domingo, 26 de fevereiro de 2012
Conceito Tourneo Custom será a nova Transit?
Outra atração de Genebra prestes a ir às ruas é a van Ford Tourneo Custom. De linhas futuristas e interior comparável a de carros luxuosos, o modelo sugere o que pode vir a suceder a Transit, importada da Turquia. Elementos da linguagem de estilo Kinetic estão presentes na ampla grade dianteira trapezoidal, linha ascendente das janelas e arcos de rodas salientes. Os faróis são de LEDs e as rodas, de alumínio e aro 18. Sob o capô há um motor 2.2 turbodiesel de 155cv, aliado ao sistema Auto-Start-Stop que desliga e liga automaticamente em pequenas paradas.
O Tourneo Custom ainda é construído em uma nova plataforma global de veículos comerciais, outro indício de que a Transit pode estar mesmo vivendo seus últimos meses de produção. “O ano de 2012 será muito significativo para a Ford, com o lançamento de uma linha totalmente nova de veículos comerciais”, adianta ainda Stephen Odell, presidente e CEO da Ford Europa.
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Equipes mineiras terão carros com apelo ambiental na 18ª Baja SAE Brasil
Forte apelo ambiental e produção de quase todas as peças são as apostas dos sete carros Baja SAE projetados e construídos por cerca de 150 universitários de Minas Gerais, que disputarão a 18ª Competição Baja SAE Brasil-Petrobrás, de 22 a 25 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, em Piracicaba (interior do Estado de São Paulo).
Na equipe Komiketo Baja UFSJ 1, da Universidade Federal de São João Del Rei, cerca de 70% dos materiais usados na construção do Baja SAE podem ser reciclados, como aço, alumínio, bronze, elastômero, polímero e tecido. A equipe é uma das sete que representarão Minas Gerais na competição de engenharia, que reunirá, ao todo, 71 equipes de 15 Estados brasileiros e do Distrito Federal. A Komiketo Baja UFSJ 1 também inovou em segurança ao desenvolver proteção para o sistema automático de transmissão em fibra de carbono e aramida, materiais leves e de alta resistência. “O regulamento pede cinta de malha de aço, porém criamos protetor mais seguro e menos pesado”, revela o capitão da equipe, Tiago Nascimento, que espera lugar no pódio. O projeto da equipe foi apresentado durante o Congresso SAE Brasil, em outubro.
A equipe ainda desenvolveu o amortecedor e aperfeiçoou o sistema de cambagem das rodas, que permite regulagem conforme o perfil do motorista. A UFSJ também será representada na competição pela equipe Komiketo Baja UFSJ 2, que empregou novos materiais para reduzir em 7 kg o peso do carro.
UFMG
Também na disputa, a equipe Baja UFMG – com 22 estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais – trabalhou com fonte de geração de energia limpa, convertendo o calor do motor e dos módulos termoelétricos em energia elétrica. A equipe também reduziu 10% do peso total do veículo com reprojeto de peças e uso de materiais, como nylon, aplicado na suspensão e transmissão. “O nylon absorve energia e reduz vibrações e sobrecarga”, explica o capitão da equipe, Rafael Couto de Castro Alves, que participa da competição há 15 anos. O carro pesa 170 kg e atinge velocidade máxima de 66 km/h.
Ainda estão inscritas as equipes Cefast, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais; Saci, da Universidade Federal de Itajubá; UFV Baja, da Universidade Federal de Viçosa; e Una Baja, do Centro Universitário UNA.
[saiba mais]:
Como são os carros
Os Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas, motor padrão de 10 hp (horse power) e capacidade para abrigar um piloto de até 1,90m de altura e até 113,4 kg de peso. Todo o sistema de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são desenvolvidos pelas equipes, que, ainda, buscam patrocínio para viabilizar o projeto e a viagem da equipe até a competição.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
Perigo à frente!
Contra fenômenos como a aquaplanagem, Continental e parceiros desenvolvem sistema de alerta prévio sobre condições de baixa aderência
Por Fernando Calmon
Uma das causas insidiosas de acidentes é a perda de controle do carro por mudança súbita de aderência do asfalto. Isso acontece em razão de fatores da natureza como chuva, garoa, gelo ou neve. O fenômeno de aquaplanagem é um exemplo: o filme de água se forma entre a estrada e os pneus, e estes não conseguem manter o atrito com o solo. Se atingir os quatro pneus, o veículo se transforma num trenó sem controle. Com as chuvas de verão, a atenção deve ser redobrada.
Nos países com invernos rigorosos esse problema se superpõe a outro ainda mais traiçoeiro. Uma fina camada de gelo, praticamente invisível, pode se formar na estrada em dias muito frios, mesmo sem presença de neve. Quando o automóvel passa sobre essa superfície, até em velocidades baixas, não há mais o que fazer, além de rezar.
A fim de enfrentar essas armadilhas do tempo a alemã Continental e outros parceiros europeus se uniram num programa de pesquisas avançada sobre atrito pneus-solo. O objetivo é fornecer ao motorista um sistema confiável de alerta prévio sobre as condições de baixa aderência. O segredo está na fusão e processamento de informações de diferentes sensores de comportamento dinâmico, tanto os novos como os já existentes nos carros modernos.
Um destes novos sensores inteligentes está integrado aos pneus e mede a deformação da banda de rodagem. Por meio dele é possível informar ao gerenciamento eletrônico central o estágio inicial de aquaplanagem. Outro é o sensor ótico capaz de avaliar a quantidade de luz refletida no pavimento, diferente em pista seca, úmida, molhada ou com camada de gelo. O alcance se situa entre 0,4 m e 1,5 m à frente das rodas dianteiras.
Varredura
Uma câmara de polarização detecta as diferenças na vertical e na horizontal causadas pelas condições da superfície de rodagem de 5 m a 20 m à frente do veículo. Um escâner a laser, por sua vez, checa pingos de chuva ou flocos de neve numa faixa de 50 m a 100 m adiante.
Mais duas informações são obtidas por termômetros: temperatura do meio ambiente e da superfície de rodagem. Os sensores do ABS (freios antibloqueio) e ESC (controle de trajetória) também ajudam pela sensibilidade de estimar diferença de atrito entre as rodas e a estrada.
Computando todos esses dados, pode-se contrapor a leitura dos termômetros com as indicações dos sensores ambientais. Em décimos de segundo o sistema vai indicar que há uma ameaça potencial à perda de atrito dos pneus, dando possibilidade de reação ao motorista, que deve aliviar o acelerador ou frear em tempo de se safar de uma grave e repentina derrapagem.
Entrar na zona de superfície escorregadia com velocidade menor também ajuda os sistemas atuais de evitar ou mitigar colisões a atuar de forma mais eficiente sob condições ambientais adversas.
Indicadores
O modo de informar ao motorista sob esses riscos ainda está sendo estudado, mas é a parte mais fácil das pesquisas. Hoje há vários tipos de indicadores visuais disponíveis no quadro de instrumentos, além de alarmes acústicos, voz sintetizada de advertência e até alertas vibratórios no volante ou no banco. Projeção de ícones ou frases no para-brisa também é uma tecnologia dominada e tem a vantagem de manter o motorista sem desviar os olhos da estrada.
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Frontier estreia novo motor 2.5 na precoce linha 2013
Antecipando a norma Proconve L6 – em vigor a partir do ano que vem – a Nissan lança a linha 2013 da picape Frontier equipada com novo motor 2.5 16v turbodiesel e preço reajustado em cerca de R$ 6 mil a mais. A potência varia de acordo com a versão. Na XE 4x2 (R$ 90.990) e SE Attack 4x2 (R$ 98.990) são 163 cv e 41,1 kgfm. Já as opções XE 4x4 (R$ 98.990), SE Attack 4x4 (R$ 106.990), LE 4x4 (R$ 118.990 com câmbio manual e 126.490 automático) e LE Attack 4x4 (R$ 128.990 automático) passam a gerar 190 cv e 45,8 kgfm. Anteriormente a potência variava entre 144 cv e 172 cv conforme a versão.
Mesmo com o acréscimo de potência, segundo a Nissan houve uma redução média de 10% no consumo de diesel. Para chegar a este número, o fabricante reduziu os atritos internos do motor, adotou um novo sistema de injeção e filtro de partículas de diesel. A Frontier ganhou ainda airbags frontais e freios antitravamento (ABS) com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) em toda a linha.
Pajero Full 2012 chega a partir de R$ 173.990
Com leves alterações de estilo, a linha 2012 do Pajero Full já é ofertada nas concessionárias Mitsubishi. O utilitário-esportivo ganhou novas grade, para-choque frontal e rodas de liga-leve. Os preços variam de R$ 173.990 a R$ 193.990. No interior, está a maior novidade: um sistema multimídia com tela sensível ao toque, no console central. São apenas três as opções de cores - branco, prata ou preto. Os motores são um 3.8 V6 a gasolina, de 250 cv, e um 3.2 quatro cilindros diesel, de 200 cv. Em ambos, o câmbio é automático de cinco velocidades, com reduzida e tração 4x4.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Etiquetagem Veicular chega à quarta fase
O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular desenvolvido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) em parceria com o Conpet chega a sua quarta edição com a participação de oito fabricantes (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen) e 157 versões de 151 modelos. Duas das categorias avaliadas são novas: minivans e utilitários-esportivos. Além do acréscimo, outras novidades da lista de 2012 são a obrigatoriedade da etiqueta afixada em um dos vidros dos carros e a aparição dos Peugeot 308 CC e 508, que ainda não foram lançados no país.
Previsto para desembarcar no Brasil em março, o 308 CC apresentou consumo de 8,2 km/l na cidade e 12 km/l na estrada, nas avaliações do programa. Já o sedã 508 – aguardado para o segundo semestre – fez 8,4 km/l no circuito urbano e 11,4 km/l na estrada. O motor de ambos é o mesmo 1.6 turbo de 165 cv e 24,5 kgfm que equipa o sedã 408, o crossover 3008 e o roadster RCZ.
De A (mais eficiente) até E (menos eficiente), a etiqueta classifica os veículos de acordo com a eficiência energética por categoria, ou seja, quanto eles gastam de energia para se locomover. São considerados mais eficientes os modelos que consomem menos energia e, portanto, utilizam menos combustível.
Previsto para desembarcar no Brasil em março, o 308 CC apresentou consumo de 8,2 km/l na cidade e 12 km/l na estrada, nas avaliações do programa. Já o sedã 508 – aguardado para o segundo semestre – fez 8,4 km/l no circuito urbano e 11,4 km/l na estrada. O motor de ambos é o mesmo 1.6 turbo de 165 cv e 24,5 kgfm que equipa o sedã 408, o crossover 3008 e o roadster RCZ.
De A (mais eficiente) até E (menos eficiente), a etiqueta classifica os veículos de acordo com a eficiência energética por categoria, ou seja, quanto eles gastam de energia para se locomover. São considerados mais eficientes os modelos que consomem menos energia e, portanto, utilizam menos combustível.
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Correta manutenção do motor pode facilitar retífica
Grande parte dos motoristas sabe que o motor é o principal componente do veículo, seja de um automóvel, caminhão, ônibus ou máquina agrícola. O que nem todos sabem é que alguns cuidados simples ajudam a manter a vida útil do propulsor, o que pode reduzir os custos de troca de peças em caso de retífica. “Quando o motorista faz a manutenção adequadamente, seleciona o combustível e utiliza bom lubrificante e filtros, acaba gerando maior durabilidade ao motor do veículo”, explica o presidente do Conselho Nacional de Retíficas de Motores (Conarem), José Arnaldo Laguna.
O custo é variável. Mas segundo Laguna, retificar o motor pode ser mais econômico do que comprar um remanufaturado ou novo. Isso porque, muitas vezes, consegue-se aproveitar peças de maior valor do motor, como comando de válvulas, jogo de bielas, bloco, cabeçote e bomba de óleo. O Conarem estima que o valor de reparo de um motor de caminhão seja o equivalente a 20% do valor de um propulsor novo.
Levar o veículo em uma retífica especializada e de confiança é a garantia para a realização de um bom serviço. O diagnóstico é norteado pela norma NBR 13023 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “São procedimentos necessários para identificar o que deve ser reparado”, acrescenta Laguna. O serviço inclui a retirada do motor do veículo, esgotamento do óleo usado, desmontagem técnica, limpeza química das peças e levantamento de todos os componentes que devem ser reaproveitados, usinados ou substituídos.
“Por meio de um processo de desmontagem do motor e limpeza química, o profissional consegue diagnosticar quais são os componentes que podem ser reaproveitados sem interferência de usinagem”, diz o presidente da entidade.
Algumas peças terão que ser substituídas obrigatoriamente como pistões, anéis e bronzinas, enquanto molas de válvulas poderão ser reaproveitadas e outras, como guia, sede de válvula, camisa de cilindro, biela e virabrequim, terão que ser usinadas.
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