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Caro Bruno, adorei seu blog e já instalado em meus favoritos. Semana passada perguntei à revista Quatro Rodas sobre os aparelhos GPS, se os mesmos apresentariam formas de detectar radares móveis e se haveria legalidade nisso. Eles informaram que só os radares fixos nas cidades cadastradas é que são informados. Esse tema é abrangente, imagina se você está passando por uma cidade e não sabe ou não vê o perigo que é visto por nativos do local? Exemplo é a MG-435 próximo a Ubá (MG), onde instalaram o radar numa ponte estreita onde a velocidade permitida é de 60 km/h. Paliativo desonesto, no mínimo politicamente incorreto. Os GPS também deveriam possuir a relação de postos de combustíveis credenciados e fiscalizados. Se algum for autuado, deveria aparecer de vermelho, bem chamativo, para que não sejamos enganados e assim acabar com a farra desses adulteradores que nos lesam há muitos anos.
Eustáquio Amorim
Piraúba/MG
"Eustáquio, os aparelhos de GPS hoje vendidos no Brasil de fato não tem como detectar radares móveis, quase sempre instalados "escondidos", nem postos de combustíveis que já tenham sido flagrados comercializando combustível adulterado. Esta função, na realidade, é de responsabilidade da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) que disponibiliza uma lista com os infratores em seu site - www.anp.gov.br. Como curiosidade, estudantes apresentaram há poucas semanas numa feira de São Paulo um novo dispositivo que detecta combustível de má qualidade no próprio posto de gasolina. Para isso, antes de abastecer, bastaria o motorista derramar o líquido num compartimento adaptado dentro da porta do carro. Caso seja de fato ruim, uma luz vermelha irá acender.”
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terça-feira, 30 de março de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Gasolina terá 20% de etanol durante 90 dias, a partir de 1° de fevereiro
A quantidade de álcool anidro (sem água) presente na gasolina vendida no país será reduzida de 25% para 20% durante 90 dias, a partir de 1° de fevereiro. A decisão dos ministérios da Agricultura, Minas e Energia, Fazenda e Desenvolvimento, foi tomada devido ao aumento do preço do litro do etanol (agora chamado de álcool) e a possibilidade de desabastecimento, o que não faz sentido pelo fato do combustível ser viável somente em sete estados - Paraná, Goiás, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Bahia e Pernambuco. Para compensar seu abastecimento, o litro do álcool deve custar até 70% do valor da gasolina. Em motores flex a decisão não traz quaisquer tipo de interferência, mas afeta propulsores a gasolina, cuja redução de etanol irá baixar a octanagem e potência, além de motores que estão a ponto de detonar (ou "bater pino", como se diz popularmente).
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Governo prorroga desconto de IPI para carros flex até março de 2010
O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira (24) a prorrogação das alíquotas reduzidas de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros flexíveis em combustíveis. Modelos equipados com motor 1.0 terão a alíquota de 3% mantida até 31 de março de 2010, ante o percentual de 7%, que voltaria de forma gradual, até janeiro do próximo ano. Para os modelos de propulsor até 2.0, o imposto continua em 7,5% até o final de março - a previsão anterior era de que o percentual de 11% voltaria, também gradualmente, até janeiro. Veículos equipados com propulsor a gasolina, de qualquer cilindrada, continuam com a elevação gradual do imposto.
Para Mantega, a prorrogação é importante para o setor, que é um grande empregador e tem investimentos significativos no país. O Ministro também declarou que irá incentivar a produção de veículos menos poluentes por meio de um estudo, cujo primeiro relatório será anunciado também em 31 de março. Outra novidade será o selo de consumo que o Inmetro e o Ministério do Desenvolvimento estão desenvolvendo para avaliar os carros segundo o gasto de combustível. “Será um mecanismo útil para medidas do governo”, afirmou o Ministro.
Mais poluidores
Em setembro deste ano o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama divulgaram o ranking “Nota Verde”, que avaliou a poluição emitida por diversos modelos nacionais. Os movidos a álcool encabeçaram a lista. Embora o Governo os considere mais limpos, e por isso prorrogou o IPI, os carros movidos pelo combustível derivado da cana-de-açúcar (incluindo alguns flex) estão em oito das 15 piores posições da lista.
Conforme já publicado por Motorgerais, foram avaliados 251 veículos leves produzidos em 2008. Os flex tiveram avaliações diferentes, para gasolina e álcool. A melhor nota foi dada ao Ford Focus 2.0, a gasolina. Os Chevrolet Meriva 1.8 e Corsa 1.4, ambos a gasolina, foram os piores classificados, seguidos de outros quatro modelos testados com álcool no tanque: Peugeot 307 Sedan 1.6, Citroën Xsara Picasso 1.6, Citroën C3 1.4 e Renault Scénic 1.6. A partir de 2014 novos limites de emissão de poluentes entrarão em vigor no Brasil.
Caminhões
O Governo Federal também manteve a alíquota zero do imposto para caminhões novos até janeiro de 2010. As medidas acompanham o que ocorreu no setor de eletromésticos, que teve maior redução de IPI para equipamentos que consomem menos energia.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Depois de sucessivos aumentos, álcool deixou de ser vantajoso em Minas
Os ultimos reajustes do preço do álcool, que subiu cerca de 10,1% em outubro, já tornaram o combustível desvantajoso, se comparado com a gasolina, em dez estados, incluindo Minas Gerais. Até setembro era mais econômico usar a gasolina em cinco estados. Para calcular qual combustível sai mais barato, basta dividir o preço do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for acima de 0,70, o álcool não é vantajoso.
Entre 1º e 29 de outubro o litro do álcool no Brasil custava R$ 1,624 em média, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo). Em setembro a média de preços era de R$ 1,475. Especialistas apontam que o álcool é competitivo se custar até 70% do valor cobrado pela gasolina.
Segundo a agência é desvatajoso abastecer no Acre (71,64% do preço da gasolina), Amapá (76,32%), Amazonas (72,94%), Espírito Santo (73,27%), Pará (76,79%), Paraná (64,64%), Piauí (72,21%), Rio Grande do Sul (75,91%), Santa Catarina (71,90%), São Paulo (62,41%) e Minas Gerais (71,22%). Na Paraíba (70,84%), Rio Grande do Norte (70,89%) e Sergipe (70,92%), o valor está no limite de diferença. No Mato Grosso o litro do álcool é mais vantajoso do que o da gasolina, ao custar o equivalente a 49,80%.
Entre 1º e 29 de outubro o litro do álcool no Brasil custava R$ 1,624 em média, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo). Em setembro a média de preços era de R$ 1,475. Especialistas apontam que o álcool é competitivo se custar até 70% do valor cobrado pela gasolina.
Segundo a agência é desvatajoso abastecer no Acre (71,64% do preço da gasolina), Amapá (76,32%), Amazonas (72,94%), Espírito Santo (73,27%), Pará (76,79%), Paraná (64,64%), Piauí (72,21%), Rio Grande do Sul (75,91%), Santa Catarina (71,90%), São Paulo (62,41%) e Minas Gerais (71,22%). Na Paraíba (70,84%), Rio Grande do Norte (70,89%) e Sergipe (70,92%), o valor está no limite de diferença. No Mato Grosso o litro do álcool é mais vantajoso do que o da gasolina, ao custar o equivalente a 49,80%.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Será que ele volta? Discussão sobre a venda de automóveis movidos a diesel no Brasil ganha força
Desde que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou parecer favorável à liberação do diesel para automóveis, em agosto deste ano, a discussão sobre o tema tem ganhado força. Hoje, apenas utilitários com tração 4x4 ou veículos pesados podem ser movidos pelo combustível, no país. A proibição existe desde 1976. Na época, a lei foi imposta para reduzir a dependência do petróleo importado, incentivando a produção de veículos movidos a álcool - um ano antes havia sido implantado o programa Pró-Alcool.
Hoje diversos fabricantes nacionais produzem automóveis compactos a diesel para exportação, como Citroën (C3), Fiat (Punto), Peugeot (207) e Volkswagen (Gol). “Esse tipo de motor é mais robusto e confiável, oferece maior capacidade em torque, além de ser largamente empregado em outros países, mas no Brasil esbarra em restrições”, comenta o diretor do 6º Fórum SAE Brasil de Tecnologias de Motores Diesel (também realizado em agosto, em Curitiba), Wilson Loterio. Para ele, é hora de corrigir distorções e eliminar restrições legais, que proíbem a aplicação. “É preciso acreditar no potencial do diesel e seguir a tendência mundial”, diz.
Prós e contras
Entre as principais críticas à volta do diesel, está o fato do combustível nacional ainda ter elevado teor de enxofre, conforme aponta o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Isso tornaria sua aplicação viável, do ponto de vista ambiental, somente após 2013, quando novas medidas entram em vigor. Também pesam o fato do país dominar a tecnologia bicombustível e de ser um dos maiores produtores de etanol do mundo. Á favor está a dificuldade nas exportações, pois o país deixa de investir mais no desenvolvimento de compactos movidos a diesel. A demanda por esse tipo de automóvel está em franco crescimento na Europa, onde o combustível é a opção mais considerada na emissão de poluentes.
Hoje diversos fabricantes nacionais produzem automóveis compactos a diesel para exportação, como Citroën (C3), Fiat (Punto), Peugeot (207) e Volkswagen (Gol). “Esse tipo de motor é mais robusto e confiável, oferece maior capacidade em torque, além de ser largamente empregado em outros países, mas no Brasil esbarra em restrições”, comenta o diretor do 6º Fórum SAE Brasil de Tecnologias de Motores Diesel (também realizado em agosto, em Curitiba), Wilson Loterio. Para ele, é hora de corrigir distorções e eliminar restrições legais, que proíbem a aplicação. “É preciso acreditar no potencial do diesel e seguir a tendência mundial”, diz.
Prós e contras
Entre as principais críticas à volta do diesel, está o fato do combustível nacional ainda ter elevado teor de enxofre, conforme aponta o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Isso tornaria sua aplicação viável, do ponto de vista ambiental, somente após 2013, quando novas medidas entram em vigor. Também pesam o fato do país dominar a tecnologia bicombustível e de ser um dos maiores produtores de etanol do mundo. Á favor está a dificuldade nas exportações, pois o país deixa de investir mais no desenvolvimento de compactos movidos a diesel. A demanda por esse tipo de automóvel está em franco crescimento na Europa, onde o combustível é a opção mais considerada na emissão de poluentes.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
PREÇO DO GNV
REDUÇÃO - Pesquisa feita pelo Ticket Car aponta uma queda de 1,61% no preço do m³ de GNV (Gás Natural Veicular) em maio na capital mineira. O valor médio é de R$ 1,63. No mesmo período o biodiesel registrou um aumento de 1,28%, enquanto os demais combustíveis (álcool, gasolina e diesel) tiveram variações mínimas. (B.F.)
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
ÁLCOOL AINDA COMPENSA EM MG
COMBUSTÍVEIS - Dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) mostram que o uso do álcool combustível (etanol) continua compensando em Minas Gerais. A diferença média de preços entre o derivado da cana-de-açucar e a gasolina é de 34%, aponta levantamento feito pelo site G1. O álcool é competitivo se custar até 70% do valor da gasolina. (B.F.)
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
PREÇO DO GNV CAIU 7% EM BH
REDUÇÃO - Pesquisa realizada pela Ticket Car apontou uma redução de 6,82% no valor cobrado pelo metro cúbico de GNV -Gás Natural Veicular- em abril na capital mineira. O valor médio encontrado foi de R$ 1,657. Gasolina (média de R$ 2,365) e biodiesel (R$ 2,066) permaneceram estáveis enquanto álcool (R$ 1,618) e diesel (R$ 2,063) mostraram pequenas variações. No país, o valor médio do metro cúbico de GNV é R$ 1,834. (B.F.)
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