segunda-feira, 16 de julho de 2012
Para boas (e longas) viagens
Revelada como conceito, VFR 1200X Crosstourer estreia no Brasil em outubro
Quando a Honda a apresentou como moto conceito no Salão de Milão’2010, a Crosstourer despertou a atenção do público por sua autêntica vocação estradeira. A primeira impressão foi tão positiva que a moto ganhou as linhas de produção e, em outubro passará a ser comercializada também no Brasil. Sob a arrojada carenagem, ela traz um moderno motor quatro cilindros em V de 1.236 cm³ aliado à transmissão eletrônica de dupla embreagem – que oferece opção de trocas manuais ou automáticas. O preço, entretanto, ainda não foi revelado.
Proposta para quem busca uma motocicleta versátil e de pilotagem prazerosa ao mesmo tempo, a VRF 1200X Crosstourer é uma autêntica Big On Off Touring, segmento de modelos de uso misto próprios para trajetos de longa distância. O desenho, inspirado na linha VFR, é imponente. Na parte frontal, destaque para o conjunto para-brisa e óptico com faróis sobrepostos. Pisca-alertas possuem LEDs (diodos emissores de luz). O para-brisa é regulável, podendo ser ajustado na posição mais adequada ao piloto. Outro importante equipamento de conforto são os protetores de mãos, reguláveis em três posições.
O chassi é do tipo Diamond em alumínio, estrutura leve que garante equilíbrio entre peso e rigidez. De longo curso, as suspensões foram concebidas para diferentes tipos de terreno. A dianteira possui garfo telescópico de 165 mm de curso, enquanto, a traseira é Pro-Link com 146 mm de curso. Ambas contam com regulagem de pré-carga. Freios são de disco duplo de 310 mm na dianteira e disco simples de 276 mm na traseira.
A segurança é garantida pela presença do sistema de freios Combined ABS (C-ABS) ainda oferecido como opcional na maior parte da linha Honda nacional. Além disso, a VRF 1200X conta com um sistema de controle de tração (TCS), que permite monitorar a velocidade da roda traseira e, ao pilotar em situações adversas ou quando houver uma frenagem brusca, evitar a perda do controle da moto. Se o sistema detectar que a roda está patinando, a potência do motor é reduzida, mas mantendo a tração. Em determinadas condições, o condutor pode desativar a tecnologia.
O painel é totalmente digital em tela de LCD. Dos lados estão os indicadores de combustível e da temperatura do motor. Há ainda informações sobre rotação do motor, hodômetro, consumo de combustível (instantâneo e médio), relógio e utilização do sistema de dupla embreagem.
Motor V4
A VFR 1200X Crosstourer vem equipada com um motor V4, quatro tempos, arrefecido a líquido e de 1.236,7 cm³. Com 129,2 cv (cavalos) de potência a 7.750 rpm, torque de 12,8 kgfm a 6.500 rpm e injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), o propulsor foi desenvolvido priorizando a entrega de potência em baixa e média rotação. Por meio da tecnologia Unicam – que utiliza apenas um comando de válvula por cabeçote, ao invés de dois –, as válvulas de admissão são acionadas por cames (ou ressaltos) e as válvulas de escape, via balancis roletados, objetivando compactação e redução de peso do motor.
As cores branca perolizada e vermelha metálica são as únicas disponíveis. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
Câmbio oferece três modos de pilotagem
A transmissão eletrônica e dupla embreagem oferece a comodidade de se optar por trocas de marchas automáticas. Sua configuração utiliza embreagens independentes para mudanças ímpares (1ª, 3ª e 5ª) e outra para mudanças pares (2ª, 4ª e 6ª).
Para fazer as trocas, as embreagens trabalham de forma alternada. Ao mudar da primeira para segunda marcha, por exemplo, o módulo de controle detecta o pedido de engrenar uma mudança mais alta e engrena a 2ª. Em seguida, libera a embreagem da 1ª e engrena a embreagem da 2ª, para realizar mudanças ininterruptas. Esta transição rápida permite realizar mudanças extremamente suaves e eficientes.
São três modos de funcionamento, sendo dois automáticos (D para condução econômica e S para pilotagem esportiva) e uma terceira opção de seleção manual de seis velocidades, que dá controle total ao piloto por meio de comandos eletrônicos.
No modo automático, todas as mudanças são controladas por um módulo com função inteligente, que avalia constantemente a pilotagem e reconhece os momentos em que se devem engrenar as mudanças de marchas. O piloto pode escolher entre o modo D ou S. Já no modo manual, o condutor controla as mudanças engrenando-as através dos comandos + e –.
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Tirando as medidas da VFR 1200X
Comprimento: 2,28m
Largura: 0,91m
Altura: 1,33m
Distância entre-eixos: 1,59m
Rodas: aro 19 na dianteira e 17 na traseira
Pneus: 110/80 e 150/70, respectivamente
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Ticket Car aponta diesel mais barato na Fernão Dias
Nova pesquisa da empresa Ticket Car aponta que a Fernão Dias – trecho entre Belo Horizonte e São Paulo da BR-381 – tem o menor preço médio de diesel por litro. Levando em consideração os preços de junho, o combustível custa R$ 1,93 na rodovia, enquanto a BR-163, em Mato Grosso, apresenta o valor mais caro: R$ 2,28 em média.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
Soluções flexíveis
Combinando pesquisas e aplicações práticas, grupo alemão propõe carro-conceito que pode servir de base para futuros modelos híbridos
Fernando Calmon
fscalmon@gmail.com
Apesar do futuro mais remoto apontar a mobilidade elétrica como a solução prevalente, em médio prazo o uso combinado de motores elétricos e os tradicionais a combustão interna otimizados para consumo de combustível até 30% menor terá espaço garantido. Segundo o grupo alemão Schaeffler, em processo de fusão com a Continental para formar o maior conglomerado mundial de fornecedores da indústria automobilística, no mínimo 90% dos veículos produzidos em 2020 estarão equipados com motores a combustão interna. No entanto, os estudos também apontam que metade destes modelos receberão motores elétricos que vão interagir de formas diferentes dentro dos conceitos de hibridização.
Entre os avanços que a empresa tem trabalhado, nos motores convencionais, estão otimização da termodinâmica, minimização de perdas por bombeamento e atrito, uso de dispositivos auxiliares controlados por demanda, gerenciamento térmico direcionado, downsizing/downspeeding (sobrealimentação para reduzir cilindrada e obter torque a rotações mais baixas), além da função desligar-ligar o motor.
Um programa específico, em conjunto com a Porsche, levou a expressivos 10,1% de redução de consumo de gasolina em um Cayenne, trabalhando tanto no motor V-8 como no veículo. Desse total, 5,8% de economia vieram do motor, 1,1% nos rolamentos dos dois diferenciais e 3,2% nas barras estabilizadoras hidráulicas das suspensões.
O conceito híbrido da companhia nasceu de um balcão de ideias que não necessariamente será transposto na totalidade para um carro de grande produção. Além do motor de combustão interna (MCI) e um motor elétrico central, há outra solução que inclui dois motores elétricos acoplados aos cubos de roda. O MCI pode trabalhar em paralelo ou em série, neste caso para estender a autonomia da bateria. O motor elétrico central e a caixa de câmbio automatizada de duas embreagens, unidos por correia dentada, movem as rodas dianteiras.
Quanto à tração totalmente elétrica, o veículo de testes é uma perua Skoda Octavia Scout 4x4. Nele foi aplicado o conceito de diferenciais elétricos ativos, nos eixos dianteiro e traseiro. Nestes diferenciais há motores elétricos síncronos de magneto permanente, refrigerados a água, que ajudam a aumentar a potência total disponível. Trabalham com o conceito de vetorização de torque, distribuindo-o entre as rodas do lado direito e esquerdo de forma mais imediata e precisa, em qualquer tipo de superfície, de asfalto molhado até terra enlameada. Há grande ganho em dirigibilidade, segurança e conforto.
A combinação de todas essas pesquisas e aplicações práticas levou a empresa a propor um carro-conceito que batizou de eSolutions. Na realidade, o objetivo é desenvolver para os fabricantes de veículos soluções de chassi e trem de força, baseadas em eletricidade, sem preocupação com forma da carroceria, estilo ou configuração interna. Trata-se de uma plataforma flexível que pode evoluir, qualquer que seja o ritmo imposto pela realidade econômica de infraestrutura na implantação da mobilidade futura.
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
Kia Bongo vai além ao atender Proconve-L6
A Kia aproveitou as exigências de modernização de motores da legislação Proconve-L6 para aumentar a potência do motor 2.5 turbodiesel e aplicar pequenas mudanças de estilo no Bongo. Também conhecido com K2500, o caminhão leve recebeu grade frontal com enxerto cromado – nova assinatura da Kia presente em outros modelos –, faróis com máscaras escurecidas, para-choque com entradas de ar retilíneas e rodas de aço aro 15. Por dentro há novo revestimento para os bancos de tecido, volante e instrumentação do painel, onde finalmente o conta-giros passa a vir integrado.
Antes com 94 cv (cavalos) de potência, a unidade 2.5 turbodiesel intercooler saltou para 130 cv a 3.800 rpm. O câmbio de cinco marchas também mudou, embora dados detalhados sobre a transmissão e torque do motor não tenham sido divulgados pelo fabricante.
Post atualizado às 23h de 13/07/2012 com novas fotos
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
De volta à vida, com coração novo
Honda ressuscita Biz de 100 cm³ e NX4 Falcon preenchendo nicho de mercado. Sem grandes mudanças no desenho, motos trazem novos motores adequados ao Promot 3
Atenta à concorrência cada vez mais competitiva das rivais chinesas, a Honda decidiu trazer de volta duas velhas conhecidas do mercado brasileiro: a cub Biz de 100 cm³ e a NX Falcon. Rebatizadas na linha 2013, as motocicletas receberam desenho atualizado, mas a grande novidade são novos motores adequados à legislação Promot 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).
Biz 100
Primeiro membro de uma família que evoluiu para 125 cm³, a C100 Biz, lançada em 1998, evoluiu para um modelo equipado com sistema flex e injeção eletrônica. A tecnologia elevou o preço da pequena e, apesar de bom número de vendas, a antiga fatia de mercado deixou de ser explorada pela marca japonesa. Pensando no público que preza pela economia de combustível e preço mais acessível, a Honda decidiu trazer de volta a versão com um novo motor OHC quatro tempos, de 97,1 cm³, e denominação Biz 100. Convivendo com a Pop 100 – moto de entrada que mostrou não ser um sucesso de vendas –, a nova Biz de entrada vem equipada com freios a tambor em duas versões: KS, de partida a pedal, por R$ 4.710 e ES, com partida elétrica, a R$ 5.290. Como comparação, a Biz 125 começa em R$ 5.380.
O desenho é o mesmo, exceto pelas lentes das setas na cor laranja. O painel manteve hodômetro e marcador de nível de combustível. Sob o assento há um porta capacetes. Alças laterais auxiliam a fixação de pequenas cargas sobre a parte traseira do assento.
Capaz de gerar 6,43 cv (cavalos) de potência e torque de 0,71 kgfm, o novo motor só manteve a cilindrada em relação ao antigo. Trata-se de uma inédita unidade, usada no scooter Wave 100 no exterior, e que vem aliada a um câmbio semi-automático de quatro velocidades.
O chassi é do tipo monobloco, com suspensão dianteira telescopia e traseira de braço oscilante. No tanque de combustível há capacidade para 5,5 litros (dos quais 1,5 são para reserva). As opções de cores preta, vermelha e rosa metálico, exclusiva de versão ES, são as mesmas da Biz 125.
NX 400i Falcon
Tendo como base a boa e velha NX4 Falcon, a NX 400i Falcon resgata a base da moto descontinuada em 2008 com carenagem levemente reestilizada e novo motor de 397,2 cm³ e injeção eletrônica. A meta do fabricante, entretanto, é ousada para um modelo veterano que permanece sem tecnologia flex: em única versão, a partir de R$ 18.900, a Honda pretende comercializar 11 mil unidades por ano. Todas produzidas na fábrica de Manaus (AM).
Mesmo desgastada pelo passar dos anos, a Falcon ainda demonstra uma aparência atual. Na dianteira, o farol é multi-refletor com lentes de policarbonato. Retrovisores, ponteira e protetor de escape foram resenhados e vem acompanhados de inéditos grafismos. No painel de instrumentos está a maior alteração estética: agora digital, o visor reúne marcador de combustível, tacômetro, velocímetro, hodômetros total e parcial, além de luzes espia da injeção eletrônica.
O novo motor OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, monocilíndrico, de 397,2 cm³, é alimentado pelo sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A potência chega a 28,7 cv e o torque, 3,27 kgfm a 6.000 rpm. O câmbio é manual de cinco velocidades. No tanque de combustível há capacidade para 15,3 litros (reserva de 5,3 litros) e a bateria é selada, isenta de manutenção periódica.
Na dianteira, a suspensão é de longo curso de 215 mm. Na traseira, Pro-link de 180 mm. Freios são a disco e são três as opções de cores: prata metálica, preta e vermelha metálica.
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Retoque na NXR 150 Bros
Líder de vendas no segmento fora-de-estrada de 150 cm³, a NXR 150 Bros acompanha as mudanças da linha 2013 com uma leve atualização no desenho. A carenagem recebeu novos vincos e farol mais potente, com lâmpada de 35 W, enquanto na traseira a luz da lanterna ficou mais eficiente, de acordo com o fabricante. Completando o conjunto há retrovisores em formato oval e pneus de uso misto. O motor é o já conhecido OHC de 149,2 cm³, com quatro tempos, injeção eletrônica e potência de 13,8 cv. As versão também não mudaram: continuam a ES, equipada com partida elétrica, a R$ 8.640, enquanto a ESD, que adiciona freio dianteiro a disco, custa R$ 8.990. A garantia, como na Biz 100 e NX 400i Falcon, é de um ano sem limite de quilometragem. Os preços tem como base o Estado de São Paulo.
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Terceira geração do Mercedes-Benz ML evolui em conforto e equipamentos por R$ 335 mil
A identidade é a mesma que torna o ML inconfundível entre os Mercedes-Benz, mas sob a nova casca da terceira geração se escondem vários aprimoramentos. Primeiro utilitário-esportivo sutil da marca das estrelas de três pontas – depois do jipão parrudo Classe G, de 1979 – o modelo chega ao Brasil em sua terceira geração com um novo motor 3.5 V6 de injeção direta e promessa de menos consumo, atrelado a um câmbio automático de sete velocidades e tração integral permanente. Em única versão, a 350 BlueEfficiency com acabamento Sport, o preço é de R$ 335 mil.
Como nas gerações anteriores, de 1997 e 2004, o ML buscou inspiração nos sedãs da marca. Uma característica explicada pelo responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento da Mercedes-Benz, Thomas Weber. “Na Classe M sempre visamos combinar o conforto e o luxo de um carro de passeio com as características off-road e as emoções proporcionadas por um SUV.”
O coeficiente aerodinâmico passa a ser de bons 0,32 cx. Para alcançar o número, a Mercedes-Benz adotou um desenho otimizado no para-choque frontal, colunas dianteiras e defletor de teto. O resultado é um conjunto elegante, harmonizado com a história do ML e, ao mesmo tempo arrojado. Na dianteira, a grade ficou maior. Faróis integram LEDs e o para-choque é composto por um enxerto cromado na base, reforçando o aspecto de robustez do modelo. Na traseira, o elemento é repetido com aplique sobre a tampa do porta-malas e lanternas iluminadas por filetes de luz. A coluna C, uma marca da ML, foi assegurada com linhas arredondas remetendo a um apelo esportivo. Rodas são de 20 polegadas.
A lista de equipamentos de série é digna de um carro que custa centenas de milhares de reais e inclui, pela primeira vez num ML, acesso à internet por meio do sistema multimídia Comand Online com GPS e tela colorida de sete polegadas. Os ocupantes podem navegar livremente quando o veículo estiver parado ou usar um aplicativo Mercedes-Benz com páginas carregadas quando o carro estiver em movimento. Além disso, o sistema oferece rádio com duplo sintonizador, DVD player compatível com MP3/WMA/AAC, interface USB com display para capas de CDs, entrada auxiliar no apoio de braços central e teclado telefônico. A interface bluetooth permite telefonemas viva-voz e Audio Streaming para transferência de músicas.
A segurança é reforçada pela presença de airbags frontais, laterais e de cortina, controles eletrônicos de aceleração (ASR) e estabilidade (ESP), distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD), freios adaptativos, assistência de partida em aclives, além do detector de sonolência Attention Assist e o sistema de alerta para perda de pressão nos pneus. No banco traseiro, foram adotados apoios de cabeça com ajuste de inclinação. Rebatendo o assento, a capacidade do porta-malas, que é de 770 litros, sobe para 2.010 l (até o teto).
Injeção direta e 306 cv
Um dos novos motores da linha BlueDirect da Mercedes-Benz, o 3.5 V6 se destaca pela injeção direta de gasolina (também de terceira geração) com combustão orientada e novos injetores com 200 bar de pressão, juntamente com ignição multifaísca (MSI) e um novo processo de combustão estratificada. A potência chega a 306 cv (cavalos) e a aceleração até 100 km/h pode ser feita em apenas 7,6 segundos – números dignos de um Classe E. A máxima é limitada eletronicamente em 235 km/h.
A nova transmissão automática 7G-Tronic Plus reforça o apelo de menor consumo e emissões de poluentes. Dotada de novo conversor de torque e sistema de gerenciamento térmico do óleo, a caixa conta com o auxílio dos eixos de transmissão de baixa fricção, a direção com assistência elétrica e os pneus de menor resistência à rolagem para reduzir o gasto de combustível. A tração é permanente nas quatro rodas, com opção de operação fora-de-estrada acionada por meio de um botão. Além disso há o Downhill Speed Regulation (DSR), dispositivo que regula a velocidade em descidas. No tanque de combustível, há capacidade para 93 litros de gasolina, grande autonomia.
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Nível NVH conforto
Preocupados em elevar o nível de conforto – uma das principais críticas em utilitários-esportivos –, os engenheiros da marca elevaram o chamado nível NVH de conforto, que leva em cosideração a aspereza, ruído e vibração do veículo. A base para que seja atingido o índice é o nível de conforto fornecido pela estrutura da carroceria. Outras melhorias foram aplicadas no sistema de propulsão e chassi.
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Tecnologia anti-distração é desenvolvida pela Ford
Dados fornecidos por recursos de assistência ao motorista ajudam a Ford no desenvolvimento de uma nova tecnologia anti-distração. Em fase experimental, o sistema funciona por meio de sensores infravermelhos instalados no aro e raios de direção que monitoram as palmas das mãos do motorista e seu rosto para captar mudanças de temperatura. Outro sensor sob a coluna de direção mede a temperatura da cabine para comparação. Um terceiro sensor instalado no cinto de segurança avalia a respiração de quem dirige. “Esses dispositivos ainda estão em pesquisa, mas mostram as grandes oportunidades que temos de aproveitar os dados já existentes nos para criar um sistema inteligente de tomada de decisões e simplificar a experiência de direção”, afirma o gerente de infotrônica da área de pesquisa da Ford, Gary Strumolo.
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