior eram três), calçadas em pneus de 17 polegadas. A lanterna também mudou e agora possui duas fileiras das luzes de LED.


Totalmente digital, o painel de instrumentos inclui hodômetros total e parcial, tacômetro com quatro opções de visualização, indicador de temperatura do motor, velocidade, contador de voltas, indicadores de reserva, direção e marcha engatada, eficiência e consumo de combustível, relógio e o recurso Hiss (Honda Ignition Security System). Conta com botões de ajustes para o hodômetro e Shift Light. Além disso, o conta-giros possui quatro modos de visualização.


Sob a musculosa carenagem, o motor manteve a configuração quatro cilindros em linha, de 16 válvulas, alimentada por injeção eletrônica e refrigeração líquida. A potência chega aos 178,1 cv (cavalos) a 12.000 rpm e o torque é de 11,4 kgfm a 8.500 rpm. Uma das principais alterações da Fireblade 2012, o sistema de injeção de combustível passa a ser o PGM-DSFI com nova abertura da válvula, o que resulta em melhores respostas em baixa e média rotação.


Os freios são de disco duplo e 320 mm na roda dianteira e pistão simples na traseira, com 220 mm de diâmetro. Desde 2009, o sistema de freios ABS é oferecido ao modelo. Contudo, ele continua sendo oferecido como opcional. Do tipo Diamond Frame, o chassi em forma de U funciona como elemento de ancoragem da balança traseira. A coluna de direção é fundida em duas seções e dá sustentação ao motor. Este conjunto auxilia a centralização de massas e a estabilidade do modelo.


Novos amortecedores
A suspensão dianteira com garfo telescópico invertido e curso de 110 mm pode ser regulada, além de contar com o sistema Big Piston Fork (BPF) – que controla os movimentos internos do óleo e, assim, oferecem amortecimento mais suave. Na traseira, a suspensão é Unit Pro-Link de 138 mm de curso, com sistema Honda Multi Action System e o Balance Free Rear Cushion, dois tubos internos em vez de um. Há ainda a segunda geração do amortecedor HESD (Honda Eletronic Steering Damper), que utiliza sensores de velocidade e aceleração, anulando eventuais oscilações do guidão percebidas nas rápidas acelerações.

São duas as versões: Standart, nas cores branca, preta e vermelha, por R$ 59.900, e com freios ABS, somente nos dois últimos tons, ao preço de R$ 62.900 (base São Paulo, sem despesas de frete e seguro). A garantia também não mudou. É de um ano, sem limite de quilometragem.


[saiba mãos]
20 anos de evolução:

1991 – Primeira geração é apresentada. Combina chassi leve a um motor de 893 cm3

1996 – Estreia da CBR 900RR Fireblade, equipada com motor de 919 cm3, 1 mm de diâmetro mais largo que a versão anterior)

2000 – A 900RR Fireblade é a primeira moto Honda a utilizar tecnologia de injeção eletrônica de combustível PGM-FI. Além do motor de 929 cm3, há um chassi completamente novo.

2002 – O modelo recebe um novo motor de 954 cm3.

2004 – Inspirada no modelo RC 211V Honda do Campeonato Mundial de Motociclismo, a CBR 1000RR estreia com uma série de novas tecnologias. Entre elas amortecedor de direção eletrônico Hesd, configuração de suspensão traseira Unit Pro-Link e propulsor de 998 cm³.

2006 – Nova geração da 1000RR adiciona novas configurações de escape s suspensão.

2008 – Com desenho alterado, quatro mais leves e motor 999,8 cm³, mais potente, a moto passa a ser oferecida na versão com freios ABS.

2012 – Estreia a nova geração.

terça-feira, 31 de julho de 2012


Único exemplar /// R$ 170 mil foi o valor pago pela única MV Agusta F3 Serie Oro destinada à América Latina. A superesportiva com detalhes como rodas, corrente e grade das saídas de ar pintados de dourado, e motor de 675 cm3, tem produção limitada a 200 unidades.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Limusine equilibrada


A mais luxuosa das motocicletas Honda, GL 1800 Gold Wing ganha aprimoramentos de estilo, bagageiros laterais e rádio CD MP3, por R$ 92 mil

Muito conforto para piloto e garupa, completa lista de equipamentos de série – o que inclui até mesmo um airbag de formato em V – e um vigoroso motor seis cilindros à disposição para se explorar grandes distâncias. Estas são três características já conhecidas da GL 1800 Gold Wing, uma das estradeiras mais cobiçadas dos motociclistas e a mais luxuosa das Honda. Na linha 2012 que acaba de chegar às concessionárias, as novidades são menos impactantes, mas aprimoram o conjunto restrito à poucos: a meta da marca japonesa é comercializar 80 unidades da grandona importada do Japão, ao preço de R$ 92 mil.

A primeira das alterações aparece na carenagem. Faróis receberam máscara negra, há novos piscas e acabamento que envolve as entradas de ar, na cor prata. A remodelação foi mais profunda na traseira ao adotar um conjunto de luzes reposicionado acima da placa e dos novos bagageiros laterais, ampliando a capacidade de carga de 147 para 150 litros. As rodas são de liga leve aro 18 na dianteira (calçadas em pneus sem câmara 130/70 R) e aro 16 atrás (180/60 R).


Somados ao para-brisa regulável, controle de velocidade, sistema de marcha-a-ré e regulagem eletrônica da suspensão traseira, o rádio agora pode acoplar MP3 e celular, como iPod, iPhone e dispositivos USB. O sistema de som também ficou mais potente com um amplificador de 80 watts por canal, permitindo a reprodução de um áudio mais puro e nítido.

O painel de instrumentos é detalhado. Possui velocímetro, tacômetro, indicadores de nível de combustível e temperatura do motor. Mais abaixo está o mostrador digital que tem, entre suas funções, hodômetro total e dois parciais, ajuste da luminosidade do mostrador, relógio, medidor de temperatura ambiente, indicador de abertura dos compartimentos de bagagem, sistema de som, regulagem da suspensão e altura dos faróis.
A 740 mm do solo, o assento do condutor é largo e possui apoio lombar, enquanto o do passageiro tem nível e encosto mais altos em relação ao do piloto.

Motor 1.8 de seis cilindros
Foi mantido o motor seis cilindros de 1.832 cm3 , 12 válvulas, arrefecido a liquido, com injeção eletrônica do tipo PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e potência de 118 cv (cavalos) a 5.500 rpm. O torque máximo, de acordo com a Honda, chega a 17 kgfm a 4.000 rpm, boa marca para uma motocicleta considerada pesada – embora o fabricante não revele qual seja seu peso no material de divulgação.
O tanque de combustível abriga 25,5 litros. Uma luz de advertência do nível de combustível se acende automati¬camente ao atingir o nível dos 4,4 litros e, na sequencia, dos 3 litros. A bateria selada de 12 Volts também dispensa manutenção.


O chassi é do tipo Diamond, em alumínio de dupla trave, buscando maior rigidez estrutural. Na dianteira, a suspensão de garfo telescópico e 140 mm de curso utiliza o sistema anti-drive, que controla a velocidade de compressão e retorno dos amortecedores, reduzindo o mergulho, momento quando ocorre a inesperada transferência de peso devido às frenagens. A traseira tem o sistema Pro-Arm (monobraço de alumínio), associado ao amortecedor com sistema Pro-Link, de 105 mm de curso, e opção de ajuste eletrônico da pré-carga da mola em 26 diferentes posições e duas memórias.
A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.


[saiba mais]
Airbag “segura” piloto em impacto

Um dos diferenciais da GL 1800 Gold Wing é o exclusivo airbag frontal oferecido desde 2006. Instalado à frente do piloto, o equipamento é desenhado em formato de V invertido para que o piloto não seja jogado para frente em caso de impacto. Um prendedor fixa o airbag junto à motocicleta. Com isso, o equipamento não se desloca para frente junto com o condutor.

Uma central eletrônica monitora continuamente os dados recebidos de quatro sensores de desaceleração instalados no garfo dianteiro, comparando-os com o comporta¬mento padrão da Gold Wing, e determinando se é necessário ou não disparar a bolsa de ar. Se algum problema for detectado, uma luz se acenderá no painel. Freios ABS de série reforçam a proposta de segurança da motona ao evitar o travamento das rodas.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Para boas (e longas) viagens


Revelada como conceito, VFR 1200X Crosstourer estreia no Brasil em outubro

Quando a Honda a apresentou como moto conceito no Salão de Milão’2010, a Crosstourer despertou a atenção do público por sua autêntica vocação estradeira. A primeira impressão foi tão positiva que a moto ganhou as linhas de produção e, em outubro passará a ser comercializada também no Brasil. Sob a arrojada carenagem, ela traz um moderno motor quatro cilindros em V de 1.236 cm³ aliado à transmissão eletrônica de dupla embreagem – que oferece opção de trocas manuais ou automáticas. O preço, entretanto, ainda não foi revelado.

Proposta para quem busca uma motocicleta versátil e de pilotagem prazerosa ao mesmo tempo, a VRF 1200X Crosstourer é uma autêntica Big On Off Touring, segmento de modelos de uso misto próprios para trajetos de longa distância. O desenho, inspirado na linha VFR, é imponente. Na parte frontal, destaque para o conjunto para-brisa e óptico com faróis sobrepostos. Pisca-alertas possuem LEDs (diodos emissores de luz). O para-brisa é regulável, podendo ser ajustado na posição mais adequada ao piloto. Outro importante equipamento de conforto são os protetores de mãos, reguláveis em três posições.


O chassi é do tipo Diamond em alumínio, estrutura leve que garante equilíbrio entre peso e rigidez. De longo curso, as suspensões foram concebidas para diferentes tipos de terreno. A dianteira possui garfo telescópico de 165 mm de curso, enquanto, a traseira é Pro-Link com 146 mm de curso. Ambas contam com regulagem de pré-carga. Freios são de disco duplo de 310 mm na dianteira e disco simples de 276 mm na traseira.

A segurança é garantida pela presença do sistema de freios Combined ABS (C-ABS) ainda oferecido como opcional na maior parte da linha Honda nacional. Além disso, a VRF 1200X conta com um sistema de controle de tração (TCS), que permite monitorar a velocidade da roda traseira e, ao pilotar em situações adversas ou quando houver uma frenagem brusca, evitar a perda do controle da moto. Se o sistema detectar que a roda está patinando, a potência do motor é reduzida, mas mantendo a tração. Em determinadas condições, o condutor pode desativar a tecnologia.


O painel é totalmente digital em tela de LCD. Dos lados estão os indicadores de combustível e da temperatura do motor. Há ainda informações sobre rotação do motor, hodômetro, consumo de combustível (instantâneo e médio), relógio e utilização do sistema de dupla embreagem.

Motor V4
A VFR 1200X Crosstourer vem equipada com um motor V4, quatro tempos, arrefecido a líquido e de 1.236,7 cm³. Com 129,2 cv (cavalos) de potência a 7.750 rpm, torque de 12,8 kgfm a 6.500 rpm e injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), o propulsor foi desenvolvido priorizando a entrega de potência em baixa e média rotação. Por meio da tecnologia Unicam – que utiliza apenas um comando de válvula por cabeçote, ao invés de dois –, as válvulas de admissão são acionadas por cames (ou ressaltos) e as válvulas de escape, via balancis roletados, objetivando compactação e redução de peso do motor.
As cores branca perolizada e vermelha metálica são as únicas disponíveis. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.



Câmbio oferece três modos de pilotagem

A transmissão eletrônica e dupla embreagem oferece a comodidade de se optar por trocas de marchas automáticas. Sua configuração utiliza embreagens independentes para mudanças ímpares (1ª, 3ª e 5ª) e outra para mudanças pares (2ª, 4ª e 6ª).

Para fazer as trocas, as embreagens trabalham de forma alternada. Ao mudar da primeira para segunda marcha, por exemplo, o módulo de controle detecta o pedido de engrenar uma mudança mais alta e engrena a 2ª. Em seguida, libera a embreagem da 1ª e engrena a embreagem da 2ª, para realizar mudanças ininterruptas. Esta transição rápida permite realizar mudanças extremamente suaves e eficientes.
São três modos de funcionamento, sendo dois automáticos (D para condução econômica e S para pilotagem esportiva) e uma terceira opção de seleção manual de seis velocidades, que dá controle total ao piloto por meio de comandos eletrônicos.

No modo automático, todas as mudanças são controladas por um módulo com função inteligente, que avalia constantemente a pilotagem e reconhece os momentos em que se devem engrenar as mudanças de marchas. O piloto pode escolher entre o modo D ou S. Já no modo manual, o condutor controla as mudanças engrenando-as através dos comandos + e –.


[saiba mais]
Tirando as medidas da VFR 1200X

Comprimento: 2,28m
Largura: 0,91m
Altura: 1,33m
Distância entre-eixos: 1,59m
Rodas: aro 19 na dianteira e 17 na traseira
Pneus: 110/80 e 150/70, respectivamente

terça-feira, 10 de julho de 2012

Crossover em duas rodas


Com a NC 700X, Honda quer conquistar público que utiliza moto no dia-a-dia e em viagens. Produzido em Manaus e equipado com motor bicilíndrico, modelo parte de R$ 27.490

Primeiro, ela deu as caras no Salão de Milão, Itália, em 2011. Depois, a Honda bateu o martelo: a NC 700X seria a sexta motocicleta de alta cilindrada a ser produzida no Brasil. Iniciando o segmento crossover – que reúne a praticidade para o dia-a-dia e viagens no fim de semana –, a moto de estilo arrojado e porte avantajado vem equipada com motor bicilíndrico em linha de 669,6 cm³, com arrefecimento a líquido e eixo anti-vibração. São duas as versões: Standart, a partir de R$ 27.490, e topo de linha equipada com freios C-ABS, por R$ 29.990.

O estilo não abre mão da imagem de aventura. Incorporando linhas que remetme às motocicletas crosstourer, a NC 700X possui centro de gravidade baixo e carenagem de linhas angulosas, desenhada para reduzir o atrito com o ar através do para-brisa. O destaque frontal é o farol com lâmpada halógena, ideal para pilotagem com baixa visibilidade. Em vez do tanque de combustível para 14,1 litros – deslocado para abaixo do banco do piloto –, o compartimento à frente do assunto foi reservado para acomodar um capacete ou pequenos objetos. O painel é totalmente digital e em LCD. A instrumentação inclui informações sobre rotação do motor, relógio, indicador de combustível, hodômetro total e parcial.



A posição de pilotagem  é igualmente destacável. Com guidão elevado e assento com altura de 831 mm em dois níveis, motociclista e garupa viajam em posição privilegiada. Completando o conjunto, a NC 700X recebeu ponteira de escapamento diferenciada.

O chassi é do tipo Diamond Frame, de aço, que garante melhor rigidez. A distância entre eixos é de 1.538 mm, o que contribui para a estabilidade da motocicleta, principalmente com garupa e bagagem. Pensando em uma pilotagem esportiva, o conjunto de suspensões é dotado de garfo telescópio com 153,5 mm de curso na dianteira e mono-amortecedor Pro-Link, com 150 mm de curso, na traseira, com possibilidade de regulagens de pré-carga da mola. As rodas são de liga leve aro 17, calçadas em pneus street de medida 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira.


Inédito motor de 52,5 cv
O motor é um inédito bicilíndrico em linha SOHC, com comando único no cabeçote, 669,6 cm³, quatro tempos, refrigeração a líquido, dotado de pistões paralelos a 62º, de 73 mm diâmetro e curso de 80 mm e injeção eletrônica PGM-FI. Compacta, a unidade é capaz de gerar potência máxima de 52,5 cv a 6.250 rpm, e torque máximo de 6,4 kgf.m a 4.750 rpm.
A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.


[saiba mais]
Diferença entre as versões
Opção de entrada da NC 700X, a Standart vem equipada com freios a disco de 320 mm de diâmetro na dianteira e cáliper de dois pistões. Na traseira, o disco único de 240 mm de diâmetro é acionado por cáliper de um pistão. Na versão com freios Combined ABS (C-ABS), a dianteira é composta por pinças de três pistões. O sistema combina os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle da moto em situações de emergência e permitindo mantê-la seu controle direcional, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pelas terras do Brasil


BMW G 650 GS fica mais parruda na Sertão, versão desenvolvida bem ao gosto fora-de-estrada tupiniquim

Em 2009, a BMW iniciou a montagem da G 650 GS em parceria com a Dafra, em Manaus (AM). Tratava-se não somente de um grande passo para a marca alemã, atenta ao crescimento do mercado nacional, como também um marco – a fora-de-estrada foi a primeira moto da família GS construída em regime de CKD fora da Europa. O tempo passou e desde então mais de 4 mil unidades foram vendidas no país, consagrando o Brasil como um dos principais mercados para a BMW no mundo.

Toda essa atenção rendeu o primeiro fruto: a G 650 GS Sertão, versão mais aventureira do modelo voltada a quem não abre mão de incursões na terra. Apresentada no Salão das Duas Rodas 2011, ela chega às concessionárias por R$ 32.800 ostentando uma nomenclatura inexistente no idioma alemão, mas que também estará presente na Alemanha, Itália e Espanha, onde a moto é vendida desde outubro.


A carenagem é de uma mota mais parruda. Na dianteira, a roda aro 19 deu vez a uma maior, de 21 polegadas. A suspensão tem curso mais longo tanto na frente tanto atrás, com 210mm, o que diminui as chances do chassi bater no solo. Em todo caso, um protetor de alumínio foi adicionado sob o motor para proteção contra impactos. A distância entreeixos também cresceu: passou de 1,477mm para 1484mm. Nas dimensões, ela tem 2,18m de comprimento, 1,44m de altura e 920mm de largura.


Para-brisa ficou mais alto, para proteção de poeira e pedras. O assento também subiu e agora tem altura de 860mm (contra 800mm da G 650 GS). Outra novidade igualmente importante para a pilotagem na terra é o protetor de mão. Fora as novidades, os equipamentos de série são os mesmos, incluindo aquecedor de manoplas e freios ABS, que pode ser desabilitado para rodagem na terra por meio de um botão no lado esquerdo do guidão. Ainda assim, falta marcador de combustível e o tanque de combustível – com capacidade para somente 14 litros – é pequeno para o segmento.

Projetado pela BMW e produzido pela marca chinesa Loncin, o motor monocilíndrico de 652 cm³ possui injeção eletrônica e refrigeração líquida, gera 50 cv (cavalos) de potência e 6,11 kgfm de toque. A máxima anunciada é de 170 km/h. A BMW espera vender 500 unidades do modelo até o fim de 2012, uma média de 60 unidades/mês, contra 200 da G 650 GS standart.


[saiba mais]
As grandes concorrentes da Sertão:

Honda XL 700V Transalp
Motor: dois cilindros, 680 cm³, 60 cv
Peso seco: 201 kg a 205 kg (com ABS)
Comprimento: 2,25 m
Tanque: 17,5 litros
Preço: a partir de R$ 31.800

Kawasaki Versys
Motor: dois cilindros, 649 cm³, 64 cv
Peso seco: n/d
Comprimento: 2,12 m
Tanque: 19 litros
Preço: a partir de R$ 29.990

Yamaha XT660Z Ténéré
Motor: um cilindro, 660 cm³, 48 cv
Peso seco: 186 kg
Comprimento: 2,24m
Tanque: 23 litros
Preço: R$ 31.110

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Caçula CBR 250R populariza moto superesportiva


Primeiro ela foi apresentada no Salão das Duas Rodas de 2011 para testar a reação do público. Depois foi dada como certa para o mercado brasileiro. Agora a pequena esportiva Honda CBR 250R chega às concessionárias. Equipada com o novo motor monocilíndrico de 249,6 cm3, arrefecido a líquido, o modelo pode vir nas cores preta e azul – esta exclusiva para a versão C-ABS, com freios ABS – a partir de R$ 15.490.

Com um visual esportivo, a CBR 250R tem linhas nitidamente inspiradas nos modelos esportivos de alta cilindrada da marca. No aspecto funcional, o design foi concebido para oferecer performance e estabilidade. O resultado é um modelo global da Honda.


A dianteira incorpora farol multi-refletivo. A carenagem integral em duas camadas cria um fluxo de ar interno que proporciona melhor aerodinâmica e estabilidade em altas velocidades. Inspirada na VFR 1200F, suas fixações não são visíveis, o que permite uma superfície limpa. Além disso, o baixo peso de 150 kg (154 kg na versão C-ABS) aliado ao chassi leve, melhora a sua dirigibilidade. Para reforçar o estilo superesportivo, a CBR 250R é equipada com rodas de liga leve de aro 17, além de pneus esportivos sem câmara. Na dianteira, os pneus são 110/70 e na traseira, 140/70. 

O painel de instrumentos inclui visor de LCD e tacômetro posicionado no centro – como nas CBR maiores – relógio digital, luzes indicadoras de combustível e sinalização, assim como hodômetro (total e parcial). Outro destaque é a posição de pilotagem, que assegura o controle da moto, tanto na cidade quando na estrada. O assento conta com altura de 784mm em relação ao solo. O garupa conta com alças em alumínio em preto que, além de harmonizar com o design da moto, transmite esportividade.


A ponteira do escape é de aço inox e seu desenho é triangular e compacto. Os dois semi-guidões e as pedaleiras recuadas completam o conjunto da CBR 250R, reforçando a proposta esportiva.

O motor monocilíndrico de 249,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), quatro válvulas e com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), gera potência de 26,4 cv (cavalos) a 8.500 rpm e torque de 2,34 kgfm a 7.000 rpm. Trata-se do primeiro motor DOHC no mundo a utilizar balancins roletados, que asseguram baixo atrito e maior eficiência. Aliado a Unidade de Controle Eletrônica (ECU), garante uma alimentação adequada de combustível, permitindo consumo moderado. O tanque de combustível tem capacidade para 13 litros (3,5 litros na reserva).
 

Do tipo Diamond Frame, o chassi é mais leve, o que favorece o desempenho de um motor de menor cilindrada. Na dianteira a suspensão é composta por garfo telescópio com curso de 130 mm. Já a traseira é monoamortecida Pro-Link de 104 mm de curso e cinco regulagens de compressão da mola. De série, os freios são a disco duplo nas rodas dianteiras e de pistão simples atrás. Equipada com freios ABS, o preço sobe para R$ 17.990.

A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CRF 150F é voltada aos iniciantes do fora-de-estrada


Pensando em oferecer uma motocicleta própria para iniciantes nas trilhas, a Honda lança a 150F – a mais nova caçula da família fora-de-estrada CRF. Produzido na fábrica de Manaus (AM), o modelo segue o estilo das irmãs maiores, com motor OHC de 149,2 cm3, chassi de berço semi-duplo e suspensão de longo, ao preço sugerido de R$ 8.690.

O visual é simples e puramente funcional. O assento é estreito, buscando facilitar a movimentação do piloto. Na dianteira os pneus vem na medida 70/100-19, enquanto na traseira é 90/100-16. A distância da pedaleira com relação ao guidão favorece uma pilotagem com postura confortável. Além disso, a distância de 257 mm do solo permite que se transponha obstáculos sem medo.


O peso a seco é de apenas 101 kg e há boa autonomia no tanque de combustível, com capacidade de 7,2 litros (incluindo 1,6l de reserva).

Para o uso fora-de-estrada, a Honda aplicou ao modelo uma configuração de chassi com berço semiduplo, que se destaca pela maleabilidade e resistência, facilitando a execução das manobras na terra.

Outro diferencial da CRF 150F é a suspensão. A dianteira é do tipo garfo telescópio, com 230 mm. Já a traseira Pro-Link vem equipada com braço oscilante, de 227 mm de curso. Em conjunto com a suspensão, o ângulo de cáster proporciona melhor dirigibilidade e facilita o controle da motocicleta. Freios são a disco com 240 mm na roda dianteira e a tambor, com 110 mm, atrás.


Carburada
Protegido por cárter, o motor monocilíndrico de 149,2 cm3, quatro tempos, arrefecido a ar, gera potência de 14 cv (cavalos) a 8.500 rpm e torque de 1,33 kgfm a 6.500 rpm. A alimentação é feita por carburador, com diâmetro de venturi de 22,26 mm. O câmbio de cinco velocidades assegura a troca de marchas de forma suave e precisa, garante o fabricante. A bateria selada de 12 V- 4h dispensa manutenção periódica.

Disponível na cor vermelha, a motocicleta tem garantia de três anos, sem limite de quilometragem.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

CBR 600RR 2010 também só muda nas cores


Uma semana após revelar a linha 2010 da CBR 1000RR Fireblade, agora a Honda apresenta a CBR 600RR também com novas cores e grafismos. Além do vermelho e do preto, a esportiva também pode vir em branco perolizado, que como na Fireblade faz alusão às cores da HRC (Honda Racing Corporation), sua divisão de competições. O preço inicial é de R$ 47 mil, diferença de R$ 9 mil em relação à 1000RR, base São Paulo, sem frete e seguro.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

CBR 1000RR Fireblade 2010 só muda nas cores


Como únicas novidades, a linha 2010 da esportiva CBR 1000RR Fireblade traz as novas cores preta, prata metálica com detalhes em laranja e branca perolizada, e grafismos alusivos às HRC (Honda Racing Corporation), divisão de competições da marca. O preço parte de R$ 56 mil, base São Paulo, sem frete e seguro.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Yamaha inicia vendas da Crypton com novo consórcio


Depois de anunciar o retorno da Crypton 115 como opção de entrada, a Yamaha inicia as vendas da cub com uma nova modalidade de plano de consórcio onde o consorciado tem direito a 100% do crédito na retirada do modelo, mas paga 75% da parcela até a contemplação. Disponível nas cores prata, preta e vermelha, a moto passa a custar de R$ 4.687, na versão K, a R$ 5.356, na ED. Seu motor é monocilíndrico, quatro tempos, de 8,2 cv (cavalos) a 7.500 rpm e 0,88 kgfm de torque, associado a um câmbio semi-automático com quatro marchas e alavanca acionada pelo pé esquerdo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

YZF-R1 2010 chega ao Brasil com novo motor de 998 cm³, mais potente, e ligeiras alterações na carenagem


A Yamaha importa do Japão a linha 2010 da esportiva YZF-R1, que recebeu motor quatro cilindros em linha, DOCH, de 998 cm³, quadro Deltabox em alumínio e pneu traseiro com medida 190/55-17, dentre outras melhorias. Só há cor preta disponível, com preço inicial de R$ 64.218. A carenagem não mudou muito, mas ficou mais "pontuda" na dianteira e traz dois canhões de luz. Na traseira, os escapamentos ganharam formas triangulares e a lanterna de LED também tem novo desenho.

Um dos pontos altos do novo propulsor é o virabrequim do tipo "crossplane", com bielas posicionadas a 90°, como na YZR M1 do piloto de MotoGP Valentino Rossi. A potência passa de 180 cv (cavalos) para 182 cv a 12.500 rpm, com melhorias também no torque - agora são 11,8 kgf.m a 10.000 rpm, contra os 11,5 kgf.m do modelo anterior - sem a indução direta de ar que atua em altas velocidades. Outras novidades são a embreagem deslizante e três mapas de ignição do motor.


segunda-feira, 16 de março de 2009

MOTO FLEX



OLÉ! - Quem mostrou primeiro foi a Amazonas (no Salão das Duas Rodas, ano passado), mas quem vai de fato começar a vender de forma pioneira é a Honda. Do que falamos? Da primeira motocicleta flex do mundo -a CG 150 Titan Mix. Algo semelhante já havia ocorrido no mundo das quatro rodas quando a Ford revelou seu sistema bicombustível à imprensa primeiro que a Volkswagen. Porém foi a marca alemã que lançou na frente o primeiro modelo do tipo (Gol 1.6 Total Flex). A história se repete... (B.F.)