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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Belo Horizonte testa ônibus movido a GNV


Disposta a marcar presença, a Iveco deu um novo passo no mercado de ônibus. Após apresentar o projeto S-170, seu primeiro coletivo brasileiro, durante a FetransRio’2012, a marca do grupo Fiat cedeu um ônibus movido a Gás Natural Veicular (GNV) para ser testado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O modelo Eurorider de motor traseiro faz parte de um convênio assinado com a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) e a Secretaria de Estado de Transportes e Obras (Setop), que pretende avaliar, durante seis meses, a viabilidade desse tipo de veículo no transporte coletivo mineiro. Entre as vantagens dos motores movidos a GNV, está o custo operacional até 30% menor e uma redução de emissão de material particulado de 99%. O busão desenvolvido na Europa é equipado com câmbio automático e suspensão a ar,e está operando a linha 1280 – Lindéia x Belo Horizonte, desde segunda-feira.

domingo, 10 de junho de 2012

Cidade de São Paulo inicia teste pioneiro com táxis elétricos


A aplicação de incentivos para a venda de carros elétricos – como é feito nos EUA e Europa – permanece indefinida pelo governo brasileiro, mas um importante passo já começa a ser dado na maior cidade do país. Dando continuidade a um acordo de intenções assinado em junho de 2011, a Nissan entregou à Prefeitura de São Paulo as duas primeiras unidades do modelo Leaf integrantes de um programa piloto que irá avaliar a viabilidade de operação de táxis elétricos na capital paulista. A cidade foi a primeira da América do Sul a fechar esse tipo de acordo.

Os dois elétricos começam os testes nesta segunda-feira. Baseados num ponto localizado entre a Rua da Consolação e a Avenida Paulista, os táxis estão à disposição de qualquer passageiro, desde que a corrida seja feita dentro do anel viário central de São Paulo, uma vez que a autonomia do Leaf é restrita a 160 km. Para recarregar as baterias de íon-lítio são necessários de 30 minutos a oito horas. O abastecimento é feito em 15 pontos instalados dentro de um circuito estabelecido, onde os veículos são conectados à rede de energia por meio de uma tomada instalada sob o capô. Cinco postos são de carregamento rápido, enquanto os demais foram planejados para serem usados prioritariamente à noite.


Uma segunda fase do projeto está prevista para a metade do segundo semestre de 2012. Quando entrar em operação, ela adicionará outros oito Leaf elétricos à frota, totalizando 10 carros. Enquanto o programa não alcança a capacidade total, uma equipe acompanha e analisa desempenho, manutenção dos veículos, necessidades dos profissionais da praça e os pontos de recarga. Para dirigir os táxis elétricos, os taxistas selecionados receberam treinamento especial da Nissan, que cedeu os táxis, em parceria com a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e a Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo (Adetax).






[saiba mais]
Ser acessível

Apresentado em agosto de 2009, o Nissan Leaf (Folha, em inglês) compartilha a plataforma do Tiida com uma proposta completamente distinta à do hatch mexicano: ser um carro elétrico mais acessível. Nos EUA, um dos países que o produz (o outro é o Japão), o modelo custa US$ 32.500, incluindo US$ 7.500 em incentivos oferecidos pelo Estado. Ou seja, na prática o consumidor comum paga US$ 25 mil pelo carro, ainda sim bem mais que os US$ 14.570 pedidos pela configuração inicial do Tiida – chamado por lá de Versa. Uma das maiores sacadas do Leaf, por outro lado, é oferecer o desempenho de um modelo médio convencional sem gastar uma gota de petróleo. O motor gera 80kw de força, potência equivalente a 109 cv (cavalos), e como se trata de um elétrico, o excelente torque de 28,5 kgm é oferecido imediatamente. Com outra qualidade: além de não poluir, o motor sequer faz barulho. As baterias podem ser recarregadas em tomadas de 220 volts. Antes de servir como táxi, o modelo foi apresentado durante o evento Nissan Inova Show em diversas cidades do país.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Proteste avalia segurança de oito cadeirinhas infantis


Depois de avaliar o cinto de segurança dos dez principais carros hatches à venda no Brasil, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Proteste, voltou seus especialistas para oito marcas de cadeirinhas infantis, obrigatórias desde junho de 2010. E o resultado para quem transporta crianças de até 18kg no carro é de alerta. Durante os testes de colisão algumas cadeirinhas se soltaram do banco, podendo causar danos às crianças, embora o uso de equipamento proteja mais do que se não fosse usado.

O teste avaliou as cadeirinhas Chicco Key 12x-Plus, Maxi Cosi Priori SPS, Peg Perego Viaggio Uno, Infanti Savile Plus, Galzerano Orion Master 8110, Voyage Cadeira para Auto, Hercules Voyage e Lenox Kinder.

Foram simulados impactos frontais a 64 km por hora e laterais a 28 km por hora para analisar o desempenho das cadeirinhas durante a batida.

A Chicco (acima) foi a melhor no teste de impacto frontal, ao contrário da Lenox, que  possibilita que a criança se desloque, podendo causar sérios danos. No teste de colisão lateral, a Maxi Cosi protegeu bem a cabeça da criança, enquanto a Infanti (abaixo) permitiu contato da cabeça da criança com a estrutura da porta, o que causaria danos permanentes em caso de acidente com velocidade superior.


Contrariando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), as marcas Chicco e Maxi Cosi têm manual de instruções em português de Portugal, o que pode causar problemas no uso. A cadeirinha Galzerano traz além das informações de instalação, um guia rápido com esquemas claros e uma ampla rede credenciada para assistência técnica. Em contrapartida, o produto só oferece quaro meses de garantia, enquanto a Maxi Cosi oferece dois anos.

Os equipamentos são, em geral, fáceis de instalar e usar. A Peg Perego tem regulagem simples, com diversos ajustes e foi considerada pela Proteste a de mais simples utilização. O equipamento da marca Chicco foi considerado a melhor opção de compra para os consumidores. Além de ser o mais seguro no teste de impacto frontal, foi o mais confortável para as crianças.

Os resultados dos testes foram enviados ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). A associação solicitou um regulamento mais rigoroso para certificação, que passe a incluir o teste de impacto lateral, para que os brasileiros tenham à disposição cadeirinhas tão seguras quanto os modelos vendidos na Europa.

[saiba mais]
Na internet:

O teste completo está disponível para leitura no site www.proteste.org.br.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Na ponta do lápis - Prisma 1.0 Maxx agrega equipamentos, mas espaço interno é limitado


Quanto menos equipado e mais barato, melhor será o volume nas vendas. A “fórmula” faz referência ao mercado brasileiro, onde os 1.0 são a opção de entrada. Desde março do ano passado a Chevrolet oferece o Prisma, até então somente 1.4, com o motor de menor cilindrada. A versão Maxx, avaliada por Motorgerais, traz mais alguns itens de série que a básica Joy para quem não dispensa um mínimo de conforto, por R$ 30.243.

No estilo, o sedã derivado do Celta se mantém praticamente intacto desde outubro de 2006, quando foi lançado. Grade dianteira com inserto cromado, maçanetas das portas na cor do veículo, rodas de aço de 14 polegadas e brake-light sob o vidro traseiro identificam a versão. A traseira, com grandes lanternas, é inspirada no Vectra.


O painel feito em única peça e sem espaço para airbags assinala a simplicidade do interior, aceitável pelo acabamento de tecido nas portas e detalhes prateados nas saídas de ar, manopla do câmbio e instrumentação. No entanto, não há regulagem de altura para o banco do motorista e volante, deslocado para a esquerda por causa da roda, fatores que prejudicam a ergonomia. O espaço interno reduzido, agravado pela carroceria construída sobre a plataforma do primeiro Corsa nacional, de 1994, contradiz com a boa capacidade do porta-malas, de até 829 litros com o banco traseiro rebatido.


Ágil na cidade
Para se adequar ao controle de emissões de poluentes do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), a recalibragem na injeção eletrônica entregou alguns cavalos a mais no propulsor 1.0 VHCE, mas manteve o comportamento apropriado ao trânsito urbano. As três primeiras relações de marchas são mais curtas, fazendo o giro subir rapidamente a até 4.000 rpm. Para ir de zero a 100 km/h, são necessários 14,3 segundos, número que tende a piorar com o ar-condicionado (opcional) ligado e o porta-malas cheio. Freios ABS não são oferecidos nem como opcionais.


A estabilidade é um dos maiores pontos fracos. Não há comunicação correta entre rodas e o volante e a carroceria ameaça desgrudar as rodas traseiras nas curvas, restringindo qualquer intenção de condução esportiva. Mesmo dentre limitações, a versão tem proposta honesta, oferecendo algo a mais que o veterano Classic e o suficiente para brigar com Fiat Siena, Ford Fiesta, Renault Logan e Volkswagen Voyage em suas versões de entrada.


FICHA TÉCNICA
Chevrolet Prisma 1.0 Maxx

MOTOR - Quatro cilindros em linha, oito válvulas, flexível em combustível (álcool ou etanol); potência de 77/78 cv a 6.400 rpm; torque de 9,5/9,7 kgfm a 5.200 rpm
TRANSMISSÃO - Manual, de cinco velocidades
DIREÇÃO - Assistência hidráulica
SUSPENSÃO – Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos; Traseira semi-independente por eixo de torção, com molas helicoidais progressivas do tipo barril, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora
FREIOS - A disco na dianteira e a tambor na traseira
RODAS/PNEUS - aro 14; 175/65
DIMENSÕES – 4,12 metros de comprimento; 1,64 m de largura; 1,46 m de altura; distância entre eixos de 2,44
PESO/PORTA-MALAS - 921 kg; capacidade para 439 litros de bagagem
CONSUMO – 9,2 km/l (etanol) e 13,7 km/l (gasolina) na cidade e 12,12 km/l (E) e 17,5 km/l (G) na estrada

EQUIPAMENTOS

Série - Ar quente, brake-light, chave com comandos de abertura e travamento das portas, direção hidráulica, desembaçador do vidro traseiro, retrovisores com ajuste manual, protetor de cárter, travamento automático das portas a 15 km/h e vidros verdes

Opcionais - Ar-condicionado, alarme, pintura metálica, vidros e travas elétricos

GOSTAMOS
- Desempenho
- Câmbio

NÃO GOSTAMOS
- Espaço interno
- Estabilidade

PREÇO: R$ 30.243

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A vez do recheio - Depois do motor flex, Sentra estreia alterações de estilo e recursos. SL se destaca pelo conforto


Quatro meses. Este foi o intervalo de tempo entre a chegada do motor flexível em combustível e as alterações estéticas e de conteúdo aplicadas ao Nissan Sentra. Curto período de vida para a linha 2009/2010, que deu vez a um sedã com um único objetivo: ser mais competitivo. A versão SL, topo de linha avaliada por Motorgerais sai por R$ 71.990.

Se no comercial de TV de antes a Nissan dizia que o sedã não tinha cara de tiozão, agora o fabricante pode se gabar mais. Ao menos no estilo dianteiro o mexicano rejuvenesceu alguns anos, por meio da nova grade dividida por três filetes, pára-choque com ampla entrada de ar e faróis com novos refletores. As rodas de liga-leve estréiam desenho de oito raios, mas a traseira é a mesma - a tampa do porta-malas já havia mudado no flex.


O acabamento do interior passa a ser todo preto, mas só nesta versão. Volante e bancos de couro com furos na seção inferior que dissipam o suor refletem a boa qualidade de construção. A instrumentação do painel passa a ter tom avermelhado, e o rádio, tela colorida de 4,3 polegadas, funções RDS, MP3 e entrada auxiliar USB no console central, onde também há um novo porta-objetos. A chave presencial i-key, porém, é a grande novidade. Para girar o botão de ignição no lugar da antiga chave, basta tê-la no bolso ou a uma distância de até 80 cm.


Viajar macio
Dois adultos viajam com conforto no banco traseiro, mas a ausência do terceiro encosto de cabeça e o apoio central maltratam quem viaja no meio. Entre os equipamentos, o modelo passa a ter acendimento automático dos faróis e mantém o pacote que inclui airbags laterais e do tipo cortina, alarme para luzes acesas e teto-solar com controle elétrico. No porta-malas há espaço para bons 442 litros de bagagem, com opção de se dividir o volume.


Silencioso, o motor 2.0 16v permanece como antes, com 90% de força disponível a somente 2.400 rpm. A suavidade no funcionamento se deve ao equilíbrio da suspensão e a transmissão continuamente variável CVT, que se traduz em trocas de marchas sem trancos e maior economia de combustível, comparada a uma caixa automática tradicional, embora os dados de consumo divulgados pela Nissan sejam bastante otimistas.



FICHA TÉCNICA
Nissan Sentra 2.0 16v SL

MOTOR - Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, flexível em combustível (álcool ou gasolina); potência de 143 cv a 5.200 rpm; torque de 20,3 kgfm a 4.800 rpm
TRANSMISSÃO - Automática
DIREÇÃO - Assistência elétrica
SUSPENSÃO - Dianteira independente, do tipo Mcpherson com barra estabilizadora; traseira com eixo de torção, barra estabilizadora e molas helicoidais
FREIOS - A disco na dianteira e a tambor na traseira
RODAS/PNEUS - aro 16; 205/55
DIMENSÕES - 4,56 metros de comprimento; 1,79 m de largura; 1,51 m de altura; distância entre eixos de 2,68
PESO/PORTA-MALAS - 1.359 kg; capacidade para 442 litros de bagagem
CONSUMO – 8,1 km/l (álcool) e 12,2 km/l (gasolina) na cidade e 11,8 km/l (A) e 17,7 km/l (G) na estrada

EQUIPAMENTOS

DE SÉRIE - Acendimento automático dos faróis, airbags dianteiros, laterais e do tipo cortina, alarme, ar-condicionado, bancos de couro, chave presencial i-key, cintos de segurança traseiros de três pontos, freios ABS, rádio CD MP3 com entradas iPod e USB, teto-solar, vidros, travas e retrovisores externos elétricos, volante de couro com regulagem de altura e controles do rádio e piloto automático

OPCIONAIS - Pintura metálica (R$ 1.000)

BOM
- Acabamento
- Conforto ao dirigir

RUIM
- Falta terceiro apoio de cabeça no banco traseiro
- Volante não tem regulagem de profundidade

PREÇO: R$ 71.990

*O carro avaliado foi cedido pela Nissan

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Use com moderação - Livina X-Gear surpreende no acabamento e espaço, mas não é própria para a terra



“Que porta malas grande hein”. O comentário, de um amigo, surgiu logo quando ele se sentou no banco traseiro do Livina e se virou para ver o que havia atrás. De fato, só mesmo entrando na primeira minivan (e carro de passeio) nacional da Nissan para conhecer sua maior virtude: o espaço interno. A variação X-Gear, de desenho aventureiro, surgiu primeiro na Indonésia, mas explora, no bom sentido, o gosto que o brasileiro tem por esse tipo de carro. Bem equipada e com desempenho acima da média, ela sai por R$ 57.900 na versão 1.6 SL.

Meio quadradão, o Livina não chama muita atenção por onde passa. Embora atual, o design criado de dentro para fora lembra algumas peruas. Grade dianteira, pára-choque dianteiro que simula a presença de um quebra-mato e protetores de plástico sobre as rodas e nas laterais dão o toque off-road. Rodas e tampa do porta-malas também tem desenho exclusivo para o X-Gear.



No interior, o acabamento é superior ao que se vê no segmento, ao trazer couro na forração das portas, detalhes em prata e um painel funcional, com rádio posicionado ao centro. A tampa que cobre o porta-malas fica em um nível mais baixo que o encosto do banco traseiro, o que abre espaço para pequenas bolsas e malas sem prejudicar a visibilidade. No entanto, faltam detalhes primários a um carro feito para a família (e crianças), como controle de áudio no volante, que evitaria a distração do pai, e um terceiro encosto de cabeça no banco traseiro.



Mesma altura
Originário da Renault, o motor 1.6 16v flex prima pelo funcionamento suave e bom aproveitamento do torque, o que torna a minivan ágil. As trocas de marcha do câmbio manual são precisas e a suspensão é firme, mas sem ser dura. Há opção de transmissão automática na versão mais cara, equipada com motor 1.8 16v a gasolina.

Definido pela Nissan como um carro urbano, o X-Gear não sofreu alterações na altura da suspensão. Ou seja, mantém a distância em relação ao solo de 16,5 cm, o que limita seu uso nas esburacadas ruas brasileiras e, principalmente, em trechos de terra. “Não é um carro para quem quer mostrar onde pode ir ou o que pode fazer, mas sim quem é”, diz o gerente de marketing e publicidade do fabricante, Marcus Trugilho. Ainda sim, em um segmento mumificado pelos Chevrolet Meriva, Zafira e Renault Scénic, o X-Gear é uma primazia.




FICHA TÉCNICA
Nissan Livina X-Gear 1.6 SL

MOTOR - Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, a gasolina; potência de 104/108 cv a 5;750 rpm; torque de 14,9/15,3 kgfm a 3.750 rpm
TRANSMISSÃO - Manual, de cinco velocidades
DIREÇÃO - Assistência elétrica
SUSPENSÃO - Dianteira independente, do tipo Mcpherson com barra estabilizadora e molas helicoidais; traseira com eixo de torção, barra estabilizadora e molas helicoidais
FREIOS - A disco na dianteira e a tambor na traseira
RODAS/PNEUS - aro 15; 185/65
DIMENSÕES - 4,27 metros de comprimento; 1,69 m de largura (sem contar os espelhos retrovisores); 1,60 m de altura; distância entre eixos de 2,60
PESO/PORTA-MALAS - 1.173 kg; capacidade para 449 litros de bagagem
CONSUMO - 7,7 km/l (álcool) e 12,8 km/l (gasolina) na cidade e 10,5 km/l (A) e 17,5 km/l (G) na estrada

EQUIPAMENTOS

DE SÉRIE - Airbags frontais, ar-condicionado, freios ABS, travamento automático das portas, rádio CD MP3 com entrada para iPod, encosto do banco traseiro bipartido, vidros e travas elétricos, bancos e volante de couro

OPCIONAIS - Pintura metálica (R$ 1.000)

BOM
- Acabamento
- Espaço interno

RUIM
- Altura em relação ao solo
- Falta regulagem de altura para o banco do motorista

PREÇO: R$ 57.900


*O carro avaliado foi cedido pela Nissan

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Caiu no gosto - Captiva Sport é sucesso no Brasil. Versão 2.4 traz bom pacote e desempenho adequado



Ele não custa pouco para o nível salarial do país, mas é fácil encontrá-lo pelas ruas. Isso por que mexicano Captiva é o melhor exemplo do bom momento em que vive o mercado de utilitários-esportivos no Brasil. Em 2008 as vendas desse tipo de veículo cresceram 26% comparadas ao ano anterior. Oferecida desde fevereiro, a versão 2.4 Ecotec mantém a qualidade de construção da topo de linha 3.6 V6, mas abriu mão de equipamentos a favor de um preço (R$ 86.990) e consumo menores. Motorgerais avaliou o Chevrolet, líder em vendas no segmento de médio porte.

A inspiração do modelo vendido no Brasil veio dos Estados Unidos, onde o Chevrolet também é vendido com a marca Saturn. Comparada à versão V6, a 2.4 se diferencia por ter uma aparência simplificada por meio de pára-choques e maçanetas das portas na cor preta e rodas de alumínio. Retrovisores fixados pela base, luzes de direção que se acendem com o farol baixo e uma ampla área envidraçada são algumas peculiaridades do estilo do modelo, que faz sucesso nas ruas.



A boa expectativa gerada pela aparência se repete no interior, com acabamento de tecido e apliques cromados no painel e nas portas. O volante, de três raios, tem boa empunhadura, e os comandos estão à mão. A ampla distância entre eixos favorece o espaço para as pernas para quem viaja atrás. Entretanto, falta o terceiro encosto de cabeça no banco traseiro e a regulagem manual dos bancos dianteiros exige certo esforço.



Embora tenha a mesma cilindrada do antigo propulsor do Vectra, o 2.4 Ecotec nada tem a ver com o motor nacional. Produzido nos EUA, ele é do tipo DOHC (Dual Overhead Camshaft), possui 16 válvulas e desenvolve 171 cavalos de potência a 6.200 rpm, números suficientes para um desempenho adequado na cidade e na estrada. O ótimo torque de 22,2 kgfm a 5.100 rpm só não se traduz em acelerações mais eficientes devido ao grande peso do veículo. Pesa contra também o câmbio automático de somente quatro velocidades, o que limita a disponibilidade de potência em retomadas. O fabricante anuncia uma aceleração de 0 a 100 km/h em 11,3 segundos e velocidade máxima de 180 km/h, limitada eletronicamente.


Uma extensa linha de recursos equipa a versão de entrada, com destaque para os equipamentos de segurança. Há dois airbags frontais, dois laterais, dois do tipo cortina, freios ABS e controle de estabilidade. Curiosamente, a direção elétrica foi abolida na linha 2010, que embora ainda não tenha sido anunciada pela General Motors, já está à venda. Nela, a assistência passa a ser hidráulica, o que torna o giro do volante um pouco menos leve. A tração é 4x2, o que de certa forma não compromete o desempenho em percursos fora-de-estrada leves, como estradas de terra.



FICHA TÉCNICA
Chevrolet Captiva Sport 2.4 Ecotec

MOTOR - Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, a gasolina; potência de 171 cv a 6.500 rpm; torque de 22,2 kgfm a 5.100 rpm
TRANSMISSÃO - Automática, de quatro velocidade e opção de trocas seqüenciais
DIREÇÃO - Assistênc ia elétrica
SUSPENSÃO - Dianteira McPherson, independente e barra de torção, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás; traseira independente, quatro braços articulados e barra de torção, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás
FREIOS - A disco na dianteira e a na traseira, com sistema antibloqueante (ABS)
RODAS/PNEUS - aro 17; 235/60
DIMENSÕES - 4 ,57 metros de comprimento; 2,08 m de largura; 1,70 m de altura; distância entre eixos de 2,70
PESO/PORTA-MALAS – 1.678 kg; capacidade para 821 litros de bagagem
CONSUMO - 10 km/l, 14,9 km/l e 11,7 km/l para cidade, estrada e médio, na ordem

EQUIPAMENTOS

DE SÉRIE - alarme, airbags frontais, laterais e de cortina, ar-condicionado, coluna de direção regulável em altura, computador de bordo, direção hidráulica (a partir da linha 2010), faróis de neblina, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, rodas de alumínio, piloto automático e rádio CD MP3.

OPCIONAIS - Não há

BOM
- Lista de equipamentos
- Qualidade de construção

RUIM
- Banco do motorista poderia ter regulagens elétricas
- Falta sensor traseiro de estacionamento

PREÇO: R$ 86.990 (com câmbio manual)

*O carro foi cedido para avaliação pela General Motors

segunda-feira, 15 de junho de 2009

207 ESCAPADE (6)

DESEMPENHO - Mesmo motor usado em demais Peugeot, o 1.6 16 válvulas bicombustível garante bom desempenho à perua, com ênfase ao torque em altas rotações e o câmbio macio, de engates precisos. A altura em relação ao solo 25 mm maior e com novo acerto no conjunto da suspensão é limitada diante da concorrente Fiat Palio Adventure Locker e aquém das expectativas para o uso em estradas de terra. Isso por que em pisos irregulares o carro tende a raspar no chão. (B.F.)

207 ESCAPADE (5)

EQUIPAMENTOS - O pacote de série é farto e inclui itens incomuns à categoria, como ar-condicionado digital e sensores de crepúsculo e chuva. Os opcionais pintura metálica e freios ABS (vendido obrigatoriamente com o airbag para o motorista) custam R$ 900 e R$ 1.890, na ordem. Também há opção de rodas de liga leve de 15 polegadas calçadas em pneus lisos e uma linha de acessórios pode ser instalada nas concessionárias. (B.F.)

207 ESCAPADE (4)

POR DENTRO - Embora seja praticamente o mesmo de dimensões acanhadas, o habitáculo ganhou um novo isolamento acústico. Assim como a dianteira, o painel tem nítida inspiração no 207 europeu, com mostradores de fundo branco e contornos cromados. Este material também está presente nas maçanetas das portas, porta-luvas, manopla do câmbio, pedaleiras e soleiras dianteiras, dando aspecto esportivo. Os bancos usam um tecido exclusivo, com malha elástica que não deforma e a inscrição Escapade. Quem viaja no banco traseiro sofre com a falta de espaço e a ausência do terceiro encosto de cabeça. Outro problema é o porta-malas pequeno para uma perua, capaz de levar 313 litros de bagagem -menor até mesmo do que o 207 Passion, sedã da família que carrega 420 l. (B.F.)

207 ESCAPADE (3)

DESIGN - Comparada às demais versões da SW nacional, a Escapade se distingue por elementos que sugerem uso na terra, como novos pára-choques com detalhes na cor prata e moldura sobre as caixas das rodas. No quesito estilo, chama a atenção a frente com o bocão característico da marca francesa. A lateral não mudou em nada e atrás, a lanterna em posição elevada passou a ter coloração branca. (B.F.)

207 ESCAPADE (2)

FICHA TÉCNICA
Peugeot 207 Escapade

MOTOR - Transversal, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, bicombustível; potência de 110/113 cavalos a 5.600 rpm com gasolina e álcool; torque de 14,2 kgfm e 15,5 kgfm a 4.000 rpm
TRANSMISSÃO - Manual, de cinco velocidades
DIREÇÃO – Assistência hidráulica
SUSPENSÃO - Dianteira independente, do tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos integrados; traseira com amortecedores hidráulicos semi-horizontais e barra estabilizadora
FREIOS - A disco na dianteira e a tambor na traseira
RODAS/PNEUS - aro 14; 175/70
DIMENSÕES - 4,07 metros de comprimento; 1,66 m de largura; 1,48 m de altura
PESO/PORTA-MALAS – 1.148 kg; capacidade para 313 litros de bagagem

EQUIPAMENTOS

DE SÉRIE - Brake-light, cintos de segurança traseiros de três pontos, faróis de neblina, lanterna traseira de neblina, limpador do vidro traseiro, retrovisores externos com regulagem interna elétrica, ar-condicionado com controle automático de temperatura, cobertura retrátil no porta-malas, coluna da direção com regulagem de altura, computador de bordo, direção hidráulica, faróis com acendimento automático, sensor de chuva para acionamento do limpador de pára-brisa, travas elétricas nas portas e porta-malas, vidro da tampa do porta-malas com abertura independente e rodas de liga leve aro 14

OPCIONAIS - Pintura metálica, rodas de liga leve de 15 polegadas calçadas em pneus lisos, freios ABS e airbag para o motorista

BOM
- Design
- Desempenho

RUIM
- Altura em relação ao solo baixa
- Espaço interno

PREÇO: de R$ 46.100 a R$ 48.890

207 ESCAPADE

AVENTUREIRA PARA A CIDADE - Carros compactos com visual fora-de-estrada fazem parte de uma tendência brasileira e que aos poucos conquista a Europa. Mas se para o Velho Continente a Peugeot criou a versão Outdoor do 207 SW de nova geração, para o Brasil houveram poucas mudanças, concentradas no conjunto ótico e painel. Saiu a 206 Escapade e entrou a 207... Escapade. O blog avaliou a versão, oferecida com motor 1.6 16v e câmbio manual. Confira nas próximas postagens. (B.F.)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

FÁCIL DE ESTACIONAR



PARA A ROÇA E PARA A CIDADE - Elas estão em decadência nos Estados Unidos, mas no Brasil fazem um sucesso nunca antes visto -viraram sinônimo de status. A nova geração de picapes médias esbanja conforto digno de sedãs de luxo, potência de sobra e bom espaço interno. Exemplo é a Nissan Frontier LE, avaliada pela Gazeta do Oeste ao longo desta semana. E, mesmo com todo seu porte e cara de brava, não é dificil estacioná-la nas mais difíceis vagas. A visibilidade (janelas e retrovisores) e o câmbio automático ajudam muito. (B.F.)

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