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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Mercado



Em tese, aí está o maior problema do City. Posicionado entre Fit e Civic na linha Honda, ele chegou com preço muito próximo ao do sedã médio. Oferecida por R$ 66.780, a versão EX-L até custa mais que o Civic LXS, vendido por R$ 65.745. Mas isso parece não afetar as vendas do City, que já emplacou mais de  dez mil unidades desde julho, quando foi lançado. Por quê levá-lo? Economia de combustível e dimensões pouco menores. Entretanto, a sobreposição deve acabar em breve. Segundo fontes, a Honda prepara um reposicionamento do Civic, agregando um pouco mais de conteúdo (e preço).


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Manutenção



Quanto custa manter um City? A resposta depende de quanto você roda por mês. E também dos preços cobrados pelas revisões, feitas a cada 10 mil quilômetros. Motorgerais levantou os preços, fixos, das cinco primeiras intervenções do modelo. Confira:

10 mil km - R$ 126,10
20 mil km - R$ 232,32
30 mil km - R$ 294,71
40 mil km - R$ 841,52
50 mil km - R$ 210,71

Estranhou o valor (bem) mais alto da quarta revisão? Isso tem explicação: ela inclui a troca do filtro de ar, jogo de velas, junta da tampa de válvulas e regulagem das válvulas, recomendadas pela Honda. Como alternativa, a concessionária consultada também ofereceu alinhamento e balanceamento da direção por R$ 54 e R$ 36, na ordem.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Desempenho



O motor 1.5 16v de 115/116 cv a 6.000 rpm, com gasolina e álcool, na ordem, está na medida certa. Graças à tecnologia i-VTEC (Controle Eletrônico Variável de Sincronização e Abertura de Válvulas), a maior parte da força é disponível em baixa ou alta rotação. Basta pisar mais fundo. O torque anunciado é de 14,8 kgfm a 4.800 rpm, mas a Honda não divulga dados de consumo. Fato é que o tanque de combustível, com capacidade para 42 litros, tem autonomia muito limitada, obrigando abastecimentos constantes. Para compensar, há um medidor instantâneo de consumo (que mostra a média de litros a cada 100 km) no computador de bordo. Uma solução semelhante ao Econômetro adotado em carros da Fiat.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Espaço interno



Por fora, o City é compacto. Mas por dentro, o espaço, principalmente no banco traseiro, é de médio. Ótima notícia para os maiores de 1,80 m, como eu. A boa distância entre eixos de 2,55 metros é outro fator que ajuda nos argumentos de vendas do sedã, que mede 4,40 m de comprimento e 1,69 m de largura. E por incrível o que pareça, no porta-malas ele também está acima de média: tem espaço para 506 litros de bagagem, 166 litros a mais que o próprio (médio) Civic.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Equipamentos



Ar-condicionado digital, bancos de couro, rádio CD MP3 com controle no volante e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem fazem parte dos equipamentos de série da versão EX-L, que tem como opcional somente o câmbio automático. O banco traseiro pode ser regulado em duas posições de altura, algo único no segmento, e o útil terceiro encosto de cabeça não foi esquecido. Entretanto, os bancos dianteiros são difíceis de regular a altura por meio de uma rodela (uma alavanca seria muito mais fácil de se operar).

domingo, 13 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Acabamento



Nada melhor do que pegar a estrada no final de semana e "explorar" o carro ao máximo. O "domingão" também é a oportunidade certa para ver e sentir o acabamento do City. Afinal, por fora, o ótimo padrão de qualidade de construção da Honda não deixa dúvidas. Mas e por dentro? Para esta versão, topo de linha, não há críticas. Os bancos de couro são macios e envolventes e o volante é revestido de material que evita o inconveniente do suor das mãos.

Outros pontos positivos são os apliques na cor prata no painel e nas portas (o que acentua a esportividade do modelo), um prático porta-objetos entre os bancos dianteiros e a iluminação alaranjada do painel de instrumentos, de fácil visualização. A também japonesa Toyota bem que poderia aprender alguns detalhes com o City, para deixar seus modelos mais refinados...


sábado, 12 de dezembro de 2009

Teste dos 7 dias: City EX-L - Design



Começa hoje mais uma maratona de postagens do Teste dos 7 dias no blog Motorgerais. Nele, carros recém-lançados são avaliados ao longo de uma semana por meio de impressões diárias de design, acabamento, equipamentos, espaço interno, desempenho, manutenção e mercado, na ordem. Desta vez, participa do teste o sedã compacto Honda City, em sua versão topo de linha EX-L, com câmbio manual, que custa R$ 66.780. O último carro a participar do teste foi o Volkswagen Polo BlueMotion.

Muitos consideram o City um Fit três volumes. Em parte faz sentido, pois sua plataforma e parte dos componentes são emprestados do monovolume. Mas o design externo tem como fonte dois sedãs maiores da Honda: o Civic, na parte dianteira (faróis, grade e pára-choque), e a nova geração do híbrido Insight, por meio de sua linha de cintura alta e formato das portas traseiras. O resultado é um conjunto arrojado e que sobressai no segmento dos compactos, por meio de itens exclusivos como luzes de direção integradas aos retrovisores e rodas de liga-leve aro 16 de cinco raios, com parte da pintura em preto. Como gosto é subjetivo, deixo aqui minha opinião sobre as lanternas: elas não "casam" com o conjunto ótico frontal, embora a tampa do porta-malas e o pára-choque traseiro mantenham a ousadia presente na dianteira.

E você, aprova o design do City?






sexta-feira, 3 de abril de 2009

KANGOO SPORTWAY (7)



SÉTIMO DIA - Fim do período de avaliação, hoje é dia de levar o Kangoo de volta à autorizada Valence. A impressão nestes sete dias foi a de um veículo honesto e incompreendido no mercado brasileiro -visto que o Renault é sucesso de vendas na Argentina e Europa.

O pacote de equipamentos é rico: a versão Sportway vem com airbag duplo, segunda porta deslizante (na lateral esquerda), ar-condicionado, rádio CD MP3, rodas de liga-leve, barras no teto e sete lugares. O interior é bem acabado, embora tenha um grande nível de ruído nos bancos dianteiros e na parte traseira. E a versão custa R$ 50.190 -contra R$ 60.098 do principal rival, o Fiat Dobló 1.8 Adventure, embora o Sportway só tenha adereços fora-de-estrada.

Talvez, se o Renault fosse atualizado como na Europa, ganhasse pneus de uso misto e maior altura em relação ao solo, suas vendas decolassem frente ao Fiat... (B.F.)

© Copyright - Reprodução permitida, desde que citados os devidos créditos

KANGOO SPORTWAY (6)



SEXTO DIA - Mesmo motor do Clio, Symbol e Mégane, o 1.6 16 válvulas (chamado de Hi-Flex pelo fabricante) proporciona bom desempenho no Kangoo, mas sua potência é menor do que nos demais "irmãos". Gera 98 cavalos com álcool e 95 cv com gasolina, com torque de 15,3 kgfm e 15,1 kgfm a 3.750 rpm, na ordem. Na prática, isso reflete em respostas mais modestas -fato agravado pela aerodinâmica inferior do multiuso, de teto (bastante) alto. Outro agravante é o consumo, um tanto alto, medido ao longo do teste. (B.F.)

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KANGOO SPORTWAY (5)



QUINTO DIA - Como fez no Clio, a Renault não atualizou o painel do Kangoo vendido no Brasil em relação ao modelo europeu. As diferenças são pequenas, mas perceptíveis: o do velho continente tem dois tons de cores e a parte superior tem peças novas. Ponto bastante positivo da versão Sportway é o comando satélite do rádio, posicionado no lado direito da coluna de direção. (B.F.)

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terça-feira, 31 de março de 2009

KANGOO SPORTWAY (4)



QUARTO DIA - "Uai, cadê o porta-luvas?" Essa foi a minha primeira indagação ao procurar o manual do Kangoo. Pobre inocente, ele estava justo sobre a minha cabeça! Coisa de minivan, o Renault vem como esse útil porta-trecos no teto. Tem espaço de sobra, mas também tem uma puta desvantagem: como ele é aberto e não há tampa, durante uma manobra brusca um objeto pode cair sobre a sua cabeça! (B.F.)

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segunda-feira, 30 de março de 2009

KANGOO SPORTWAY (3)

TERCEIRO DIA - Já é noite e o indicador do painel aponta que o tanque de combustível (gasolina e/ou álcool) está quase na reserva. Paro num posto e o frentista -um rapaz bem jovem- vem me atender. "Completa patrão?"-pergunta... "Não, não, coloca uns R$ 30 que já é suficiente"-retruco. Como se nunca tivesse visto o modelo da Renault antes, ele observa atentamente o banco adicional instalado no lado esquerdo do porta-malas. "Dá pra levar a criançada aí atrás"-comento. Ele ri e concorda.

Tanque "cheio", é hora de fechar o bocal do tanque. "Ihh rapaz, não tô conseguido fechar esse negócio"-reclama o rapaz. Observo e concordo: de fato, esse é diferente de todos que já vi. "Tente girar"-recomendo. Só após 15 minutos conseguimos interpretar o mecanismo de fechamento da tampa, de formato arredondado. O segredo é girar não toda a tampa, mas apenas a chave. Diferente hein... (B.F.)

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KANGOO SPORTWAY (2)

SEGUNDO DIA - Dia de dirigir o Kangoo em 120 km de estrada entre Itaúna e Itaguara. Pela primeira ver reparei a excelente altura no interior do veículo (até quem tem mais de dois metros viaja sem esbarrar a cabeça). Em contrapartida, a visibilidade traseira é bem ruim e tem motivo: a porta única, oferecida pela Renault no lançamento em 1999 foi, em algum momento, trocada por duas assimétricas, iguais a do comercial Kangoo Express. Bem difícil de enxergar quem vem atrás, principalmente com chuva -só há limpador e desembaçador do lado esquerdo, assim como a luz de marcha-a-ré (essa está no lado direito, se bem que no esquerdo ainda tem uma luz de neblina). Eta economia de escala de produção. (B.F.)

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sábado, 28 de março de 2009

KANGOO SPORTWAY



PRIMEIRO DIA - Ontem foi dia de pegar um Renault Kangoo Sportway para avaliaçao de sete dias, a ser publicada no Gazeta do Oeste. As impressões serão postadas aqui no blog dia-a-dia, mostrando sempre um ponto positivo e um ponto negativo.

Pra quem não sabe, o multiuso argentino recebeu novo conjunto ótico no ano passado, enquanto que na Europa o Kangoo já passava à sua segunda geração. A versão Sportway, também nova, tem estética que sugere desempenho fora-de-estrada e... nada mais. Nesse primeiro contato, destaco a ampla área envidraçada e, como falha, o alto nível de ruídos na parte traseira da carroceria. (B.F.)

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