terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Gasolina terá 20% de etanol durante 90 dias, a partir de 1° de fevereiro
A quantidade de álcool anidro (sem água) presente na gasolina vendida no país será reduzida de 25% para 20% durante 90 dias, a partir de 1° de fevereiro. A decisão dos ministérios da Agricultura, Minas e Energia, Fazenda e Desenvolvimento, foi tomada devido ao aumento do preço do litro do etanol (agora chamado de álcool) e a possibilidade de desabastecimento, o que não faz sentido pelo fato do combustível ser viável somente em sete estados - Paraná, Goiás, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Bahia e Pernambuco. Para compensar seu abastecimento, o litro do álcool deve custar até 70% do valor da gasolina. Em motores flex a decisão não traz quaisquer tipo de interferência, mas afeta propulsores a gasolina, cuja redução de etanol irá baixar a octanagem e potência, além de motores que estão a ponto de detonar (ou "bater pino", como se diz popularmente).
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Audi convoca donos de Q5 para troca de grampo de fixação
Proprietários do Audi Q5 modelo 2009 são convocados para troca do grampo de fixação do revestimento da coluna dianteira do utilitário-esportivo. Há risco do revestimento se soltar quando o airbag for acionado, causando ferimento. Os chassis envolvidos são de 9A023918 a 9A053867. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800 777 2834 ou no site do fabricante.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Jaguar inicia vendas do esportivo XFR no país
Chega ao Brasil o sedã esportivo XFR, derivado do XF, ao preço de R$ 450 mil. Concorrente direto de Audi RS6, BMW M5 e Mercedes-Benz E 63 AMG, o Jaguar vem equipado com um motor 5.0 V8 com compressor, potência de 510 cv e torque de 61,2 kgfm. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em apenas 4,7 segundos, mas a velocidade máxima é limitada em 250 km/h. Na estética, as maiores diferenças em relação ao XF estão nos novos capô e pára-choques, saias laterais, defletor sobre a tampa do porta-malas, rodas de 20 polegadas e escapamento com quatro saídas. Os freios foram redimensionados e a suspensão ganhou um novo sistema eletrônico de amortecimento.
Salão de Detroit: Belos ou não, elétricos de pequenos fabricantes prometem melhor desempenho e autonomia
"Só 5% dos consumidores dos EUA compram carros movidos pela preocupação ecológica". A frase do vice-presidente mundial de marketing e produtos da General Motors, Bob Lutz, reflete a indisposição do mercado diante de uma realidade movida por elétricos (e suas autonomias e desempenhos limitados). Ele, no entando, é um dos maiores defensores desse tipo de carro e não por acaso se encontrou com o presidente da Tesla, Elon Musk, em Detroit.
A pedido do cineasta Chris Paine, que filmou "Quem matou o carro elétrico", Musk mostrou a Lutz o mais novo modelo de sua fábrica - o S (veja foto na abertura do post), um belo sedã de luxo com linhas muito semelhantes às dos atuais Maserati (e que deverá chegar às lojas somente em 2012), anunciou a venda do milésimo Tesla e deu uma amostra de viabilidade do carro elétrico. Da Califórnia, onde fica a fábrica, até Detroit, Musk percorreu 4.320 km a bordo de um Tesla Roadster, que foi recarregado em casas, lojas e restaurentes até chegar ao salão.
Nem tão famosa como a marca de Musk, a Commuter Cars promete fabricar o elétrico mais rápido do mundo. Com dois lugares (motorista, na frente, e passageiro, atrás), o Tango é bem estranho, custa US$ 150 mil, mas segundo o fabricante pode acelerar de 0 a 96 km/h em quatro segundos. Será mesmo? É o que diz o presidente da empresa, Rick Woodbury (acima), que também anuncia a venda de uma unidade do carro para o ator George Clooney.
Expert na fabricação de carrinhos de golfe, a sul-coreana revela novos modelos bem diferentes do seu foco: o anfíbio Multi Amphibius, capaz de flutuar sob a água até três horas, o microcar e zone EV (de dois lugares) e o esportivo C Square. Sem sombra de dúvidas, o mais belo do trio, ele pode ser carregado em tomadas de 110 volts em até seis horas, tem autonomia de 240 km e alcança até 150 km/h. Preço: US$ 50 mil, se de fato começar a ser produzido nos EUA a partir deste ano.
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Honda relança versão LXL, intermediária, para o Civic
Como que numa resposta quase imediata à chegada do Toyota Corolla GLi, a Honda volta a oferecer a versão LXL no Civic, descontinuada na geração que saiu de linha em 2006. Intermediária entre a LXS e a EXS, ela adiciona à opção inicial controle de rádio no volante, abertura do porta-malas a distância, retrovisores com luzes de direção e rodas de alumínio aro 16 com novo desenho. Dotada de câmbio automático, a versão traz ainda comandos para trocas de marcha no volante. Os bancos podem ser de tecido ou de couro. O motor 1.8 16 flex de 138/140 cv com gasolina e álcool, foi mantido. Outra novidade é a direção com assistência elétrica, antes restrita ao esportivo Si, presente em todas as versões. Preços iniciais: R$ 66.405 (manual) e R$ 71.540 (automático), na ordem.
Mercado de motocicletas fechou 2009 em declínio na produção, vendas e exportação
O mercado de motocicletas no país fechou 2009 com resultados negativos na produção, vendas e exportação, segundo a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). Com um total de 1,54 milhão de unidades, a produção foi 33% menor que em 2008, quando a indústria fabricou 2,32 milhões de motos. Em vendas, o número caiu 21,8%, indo de 2,02 milhões para 1,58 milhão. A maior queda foi para as exportações: de 131,7 mil (2008), para 60,5 mil, 54% a menos. Em dezembro, a produção foi 41,2% menor que no ano anterior, enquanto que as vendas caíram 4,1%. No entanto, se comparado a novembro de 2009, o mês seguinte teve um declínio ainda maior: 16,1%. Para este ano, a entidade espera que o setor venda 1,88 milhão de motos.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Salão de Detroit: Chevrolet expõe Agile, Spark e Cruze
A Chevrolet expõe o hatchback Agile em Detroit, mas sem a intenção de vendê-lo no mercado norte-americano. Uma unidade da versão LTZ, na cor Amarelo Carmam, está ao lado de outros dois lançamentos recentes e que também deverão ser vendidos no Brasil: o monovolume compacto Spark e o sedã médio Cruze. No salão, o fabricante também informa que a produção do modelo argentino passará ao ritmo de oito mil unidades mensais a partir dos próximos meses, um aumento de dois mil carros.
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