quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Fiat anuncia minivan 500L, presente em Genebra
Tal qual o Fiat 500 foi inspirado no seu homônimo da década de 1950, a marca italiana anuncia para o Salão de Genebra - a partir de 6 de março - o lançamento da minivan 500L. Tratada pela imprensa até poucos dias pelo codinome Ellezero, o modelo herda o conceito de amplo espaço interno do clássico 600 Multipla, traço indicado pelo próprio nome, onde a letra L faz referência à palavra Largue. Fabricada na Sérvia, a 500 L terá três opções de motor, pelo menos inicialmente: 1.4 e TwinAir, a gasolina, além de uma unidade 1.3 Multijet turbodiesel. As vendas no mercado europeu começam no último trimestre do ano.
Peugeot mantém preço do 408 na versão 1.6 turbo
Pelos mesmos R$ 81.490 da versão Griffe equipada com motor 2.0 16v flex e o criticado câmbio automático de quatro velocidades, a Peugeot passa a oferecer sedã 408 1.6 turbo de 165 cv (cavalos) e transmissão de seis velocidades. O novo motor, anunciado desde o lançamento do sedã argentino, é o mesmo do crossover 3008 e do cupê RCZ e fornece torque máximo de 24,5 kgfm a apenas 1.400 rpm. Números suficientes para acelerar até 100 km/h em 8,3 segundos e alcançar uma máxima de 213 km/h.
Volante e rodas de liga-leve ganharam novo desenho para diferenciar a opção, que deverá enterrar o equivalente 2.0 – a menos que a Peugeot reduza o preço. A lista de equipamentos de série inclui ainda ar-condicionado automático de duas zonas, bancos de couro, controle de estabilidade, faróis direcionais bi-xenon, navegador e teto-solar elétrico.
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Vida útil dos pneus depende da estrada e, principalmente, do motorista
A troca dos pneus é sempre uma dúvida para os motoristas. Muitos não sabem se os jogos dianteiro e traseiro devem ser substituídos ao mesmo tempo. Outros acreditam que é possível recauchutar pneus velhos. E ainda existem aqueles para quem o prazo de garantia é mais importante. Na prática, são vários os fatores que determinam a hora certa de se fazer a troca dos borrachudos. “Pode variar de acordo com o tipo de pneu, radial ou diagonal, com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freadas, arranque, curvas etc.), o tipo de estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e muitos outros aspectos”, explica o gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone, José Carlos Quadrelli.
Para saber qual é a hora certa de se fazer o procedimento, o motorista pode adotar como principal indicativo o TWI (Tread Wear Indicator), traduzindo do inglês, índice de desgaste do talão. São ressaltos de borracha de 1,6 mm de profundidade nos sulcos dos pneus. “Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneumático deve ser trocado, pois passou a ser considerado careca, interferindo na segurança e se tornando passível de autuação pelas autoridades de trânsito”, alerta o gerente de engenharia.
O TWI também serve para o motorista verificar se o pneu está com desgaste irregular, o que pode indicar a necessidade de se fazer procedimentos básicos de manutenção, como alinhamento, balanceamento e calibragem – em alguns casos o pneu pode estar mais gasto em algum sulco do que nos demais. Por isso, é preciso sempre ficar atento ao estado de conservação do componente.
Caso o descuido não seja levado a sério, corre-se o risco de reduzir a vida útil do pneu e até mesmo perdê-lo. Sem contar que trafegar com os pneus irregulares diminuiu a capacidade de frenagem, dirigibilidade e aderência no solo, colocando a vida dos ocupantes do veículo em risco.
[saiba mais]:
Exceção à regra
A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, rasgos ou furos. Nestes casos, os pneus devem ser substituídos imediatamente
Recauchutados
Pneus recauchutados não são recomendados para carros de passeio, por não ter estrutura para receber o procedimento – diferente dos pneus de caminhões e ônibus
Garantia
A lei brasileira determina um prazo mínimo de três meses para defeitos de fabricação
Em trocas, eixo traseiro deve ser priorizado
Outra dúvida frequente envolvendo pneus se refere à quantidade de pneus a ser substituída. O recomendado, segundo a Brigestone, é trocar os quatro borrachudos ao mesmo tempo, caso tenham sido utilizados de forma uniforme. “Isso possibilita que estejam todos nas mesmas condições. Porém, caso não seja possível a troca dos dois conjuntos, o par de pneus novos deve ser colocado no eixo traseiro, que é a responsável pela estabilidade do veículo”, recomenda Quadrelli.
Sobre a especificações dos pneus, o ideal é seguir as orientações do manual do veículo. Quando o pneu original é trocado por outro com especificações diferentes, pode haver perda de desempenho e segurança. O mesmo critério é válido para o uso de diferentes marcas de pneus num mesmo veículo. Não se deve misturar, pois cada fabricante tem características diferentes - como as ranhuras na banda de rodagem, que tem grande influência na dirigibilidade e são responsáveis pelo escoamento da água no contato com a pista.
Leitura nas laterais
Além do aro, largura e altura, na hora da escolha do componente também é preciso saber o índice de carga e símbolo de velocidade. Se o motorista não possuir o manual, deve entrar em contato com a montadora para obter tais informações.
Se o pneu velho for original, é possível verificar as informações nas laterais da borracha. Onde constam dois números separados por uma barra estão indicados largura e altura. A letra indica o tipo de pneu (radial ou diagonal) e o número, o aro da roda. Desta forma, o pneu 175/70 R13 tem 175 mm de largura de seção, e 70% da largura de seção de altura, é radial e montado em rodas de aro 13 polegadas. Se não houver letra é diagonal.
A lateral do pneu também traz a informação de sua data de fabricação e não de validade, uma vez que - conforme Quadrelli - é impossível estabelecer um prazo de vida útil diante de tantos fatores.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Travamento de direção motiva recall da Renault
10.578 unidades do modelos Sandero, Sandero Stepway e Logan ano/modelo 2012 são convocadas pela Renault para verificação da caixa de direção hidráulica e, se preciso, a substituição do componente. O motivo é a possibilidade de travamento da direção, detectada pelo fabricante. Todos os clientes envolvidos na convocação estão recebendo um comunicado. A empresa também coloca à disposição o telefone 0800-0555615, o e-mail sac.brasil@renault.com, além site www.renault.com.br.
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SpaceFox é convocada para recall em cintos
A Volkswagen convoca 6.731 unidades da perua SpaceFox ano-modelo 2012 para recall nos cintos de segurança laterais traseiros. Segundo a marca foram detectadas fissuras nos componentes, o que pode ocasionar falhas na retenção dos ocupantes em caso de colisão. O serviço consiste na averiguação e possível substituição dos cintos. Maiores informações podem ser obtidas por meio do site www.vw.com.br ou no telefone 0800-019-5775.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Topo de linha, novo A8 L inicia temporada de lançamentos da Audi em 2012
Discreto por fora, extremamente requintado por dentro, o novo sedã Audi A8 L desembarca no Brasil como primeiro dos 20 lançamentos programados pela marca das quatro argolas para 2012. Equipado com motor 6.3 de 12 cilindros em forma de W, o modelo se diferencia do A8 pela distância entreeixos 13 centímetros maior e uma repleta lista tecnológica, que inclui desde recursos de segurança ao motorista – caso do piloto automático adaptativo – ao sistema de som Bang & Olufsen. Tudo por uma bagatela igualmente restrita: R$ 625 mil.
Presente desde a primeira geração do A8, há 15 anos, a carroceria de alumínio evoluiu e agora dispensa somente as colunas B, feitas de aço. Os 13 centímetros a mais deixaram o sedã com 5,27 metros de comprimento e 3,12 metros de entreeixos, garantindo mais conforto para os ocupantes do banco traseiro. Faróis são do tipo full LED, e incluem, no conjunto, luzes de neblina de 60 metros – quatro vezes mais que uma iluminação de nevoeiro convencional. As rodas de liga-leve tem aro de 19 poledas e pneus 255/45. No porta-malas cabem 510 litros de bagagem.
Motor 12 cilindros
O motor 6.3 W 12 se diferencia pelo arranjo compacto e leve. Em forma de W, é feito através de quatro fileiras de três cilindros cada, como dois blocos V6 juntos, com uma separação de 72º.
Dotado de injeção direta, produz 500 cv (cavalos) de potência a 6.200 rpm. Números que lhe conferem um desempenho digno de superesportivo: aceleração até 100 km/h em 4,7 segundos e máxima controlada em 250 km/h. A Audi anuncia um consumo médio de 8 km/litro (combinado cidade/estrada) e a emissão de CO2 de 290 g/km.
O câmbio Tiptronic de oito velocidades oferece opções de trocas por meio de alavanca seletora. Também de série, a tração integral quattro altera a distribuição entre os eixos conforme a necessidade.
[saiba mais]:
Anjos da guarda tecnológicos
Outros importantes recursos de segurança ao motorista diferenciam o A8 L no mercado. Entre eles está o Adaptative Cruise Control ou, traduzindo do inglês, piloto automático adaptativo. Integrado ao sistema Stop & Go, ele é capaz de desacelerar o novo A8 L e pará-lo completamente. Se o veículo da frente se mover, o Audi volta a se mover também.
Pre Sense Plus
É capaz de identificar possíveis situações de emergência, trabalhando em colaboração com outros sistemas para iniciar medidas de proteção preventivas em caso de uma colisão iminente. Detectada o risco, o sistema aciona os freios automaticamente, modifica o posicionamento dos assentos, tenciona os cintos de segurança dianteiros e faz o fechamento total dos vidros e do teto solar. Aliado ao ACC Stop&Go, pode evitar possíveis colisões com o veículo da frente em velocidades acima de 30 km/h ou atenuar as consequências de tais acidentes. Primeiro, o motorista é alterado por meio de alertas sonoro e visual. Paralelamente, o sistema de freio é pré-carregado e os amortecedores da suspensão a ar adaptável ficam mais rígidos.
Night Vision
O assistente de visão noturna capta imagens por meio de uma câmera térmica instalada no emblema frontal do carro. Um computador transforma os dados e exibe as imagens na tela do painel de instrumentos. Infravermelho, a tecnologia capta até 300 metros diante do A8, dependendo da velocidade, reagindo ao calor emitido por pedestres ou animais.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Especialista alerta sobre riscos de cristalização na pintura
Engenheiro mecânico com 39 anos de experiência no segmento, André Avny alerta que existe muita falta de informação sobre a cristalização. Para ele, enquanto muitos acreditam que o serviço irá recuperar a pintura do carro, empresas do segmento sobrevivem e aproveitam da situação para ganham mercado.
Cristalizar significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regras definidas) para cristalina (com direção e regras definidas). “Por consequência, as promessas sobre a eficácia desse serviço acabam enganado muitos apaixonados por automóvel que não possuem tantas informações sobre os produtos e seu real resultado ao veículo”, afirma Avny.
O engenheiro, que já trabalhou com produtos anti-ferrugem na década de 70, e desde então acompanha a evolução do segmento, explica que para conseguir uma camada cerosa e duradoura - que proteja e preserve a pintura - é preciso utilizar polimento com polidores a base de água e que contenham um mínimo de cera, sem nenhum silicone. Assim, se limpa totalmente a superfície da tinta, extraindo todos os contaminantes sólidos incrustados.
Produtos abrasivos não são recomendados para se utilizar em mais de duas ou três vezes, pois podem desgastar a pintura durante a vida útil do carro. “Tudo porque a cada polimento desse tipo, a espessura do verniz diminui consideravelmente”, revela Avny. Outros cuidados envolvem o tipo de produto que será utilizado e o profissional que irá aplicar o material, o que poderá – em muitos casos – evitar danos e prejuízos à carroceria.
[saiba mais]:
Rede especializada
André Avny também é franqueado da Station Car, rede especializada em serviços de higienização, lavagem, enceramento, serviços de funilaria e pintura que atua em quatro estados do país (São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco)
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