quinta-feira, 12 de julho de 2012

Kia Bongo vai além ao atender Proconve-L6


A Kia aproveitou as exigências de modernização de motores da legislação Proconve-L6 para aumentar a potência do motor 2.5 turbodiesel e aplicar pequenas mudanças de estilo no Bongo. Também conhecido com K2500, o caminhão leve recebeu grade frontal com enxerto cromado – nova assinatura da Kia presente em outros modelos –, faróis com máscaras escurecidas, para-choque com entradas de ar retilíneas e rodas de aço aro 15. Por dentro há novo revestimento para os bancos de tecido, volante e instrumentação do painel, onde finalmente o conta-giros passa a vir integrado.



Antes com 94 cv (cavalos) de potência, a unidade 2.5 turbodiesel intercooler saltou para 130 cv a 3.800 rpm. O câmbio de cinco marchas também mudou, embora dados detalhados sobre a transmissão e torque do motor não tenham sido divulgados pelo fabricante.

São duas as versões disponíveis, ambas identificadas por códigos (como em toda a linha Kia): K 182, por R$ 67.900, e K 183, que adiciona carroceria com chapa de aço, a R$ 70.900. Com ou sem o suporte adicional, o Bongo tem capacidade para carregar até 1.812 kg de carga. A garantia é de três anos ou 100 mil quilômetros.


Post atualizado às 23h de 13/07/2012 com novas fotos

quarta-feira, 11 de julho de 2012

De volta à vida, com coração novo


Honda ressuscita Biz de 100 cm³ e NX4 Falcon preenchendo nicho de mercado. Sem grandes mudanças no desenho, motos trazem novos motores adequados ao Promot 3

Atenta à concorrência cada vez mais competitiva das rivais chinesas, a Honda decidiu trazer de volta duas velhas conhecidas do mercado brasileiro: a cub Biz de 100 cm³ e a NX Falcon. Rebatizadas na linha 2013, as motocicletas receberam desenho atualizado, mas a grande novidade são novos motores adequados à legislação Promot 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).
 
Biz 100
Primeiro membro de uma família que evoluiu para 125 cm³, a C100 Biz, lançada em 1998, evoluiu para um modelo equipado com sistema flex e injeção eletrônica. A tecnologia elevou o preço da pequena e, apesar de bom número de vendas, a antiga fatia de mercado deixou de ser explorada pela marca japonesa. Pensando no público que preza pela economia de combustível e preço mais acessível, a Honda decidiu trazer de volta a versão com um novo motor OHC quatro tempos, de 97,1 cm³, e denominação Biz 100. Convivendo com a Pop 100 – moto de entrada que mostrou não ser um sucesso de vendas –, a nova Biz de entrada vem equipada com freios a tambor em duas versões: KS, de partida a pedal, por R$ 4.710 e ES, com partida elétrica, a R$ 5.290. Como comparação, a Biz 125 começa em R$ 5.380.



O desenho é o mesmo, exceto pelas lentes das setas na cor laranja. O painel manteve hodômetro e marcador de nível de combustível. Sob o assento há um porta capacetes. Alças laterais auxiliam a fixação de pequenas cargas sobre a parte traseira do assento.

Capaz de gerar 6,43 cv (cavalos) de potência e torque de 0,71 kgfm, o novo motor só manteve a cilindrada em relação ao antigo. Trata-se de uma inédita unidade, usada no scooter Wave 100 no exterior, e que vem aliada a um câmbio semi-automático de quatro velocidades.

O chassi é do tipo monobloco, com suspensão dianteira telescopia e traseira de braço oscilante. No tanque de combustível há capacidade para 5,5 litros (dos quais 1,5 são para reserva). As opções de cores preta, vermelha e rosa metálico, exclusiva de versão ES, são as mesmas da Biz 125.

NX 400i Falcon
Tendo como base a boa e velha NX4 Falcon, a NX 400i Falcon resgata a base da moto descontinuada em 2008 com carenagem levemente reestilizada e novo motor de 397,2 cm³ e injeção eletrônica. A meta do fabricante, entretanto, é ousada para um modelo veterano que permanece sem tecnologia flex: em única versão, a partir de R$ 18.900, a Honda pretende comercializar 11 mil unidades por ano. Todas produzidas na fábrica de Manaus (AM).



Mesmo desgastada pelo passar dos anos, a Falcon ainda demonstra uma aparência atual. Na dianteira, o farol é multi-refletor com lentes de policarbonato. Retrovisores, ponteira e protetor de escape foram resenhados e vem acompanhados de inéditos grafismos. No painel de instrumentos está a maior alteração estética: agora digital, o visor reúne marcador de combustível, tacômetro, velocímetro, hodômetros total e parcial, além de luzes espia da injeção eletrônica.

O novo motor OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, monocilíndrico, de 397,2 cm³, é alimentado pelo sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A potência chega a 28,7 cv e o torque, 3,27 kgfm a 6.000 rpm. O câmbio é manual de cinco velocidades. No tanque de combustível há capacidade para 15,3 litros (reserva de 5,3 litros) e a bateria é selada, isenta de manutenção periódica.
Na dianteira, a suspensão é de longo curso de 215 mm. Na traseira, Pro-link de 180 mm. Freios são a disco e são três as opções de cores: prata metálica, preta e vermelha metálica.


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Retoque na NXR 150 Bros

Líder de vendas no segmento fora-de-estrada de 150 cm³, a NXR 150 Bros acompanha as mudanças da linha 2013 com uma leve atualização no desenho. A carenagem recebeu novos vincos e farol mais potente, com lâmpada de 35 W, enquanto na traseira a luz da lanterna ficou mais eficiente, de acordo com o fabricante. Completando o conjunto há retrovisores em formato oval e pneus de uso misto. O motor é o já conhecido OHC de 149,2 cm³, com quatro tempos, injeção eletrônica e potência de 13,8 cv. As versão também não mudaram: continuam a ES, equipada com partida elétrica, a R$ 8.640, enquanto a ESD, que adiciona freio dianteiro a disco, custa R$ 8.990. A garantia, como na Biz 100 e NX 400i Falcon, é de um ano sem limite de quilometragem. Os preços tem como base o Estado de São Paulo.

Terceira geração do Mercedes-Benz ML evolui em conforto e equipamentos por R$ 335 mil


A identidade é a mesma que torna o ML inconfundível entre os Mercedes-Benz, mas sob a nova casca da terceira geração se escondem vários aprimoramentos. Primeiro utilitário-esportivo sutil da marca das estrelas de três pontas – depois do jipão parrudo Classe G, de 1979 – o modelo chega ao Brasil em sua terceira geração com um novo motor 3.5 V6 de injeção direta e promessa de menos consumo, atrelado a um câmbio automático de sete velocidades e tração integral permanente. Em única versão, a 350 BlueEfficiency com acabamento Sport, o preço é de R$ 335 mil.

Como nas gerações anteriores, de 1997 e 2004, o ML buscou inspiração nos sedãs da marca. Uma característica explicada pelo responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento da Mercedes-Benz, Thomas Weber. “Na Classe M sempre visamos combinar o conforto e o luxo de um carro de passeio com as características off-road e as emoções proporcionadas por um SUV.”

O coeficiente aerodinâmico passa a ser de bons 0,32 cx. Para alcançar o número, a Mercedes-Benz adotou um desenho otimizado no para-choque frontal, colunas dianteiras e defletor de teto. O resultado é um conjunto elegante, harmonizado com a história do ML e, ao mesmo tempo arrojado. Na dianteira, a grade ficou maior. Faróis integram LEDs e o para-choque é composto por um enxerto cromado na base, reforçando o aspecto de robustez do modelo. Na traseira, o elemento é repetido com aplique sobre a tampa do porta-malas e lanternas iluminadas por filetes de luz. A coluna C, uma marca da ML, foi assegurada com linhas arredondas remetendo a um apelo esportivo. Rodas são de 20 polegadas.


A lista de equipamentos de série é digna de um carro que custa centenas de milhares de reais e inclui, pela primeira vez num ML, acesso à internet por meio do sistema multimídia Comand Online com GPS e tela colorida de sete polegadas. Os ocupantes podem navegar livremente quando o veículo estiver parado ou usar um aplicativo Mercedes-Benz com páginas carregadas quando o carro estiver em movimento. Além disso, o sistema oferece rádio com duplo sintonizador, DVD player compatível com MP3/WMA/AAC, interface USB com display para capas de CDs, entrada auxiliar no apoio de braços central e teclado telefônico. A interface bluetooth permite telefonemas viva-voz e Audio Streaming para transferência de músicas.


A segurança é reforçada pela presença de airbags frontais, laterais e de cortina, controles eletrônicos de aceleração (ASR) e estabilidade (ESP), distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD), freios adaptativos, assistência de partida em aclives, além do detector de sonolência Attention Assist e o sistema de alerta para perda de pressão nos pneus. No banco traseiro, foram adotados apoios de cabeça com ajuste de inclinação. Rebatendo o assento, a capacidade do porta-malas, que é de 770 litros, sobe para 2.010 l (até o teto).

Injeção direta e 306 cv
Um dos novos motores da linha BlueDirect da Mercedes-Benz, o 3.5 V6 se destaca pela injeção direta de gasolina (também de terceira geração) com combustão orientada e novos injetores com 200 bar de pressão, juntamente com ignição multifaísca (MSI) e um novo processo de combustão estratificada. A potência chega a 306 cv (cavalos) e a aceleração até 100 km/h pode ser feita em apenas 7,6 segundos – números dignos de um Classe E. A máxima é limitada eletronicamente em 235 km/h.

A nova transmissão automática 7G-Tronic Plus reforça o apelo de menor consumo e emissões de poluentes. Dotada de novo conversor de torque e sistema de gerenciamento térmico do óleo, a caixa conta com o auxílio dos eixos de transmissão de baixa fricção, a direção com assistência elétrica e os pneus de menor resistência à rolagem para reduzir o gasto de combustível. A tração é permanente nas quatro rodas, com opção de operação fora-de-estrada acionada por meio de um botão. Além disso há o Downhill Speed Regulation (DSR), dispositivo que regula a velocidade em descidas. No tanque de combustível, há capacidade para 93 litros de gasolina, grande autonomia.


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Nível NVH conforto
Preocupados em elevar o nível de conforto – uma das principais críticas em utilitários-esportivos –, os engenheiros da marca elevaram o chamado nível NVH de conforto, que leva em cosideração a aspereza, ruído e vibração do veículo. A base para que seja atingido o índice é o nível de conforto fornecido pela estrutura da carroceria. Outras melhorias foram aplicadas no sistema de propulsão e chassi.

Tecnologia anti-distração é desenvolvida pela Ford


Dados fornecidos por recursos de assistência ao motorista ajudam a Ford no desenvolvimento de uma nova tecnologia anti-distração. Em fase experimental, o sistema funciona por meio de sensores infravermelhos instalados no aro e raios de direção que monitoram as palmas das mãos do motorista e seu rosto para captar mudanças de temperatura. Outro sensor sob a coluna de direção mede a temperatura da cabine para comparação. Um terceiro sensor instalado no cinto de segurança avalia a respiração de quem dirige. “Esses dispositivos ainda estão em pesquisa, mas mostram as grandes oportunidades que temos de aproveitar os dados já existentes nos para criar um sistema inteligente de tomada de decisões e simplificar a experiência de direção”, afirma o gerente de infotrônica da área de pesquisa da Ford, Gary Strumolo.

FESTA NAS RUAS // Cerca de mil visitantes participaram da 20ª edição do Bikefest`2012, entre 27 de junho e 1° de julho em Tiradentes (Região do Campo das Vertentes). Um dos destaques do encontro foram as motos customizadas, entre elas a Moto Brazil – chopper criada por um trio de designers norte-americanos que se inspiraram nas linhas arquitetônicas de Brasília para desenhá-la.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Crossover em duas rodas


Com a NC 700X, Honda quer conquistar público que utiliza moto no dia-a-dia e em viagens. Produzido em Manaus e equipado com motor bicilíndrico, modelo parte de R$ 27.490

Primeiro, ela deu as caras no Salão de Milão, Itália, em 2011. Depois, a Honda bateu o martelo: a NC 700X seria a sexta motocicleta de alta cilindrada a ser produzida no Brasil. Iniciando o segmento crossover – que reúne a praticidade para o dia-a-dia e viagens no fim de semana –, a moto de estilo arrojado e porte avantajado vem equipada com motor bicilíndrico em linha de 669,6 cm³, com arrefecimento a líquido e eixo anti-vibração. São duas as versões: Standart, a partir de R$ 27.490, e topo de linha equipada com freios C-ABS, por R$ 29.990.

O estilo não abre mão da imagem de aventura. Incorporando linhas que remetme às motocicletas crosstourer, a NC 700X possui centro de gravidade baixo e carenagem de linhas angulosas, desenhada para reduzir o atrito com o ar através do para-brisa. O destaque frontal é o farol com lâmpada halógena, ideal para pilotagem com baixa visibilidade. Em vez do tanque de combustível para 14,1 litros – deslocado para abaixo do banco do piloto –, o compartimento à frente do assunto foi reservado para acomodar um capacete ou pequenos objetos. O painel é totalmente digital e em LCD. A instrumentação inclui informações sobre rotação do motor, relógio, indicador de combustível, hodômetro total e parcial.



A posição de pilotagem  é igualmente destacável. Com guidão elevado e assento com altura de 831 mm em dois níveis, motociclista e garupa viajam em posição privilegiada. Completando o conjunto, a NC 700X recebeu ponteira de escapamento diferenciada.

O chassi é do tipo Diamond Frame, de aço, que garante melhor rigidez. A distância entre eixos é de 1.538 mm, o que contribui para a estabilidade da motocicleta, principalmente com garupa e bagagem. Pensando em uma pilotagem esportiva, o conjunto de suspensões é dotado de garfo telescópio com 153,5 mm de curso na dianteira e mono-amortecedor Pro-Link, com 150 mm de curso, na traseira, com possibilidade de regulagens de pré-carga da mola. As rodas são de liga leve aro 17, calçadas em pneus street de medida 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira.


Inédito motor de 52,5 cv
O motor é um inédito bicilíndrico em linha SOHC, com comando único no cabeçote, 669,6 cm³, quatro tempos, refrigeração a líquido, dotado de pistões paralelos a 62º, de 73 mm diâmetro e curso de 80 mm e injeção eletrônica PGM-FI. Compacta, a unidade é capaz de gerar potência máxima de 52,5 cv a 6.250 rpm, e torque máximo de 6,4 kgf.m a 4.750 rpm.
A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.


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Diferença entre as versões
Opção de entrada da NC 700X, a Standart vem equipada com freios a disco de 320 mm de diâmetro na dianteira e cáliper de dois pistões. Na traseira, o disco único de 240 mm de diâmetro é acionado por cáliper de um pistão. Na versão com freios Combined ABS (C-ABS), a dianteira é composta por pinças de três pistões. O sistema combina os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle da moto em situações de emergência e permitindo mantê-la seu controle direcional, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Minivans Citroën ganham novos motores 1.5 e 1.6 16v


Sem fazer alarde, a Citroën passou a equipar as minivans C3 Picasso e Aircross com novos motores na linha 2013. No primeiro modelo – que concorre com Fiat Idea e o recém lançado Chevrolet Spin –,  as versões GL e GLX com câmbio manual receberam um inédito propulsor 1.5 de oito válvulas. O motor, que é derivado do antigo 1.4, gera 89cv/93 cv (cavalos) de potência e torque de 13,4kgfm/14,2kgfm abastecida com gasolina e etanol, respectivamente. Nas versões Exclusive e GLX automático, a novidade é a também inédita unidade 1.6 16v, estendida à toda linha Aircross (GLX e Exclusive, tanto manual quanto automático).



Lançado no Peugeot 308, o motor EC5 oferece 115cv/122cv e torque de 15,5kgfm/16,4kgfm e, por meio do sistema Flex Start, dispensa a necessidade do tanquinho de gasolina (usado para auxiliar a partida do motor em temperaturas baixas). Veja quais são os preços da nova linha:

C3 Picasso 1.5 GL – R$ 45.600
C3 Picasso 1.5 GLX – R$ 48.500
C3 Picasso 1.6 16v GLX automática – R$ 53.500
C3 Picasso 1.6 16v Exclusive – R$ 55.500
C3 Picasso 1.6 16v Exclusive automática – R$ 58.900
Aircross 1.6 16v GLX – R$ 53.900
Aircross 1.6 16v GLX automática – R$ 57.600
Aircross 1.6 16v Exclusive – R$ 60.500
Aircross 1.6 16v Exclusive automática – R$ 64.200