segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Etios, o novo compacto da Toyota, terá airbags e freios ABS na versão de entrada
Não é mais segredo a um bom tempo que a Toyota deseja roubar uma fatia de vendas do líder Volkswagen Gol no segmento de carros compactos. Com o Etios, hatchback e sedã, a marca japonesa também poderá aumentar sua participação no mercado brasileiro. O modelo, que exigiu a construção de uma nova fábrica em Sorocaba (SP), só será lançado em outubro durante o Salão do Automóvel de São Paulo, mas a Toyota já divulgou seus preços e detalhes técnicos. Equipado com motores 1.3 16v flex e 1.5 16v flex, ele custará de R$ 35 a R$ 48 mil.
Valores considerados altos, se tomarmos com base o Gol – seu principal alvo –, embora a lista de equipamentos de série, ao contrário do VW, inclua airbags frontais e freios ABS na versão de entrada.
O desenho é pouco chamativo e as linhas demasiadamente quadradas já lhe renderam o apelido de Logan da Toyota. A capacidade do porta-malas, contudo, pretende ser um argumento de vendas que possa superar o estilo. O sedã terá um compartimento para 562 litros de bagagem, enquanto o hatch contará com generoso bagageiro de 263 litros. Em ambas as carrocerias, o tanque de combustível terá o mesmo tamanho, comportando 45 litros.
O Etios de entrada, disponível somente como hatch, utilizará um motor 1.3 16v flex de 84cv/90cv e torque de 11,9 kgfm/12,8 kgfm a 3.100 rpm, quando abastecido com gasolina e etanol, respectivamente. No 1.5 16v flex, hatch ou sedã, o motor desenvolve 92cv/96cv com torques de de 13,5 kgfm e 13,8 kgfm aos 3.100 giros, respectivamente.
Pré-venda
Até que ele chegue às concessionárias, após o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, a Toyota promove um evento itinerante para convencer potenciais interessados em reservar um Etios. Num espaço de 700m² que percorrerá os principais shoppings centers de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Brasília e Goiânia, a Toyota também exibe o Toyota 86, esportivo recém-lançado no Japão, e o Toyota Prius. O primeiro carro híbrido de larga escala em todo o mundo será vendido no Brasil a partir do segundo semestre.
Em BH, o Etios será mostrado de 17 a 19 de agosto no BH Shopping.
Centro de desenvolvimento da Iveco completa quatro anos com nova direção
Divisão da fábrica de Sete Lagoas responsável por projetar modelos específicos para a América Latina, o Centro de Desenvolvimento de Produto (CDP) da Iveco completou quatro anos em junho. Durante este período, foi responsável por criar todas as recentes famílias de produtos Iveco e a geração Ecoline de motores Euro 5, além de trabalhar no desenvolvimento do blindado Guarani, estudos e testes de novas tecnologias de combustíveis alternativos.
Dando continuidade aos projetos, um novo executivo assume o cargo de diretor de engenharia de produto. Presente há mais de 20 anos no grupo Fiat, o italiano Ugo Delfino, de 48 anos, ocupa o cargo de Marco Liccardo, que assumiu a Plataforma dos Projetos Globais da Iveco, na joint-venture da marca na China. Delfino chega com a missão de enriquecer a linha de produtos do fabricante e integrar as equipes de 300 profissionais do CDP (entre engenheiros e técnicos) com as plataformas da Argentina, Venezuela, Itália e China. “O desafio é alavancar ainda mais esse crescimento na América Latina, aliado aos novos projetos da montadora”, comenta.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Quem dá mais?
Com a nova Ranger, potência do motor vira argumento de vendas entre as picapes médias flex
Símbolos de força e virilidade, as picapes médias sempre tiveram como mote de vendas a potência de seus motores diesel. Mas com a chegada da nova Ranger, a tendência mudou de time: agora o diferencial das marcas é apontar a cavalaria extra das versões flex.
Capaz de gerar 168 cv (cavalos)/173 cv, abastecida com gasolina e etanol respectivamente, e 24,8 kgfm de torque, a segunda geração da picape da Ford gaba-se de ser a mais potente da categoria. Aposta que, para a marca, busca atender e uma fatia diferente de mercado, principalmente na região central do país onde a oferta de cana de açúcar é maior. “Além da versão diesel, a linha Ranger atende uma parcela importante de clientes de várias regiões que optam por motores movidos com etanol e gasolina. Por isso, introduzimos o motor Duratec 2.5 litros 16v flex. Este produto é uma excelente opção para diversos tipos de uso", argumenta a gerente de marketing de picapes da Ford, Lucíola Almeida, gerente de Marketing de Picapes da marca.
Composto de bloco de alumínio e comando variável de válvulas eletrônico (iVCT), o novo motor tem a vantagem de já vir preparado para conversão de Gás Natural Veicular (GNV). Mas ainda não dispensou o tanquinho flex de partida a frio. Para acessá-lo, há uma tampa no para-lama esquerdo da Ranger.
Só manual
Todas as quatro versões a gasolina vem equipadas com câmbio manual de cinco ou seis velocidades, decisão tomada pelo desinteresse do mercado brasileiro por transmissões automáticas neste tipo de picape, afirma a Ford. A cabine simples XLS (R$ 61.900) já vem “completa” de série, com airbag para o motorista, alarme, ar-condicionado, chave do tipo canivete, computador de bordo, direção hidráulica, faróis de neblina, freios ABS com EBD, rodas de liga leve aro 17, rádio CD MP3 com bluetooth, desembaçador do vidro traseiro, vidros e travas elétricas.
Além dos detalhes cromados que a XLT ostenta na grade, para-choque traseiro e santantônio, o topo de linha Limited (R$ 87.500) traz airbags laterais e de cortina, bancos de couro e do motorista com ajuste elétrico em oito posições, câmera traseira, navegador com tela LCD de cinco polegadas no painel, porta-luvas climatizado, sensores de chuva e crepuscular, bagageiro no teto e retrovisores com luzes de direção. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem.
[saiba mais]
A força das concorrentes:
Chevrolet S-10
Motor: 2.4 flex
Potência e torque: 141 cv/147 cv, 22,3 kgfm/24,1 kgfm a 2.800 rpm
Câmbio: manual de cinco velocidades
Preço: a partir de R$ 56.949 (cabine simples)
Toyota Hilux (cabine dupla)
Motor: 2.7 16v flex
Potência e torque: 158 cv/163 cv, 25 kgfm a 3.800rpm
Câmbio: automática de quatro velocidades
Preço: R$ 84.920 (SR 4x2) e R$ 100.140 (SRV 4x4)
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Como vinho envelhecido
Superesportiva CBR 1000RR Fireblade completa 20 anos com aperfeiçoamentos técnicos e no visual. Sistema de freios ABS permanece opcional
A primeira CBR 1000RR, lançada em 1991 como modelo 1992, era um autêntico canhão. Combinava potência exagerada (para a época) a uma pilotagem que exigia extrema técnica. Os últimos 20 anos, porém, parecem ter sido suficientes para domesticar a Fireblade ou lâmina de fogo, em português. A linha 2012 da superesportiva importada do Japão passou por alterações na carenagem e mapeamento da injeção de combustível do motor 999,8 cm3 sem abrir mão das qualidades que a tornam uma referência no segmento.
O conjunto ótico frontal exibe linhas angulosas. Faróis alto e baixo adotam refletores multifocais e lente de policarbonato. Compondo o conjunto, as luzes espia e as setas integradas aos retrovisores são iluminadas por LEDs (diodos emissores de luz). Duas entradas de ar alimentam a caixa do filtro de ar, pressurizando a mistura ar/combustível em alta velocidade, o que auxilia o desempenho. As rodas de liga leve passam a ser de 12 pontas (no modelo anterior eram três), calçadas em pneus de 17 polegadas. A lanterna também mudou e agora possui duas fileiras das luzes de LED.
Totalmente digital, o painel de instrumentos inclui hodômetros total e parcial, tacômetro com quatro opções de visualização, indicador de temperatura do motor, velocidade, contador de voltas, indicadores de reserva, direção e marcha engatada, eficiência e consumo de combustível, relógio e o recurso Hiss (Honda Ignition Security System). Conta com botões de ajustes para o hodômetro e Shift Light. Além disso, o conta-giros possui quatro modos de visualização.
Sob a musculosa carenagem, o motor manteve a configuração quatro cilindros em linha, de 16 válvulas, alimentada por injeção eletrônica e refrigeração líquida. A potência chega aos 178,1 cv (cavalos) a 12.000 rpm e o torque é de 11,4 kgfm a 8.500 rpm. Uma das principais alterações da Fireblade 2012, o sistema de injeção de combustível passa a ser o PGM-DSFI com nova abertura da válvula, o que resulta em melhores respostas em baixa e média rotação.
Os freios são de disco duplo e 320 mm na roda dianteira e pistão simples na traseira, com 220 mm de diâmetro. Desde 2009, o sistema de freios ABS é oferecido ao modelo. Contudo, ele continua sendo oferecido como opcional. Do tipo Diamond Frame, o chassi em forma de U funciona como elemento de ancoragem da balança traseira. A coluna de direção é fundida em duas seções e dá sustentação ao motor. Este conjunto auxilia a centralização de massas e a estabilidade do modelo.
Novos amortecedores
A suspensão dianteira com garfo telescópico invertido e curso de 110 mm pode ser regulada, além de contar com o sistema Big Piston Fork (BPF) – que controla os movimentos internos do óleo e, assim, oferecem amortecimento mais suave. Na traseira, a suspensão é Unit Pro-Link de 138 mm de curso, com sistema Honda Multi Action System e o Balance Free Rear Cushion, dois tubos internos em vez de um. Há ainda a segunda geração do amortecedor HESD (Honda Eletronic Steering Damper), que utiliza sensores de velocidade e aceleração, anulando eventuais oscilações do guidão percebidas nas rápidas acelerações.
São duas as versões: Standart, nas cores branca, preta e vermelha, por R$ 59.900, e com freios ABS, somente nos dois últimos tons, ao preço de R$ 62.900 (base São Paulo, sem despesas de frete e seguro). A garantia também não mudou. É de um ano, sem limite de quilometragem.
[saiba mãos]
20 anos de evolução:
1991 – Primeira geração é apresentada. Combina chassi leve a um motor de 893 cm3
1996 – Estreia da CBR 900RR Fireblade, equipada com motor de 919 cm3, 1 mm de diâmetro mais largo que a versão anterior)
2000 – A 900RR Fireblade é a primeira moto Honda a utilizar tecnologia de injeção eletrônica de combustível PGM-FI. Além do motor de 929 cm3, há um chassi completamente novo.
2002 – O modelo recebe um novo motor de 954 cm3.
2004 – Inspirada no modelo RC 211V Honda do Campeonato Mundial de Motociclismo, a CBR 1000RR estreia com uma série de novas tecnologias. Entre elas amortecedor de direção eletrônico Hesd, configuração de suspensão traseira Unit Pro-Link e propulsor de 998 cm³.
2006 – Nova geração da 1000RR adiciona novas configurações de escape s suspensão.
2008 – Com desenho alterado, quatro mais leves e motor 999,8 cm³, mais potente, a moto passa a ser oferecida na versão com freios ABS.
2012 – Estreia a nova geração.
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Depois do Sportback, Cupê e Cabriolet, é a vez do S5
A Audi brasileira parece ter levado a sério a estratégia – já adotada por Kia, Hyundai e Chevrolet – de anunciar lançamentos em doses homeopáticas. Foi assim com os A5 Sportback, Cupê e Cabriolet remodelados, apresentados com intervalos de uma semana (em vez da chegada simultânea, como ocorreu na Europa) e está sendo feito novamente com o atualizado S5. Disponível nos três formatos de carroceria, a versão esportiva da família de carros médios se diferencia pelo estilo e acabamento interno, além do motor 3.0 TSFI V6 de 333 cv (cavalos) de potência que substitui o V8 de 3.2 litros anterior, sempre aliado ao câmbio S-Tronic de sete velocidades.
A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em até 4,9 segundos e a máxima anunciada é de 5,1 segundos, no S5 Sportback, e 4,5s no Cabriolet, números que não afetam a economia de combustível, segundo a Audi. Graças ao sistema de injeção direta de combustível, o modelo é capaz de fazer uma média combinada de 12,35 km/l na cidade e estrada, com uma emissão de 190 gramas por quilômetro rodado.
Na estética, o S5 se sobressai pelos faróis bi-xenônio com faixa de LEDs (diodos emissores de luz), para-choques esportivos, escapamento duplo em ambos os lados, logotipo “S” na grade frontal, laterais e traseira, além de rodas de liga leve aro 18 calçadas em pneus de medida 245/40.
Por dentro, a versão esportiva recebe volante multifuncional de couro com “borboletas” para trocas de marchas, acabamento em alumínio escovado, bancos com ajustes elétricos, revestimento em Napa Fina e a inscrição “S5” gravada em baixo relevo. Os assentos também podem variar de cor, com o preto predominante sendo combinado ao cinza, marrom ou vermelho. Externamente, a carroceria do Sportback conta com a maior variedade de opções de cores da linha, 12 ao todo: Preto Brilhante, Branco Ibis, Cinza Monsão, Azul Luar, Prata Gelo, Branco Geleira, Cinza Lava, Preto Fantasma, Vermelho Vulkano, Vermelho Misano, Prata Prisma e Azul Estoril.
A lista de equipamentos é ampla e inclui suspensão esportiva auxiliada por amortecedores controlados eletronicamente, airbags laterais dianteiros e de cabeça, sistema de entretenimento Audi Music Interface – com rádio, DVD, navegador, bluetooth e som Bang & Olufsen – controles de estabilidade e tração, e um sensor de estacionamento dianteiro e traseiro que funciona por meio de gráficos no painel. Os preços são de R$ 355.900 (para o Sportback), R$ 360.900 (Coupé) e R$ 387.900 (Cabriolet).
O S5 em números:
1.675 kg (Coupé) a 1.800 kg (Cabriolet)
4,71m de comprimento, no Sportback
2,81m de distância entre-eixos no cinco portas e 2,75m no conversível
380 litros (Cabrio) a 480 litros de capacidade no porta-malas (Sportback)
Beltbag: o cinto com airbag da Mercedes-Benz
Um novo cinto de segurança equipado com um tirante inflável será aplicado em breve num modelo de luxo da Mercedes-Benz. A tecnologia, denominada Beltbag, é uma das inovações do veículo de segurança experimental desenvolvido pela marca alemã em 2009 e funciona quando sensores de colisão detectam um forte impacto frontal. Um gerador de gás é responsável por inflar o airbag do cinto, composto de camadas múltiplas unidas por costuras de velcro, numa largura três vez maior. Embora o Beltbag possa ser utilizado como qualquer outro cinto de segurança, seu desenho é diferente, por ser mais “gordo”.
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SAE Brasil AeroDesign'2012 terá novo desafio
Estudantes de 17 equipes de 11 instituições de ensino de Minas Gerais tem um novo desafio na 14ª edição da competição SAE Brasil AeroDesign: terão de transportar água, madeira ou bolinhas de tênis nos aviões radiocontrolados. A disputa, que acontece de 1º a 4 de novembro em São José dos Campos (SP), selecionará duas equipes da Classe Regular, uma da Classe Advanced e uma da Classe Micro para representar o Brasil na Aerodesign East Competition’2013, prova internacional da SAE nos EUA. Até agora, 98 equipes foram inscritas na seletiva. Seis delas são estrangeiras.
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