segunda-feira, 30 de julho de 2012

fortwo 2013 inicia nova estratégia da smart no Brasil


Lançado na Europa em abril, o smart fortwo 2013 chega ao Brasil. O minicarro passou por alterações pontuais de estilo e acabamento. A grade frontal, por exemplo, passa a ostentar o logotipo da marca e contorno prateado nas versões impulsionadas pelo motor turbo. No para-choque há nova entrada de ar e luzes diurnas de LEDs (diodos emissores de luz). Os pneus do smart mhd agregam as mesmas medidas das demais versões: 175/55 na dianteira e 195/50 na traseira. Além disso, o desenho das rodas mudou, foram adotados novos spoiler e saias laterais, que podem ser na cor preta mhd, ou na cor do carro.

A cor, aliás, também varia no interior do smart turbo. São três opções que envolvem bancos, painel e estofamento das portas: bege, preto ou vermelho. No cabrio, a capota pode vir colorida. A carroceria estreia a opção de cor cinza fosco. Exceto no mdh, o sistema multimídia conta com tela de 6,5 polegadas, navegador e rádio CD com DVD, entradas auxiliar, SD card e Bluetooth. Assistente de partida em ladeiras, ar-condicionado, controles de estabilidade, direção com assistência elétrica, freios ABS e sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis são itens de série.


O motor é um 1.0 de 71 cv (cavalos) na versão mhd e 84 cv no smart turbo, sempre acoplado a um câmbio automatizado de cinco velocidades.
   
Rede integrada
Desde que chegou ao Brasil importado da França, em 2009, o fortwo acumula mais de 4 mil unidades vendidas no país. Em busca de redução de custos, a smart mudará sua estratégia no mercado local, vendendo os modelos num espaço dentro das concessionárias Mercedes-Benz – que detém controle sobre a marca –, em vez de concessionárias próprias. A ideia é manter vendedores e técnicos exclusivos.
Atualmente existem oito revendas smart no Brasil, em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória. Até o fim de 2012, os planos da smart são inaugurar mais três concessionárias para o microcarro. Em 2013, outras duas.


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Preços da linha 2013:

fortwo mhd coupé  – R$ 52.500
fortwo turbo coupé – R$ 68.500
fortwo turbo cabrio – R$ 72.500
fortwo turbo cabrio tritop (com capota colorida) – R$ 72.900

C3 Picasso e Aircross tem recall nos freios


Uma falha nos flexíveis dos freios dianteiros levou a Citroën à convocar proprietários das minivans C3 Picasso e Aircross 2010 a 2012 a um recall. De acordo com o fabricante, a montagem incorreta dos componentes pode provocar desgaste no contato com as peças do entorno e perda de fluído de freio, com risco de acidentes. O tempo estimado de serviço é de 1h30. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800-011-8088 ou no site www.citroen.com.br.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Debute à brasileira


Atrasado três anos, Citroën C3 de segunda geração estreia no país com reestilização a ser aplicada na Europa. Em três versões de até 122 cv, hatch nacional tem painel próprio
   
Semelhante ao C3 europeu em produção no Velho Continente desde 2009, a segunda geração do compacto de entrada da Citroën chega ao Brasil com grade frontal redesenhada e LEDs (diodos emissores de luz) integrados ao para-choque que só serão aplicados na Europa no segundo semestre. Com lançamento marcado para 6 de agosto, o modelo teve as primeiras imagens e dados antecipados pelo fabricante, exceto o preço (que continua uma incógnita). Será que ele custará mais caro que o atual C3?
Certo é que o novo C3 virá em três versões de acabamento, dos quais duas (Origine e Tendance) são inéditas e se somam à topo de linha Exclusive. Os motores são os novos 1.5 de 93 cv (cavalos) e torque de 14,2 kgfm, e 1.6 16v de 122 cv e 16,4 kgfm, aliados a câmbios manual e automático, todos já conhecidos da dupla C3 Picasso e Aircross. A plataforma, aliás, não é o único grande componente que os modelos compartilham.

O painel do novo C3, diferentemente do modelo europeu, é o mesmo das minivans. Uma adaptação bem ao jeitinho brasileiro que tem como principal propósito a redução de custos. Mantendo o volante de base achatada com novas saídas de ar arredondadas e um quadro de instrumentos de fundo branco, o painel do C3 tupiniquim abriu mão da sofisticação do equivalente original, que é bicolor e possui navegador integrado acima do console central.


Um dos maiores arrojos, contudo, foi mantido no carro produzido em Porto Real (RJ) e certamente será o grande mote desta geração: trata-se do para-brisa panorâmico Zenith, opcional que se estende sobre a carroceria indo bem além do tradicional teto-solar. A luminosidade é outra vantagem do para-brisa que, acrescenta a Citroën, aumenta o campo de visão vertical dos passageiros dos bancos dianteiros em mais de 80° em relação a um vidro convencional. Resta saber quanto custará mais esta ousadia dos franceses – já vistos com desconfiança pelo brasileiro, sobretudo o mineiro, pelo alto valor cobrado nas revisões de seus carros.




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Gol e Voyage também passam pelo bisturi

Enquanto a Citroën prepara a chegada do novo C3 reestilizado, outros dois carros já presentes no país desde 2007 passaram por sua primeira mudança de estilo na atual geração. Modelo mais vendido do mercado nacional, o Gol adotou faróis, grade e para-choque frontal mais retilíneos, repetindo o novo DNA da marca já aplicado à Fox e Jetta, somado a novas lanternas, vidros dianteiros elétricos, travamento central e abertura interna do porta-malas como equipamentos de série. Acompanhado do Voyage, mais refinado na traseira, e trazendo leves novidades no painel, o Gol estreia ainda o pacote de equipamentos BlueMotion para redução no consumo de combustível. Os preços da linha vão de R$ 27.990 para o Gol 1.0 a R$ 43.490 para o Voyage 1.6 Comfortline equipado com o câmbio automatizado I-Motion.


Punto 2013 segue estilo do Evo europeu


Lançado no Brasil em 2007, o Fiat Punto passa por sua primeira reestilização na linha 2013. Adotando um estilo já descontinuado na Europa, onde adotou o sufixo Evo (hoje em sua segunda atualização), o hatch compacto adotou nova grade e entrada de ar frontal, emoldurada por plástico e as luzes de setas, detalhe cromado, calotas, rodas e frisos laterais redesenhados. Na traseira, igualmente com novos para-choques, há luzes de LEDs e o novo logotipo que identifica o Punto.


O interior adota um painel de linhas arredondas e a função Eco:Drive, que orienta o motorista à uma direção mais econômica. Na versão esportiva (e mais cara da linha) 1.4 16v T-Jet, a grande novidade, entretanto, é o Seletor DNA. O sistema oferece três modos de condução – Dinâmico, Normal e Autonomia – que alteram a resposta do pedal do acelerador e a luz de aviso para troca de marcha que, no último caso, prioriza a redução do gasto de combustível.


Como no novo Uno, o motor 1.4 flex evoluiu com variador de tempo de válvulas e mais potência com etanol (88cv, ante os 86cv anteriores), agora sendo chamado de Fire Evo, enquanto o câmbio automatizado Dualogic passa a ser o Plus, com as novas funções Auto-Up Shift Abort e Creeping. A lista de versões permanece inalterada. Confira os preços:

Punto Attractive 1.4 – R$ 38.570
Punto Essence 1.6 16v – R$ 41.750
Punto Essence Dualogic 1.6 16v – R$ 44.140
Punto Sporting 1.8 16v – R$ 46.400
Punto Sporting Dualogic 1.8 16v – R$ 48.770
Punto T-Jet 1.4 16v Turbo – R$ 55.740


Freelander 2 ganha série especial Dynamic


Modelo mais vendido da Land Rover no Brasil, o Freelander 2 ganha a série de apelo esportivo Dynamic por R$ 170 mil. Limitada a 700 unidades em todo o mundo, dos quais 90 virão ao país, o modelo se diferencia esteticamente por trazer para-choques com apliques, saias laterais, aerofólio traseiro, rodas aro 19 e três opções de cores aplicadas no recém-lançado Range Rover Evoque: azul mauritius, preto barolo e vermelho firenze. As cores combinam com o tom dos bancos de couro, acabamento das portas e painel, que podem ter detalhes em branco ou vermelho. O motor é o 2.2 diesel SD4 de 190 (cavalos).

terça-feira, 24 de julho de 2012

Limusine equilibrada


A mais luxuosa das motocicletas Honda, GL 1800 Gold Wing ganha aprimoramentos de estilo, bagageiros laterais e rádio CD MP3, por R$ 92 mil

Muito conforto para piloto e garupa, completa lista de equipamentos de série – o que inclui até mesmo um airbag de formato em V – e um vigoroso motor seis cilindros à disposição para se explorar grandes distâncias. Estas são três características já conhecidas da GL 1800 Gold Wing, uma das estradeiras mais cobiçadas dos motociclistas e a mais luxuosa das Honda. Na linha 2012 que acaba de chegar às concessionárias, as novidades são menos impactantes, mas aprimoram o conjunto restrito à poucos: a meta da marca japonesa é comercializar 80 unidades da grandona importada do Japão, ao preço de R$ 92 mil.

A primeira das alterações aparece na carenagem. Faróis receberam máscara negra, há novos piscas e acabamento que envolve as entradas de ar, na cor prata. A remodelação foi mais profunda na traseira ao adotar um conjunto de luzes reposicionado acima da placa e dos novos bagageiros laterais, ampliando a capacidade de carga de 147 para 150 litros. As rodas são de liga leve aro 18 na dianteira (calçadas em pneus sem câmara 130/70 R) e aro 16 atrás (180/60 R).


Somados ao para-brisa regulável, controle de velocidade, sistema de marcha-a-ré e regulagem eletrônica da suspensão traseira, o rádio agora pode acoplar MP3 e celular, como iPod, iPhone e dispositivos USB. O sistema de som também ficou mais potente com um amplificador de 80 watts por canal, permitindo a reprodução de um áudio mais puro e nítido.

O painel de instrumentos é detalhado. Possui velocímetro, tacômetro, indicadores de nível de combustível e temperatura do motor. Mais abaixo está o mostrador digital que tem, entre suas funções, hodômetro total e dois parciais, ajuste da luminosidade do mostrador, relógio, medidor de temperatura ambiente, indicador de abertura dos compartimentos de bagagem, sistema de som, regulagem da suspensão e altura dos faróis.
A 740 mm do solo, o assento do condutor é largo e possui apoio lombar, enquanto o do passageiro tem nível e encosto mais altos em relação ao do piloto.

Motor 1.8 de seis cilindros
Foi mantido o motor seis cilindros de 1.832 cm3 , 12 válvulas, arrefecido a liquido, com injeção eletrônica do tipo PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e potência de 118 cv (cavalos) a 5.500 rpm. O torque máximo, de acordo com a Honda, chega a 17 kgfm a 4.000 rpm, boa marca para uma motocicleta considerada pesada – embora o fabricante não revele qual seja seu peso no material de divulgação.
O tanque de combustível abriga 25,5 litros. Uma luz de advertência do nível de combustível se acende automati¬camente ao atingir o nível dos 4,4 litros e, na sequencia, dos 3 litros. A bateria selada de 12 Volts também dispensa manutenção.


O chassi é do tipo Diamond, em alumínio de dupla trave, buscando maior rigidez estrutural. Na dianteira, a suspensão de garfo telescópico e 140 mm de curso utiliza o sistema anti-drive, que controla a velocidade de compressão e retorno dos amortecedores, reduzindo o mergulho, momento quando ocorre a inesperada transferência de peso devido às frenagens. A traseira tem o sistema Pro-Arm (monobraço de alumínio), associado ao amortecedor com sistema Pro-Link, de 105 mm de curso, e opção de ajuste eletrônico da pré-carga da mola em 26 diferentes posições e duas memórias.
A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.


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Airbag “segura” piloto em impacto

Um dos diferenciais da GL 1800 Gold Wing é o exclusivo airbag frontal oferecido desde 2006. Instalado à frente do piloto, o equipamento é desenhado em formato de V invertido para que o piloto não seja jogado para frente em caso de impacto. Um prendedor fixa o airbag junto à motocicleta. Com isso, o equipamento não se desloca para frente junto com o condutor.

Uma central eletrônica monitora continuamente os dados recebidos de quatro sensores de desaceleração instalados no garfo dianteiro, comparando-os com o comporta¬mento padrão da Gold Wing, e determinando se é necessário ou não disparar a bolsa de ar. Se algum problema for detectado, uma luz se acenderá no painel. Freios ABS de série reforçam a proposta de segurança da motona ao evitar o travamento das rodas.

Banda de rodagem é fundamental para a resistência do pneu


Para quem pensa que um pneu é feito apenas de borracha, é melhor rever seus conceitos. A produção de um borrachudo, aponta a Bridgestone – um dos principais produtores do setor – envolve uma série de detalhes especialmente criados para cada finalidade. Em comum está a meta por melhor condições de dirigibilidade e segurança. Além da borracha natural, base utilizada nos pneus e que pode ser substituída parcialmente pela borracha sintética, o componente é formado por negro de fumo (obtido da queima de derivados de petróleo), óxido de zinco e ácido esteárico, enxofre, resinas, agentes plastificadores e antioxidantes além de poliéster (ou nylon) e aço.


São várias as partes que o compõem. A banda de rodagem, por exemplo, é a única delas em contato com o solo, possuindo, para isso, resistência ao desgaste, corte, penetrações e o calor do asfalto. O desenho da banda de rodagem tem características para aderência em pisos secos e molhados e influencia diretamente a emissão de ruído e a drenagem de água. A banda de rodagem é dividida em:

Carcaça
É formada por cordonéis de poliéster, nylon ou aço. As lonas de corpo recebem uma camada de borracha de ambos os lados para aumentar a adesão e evitar atrito interno. Resiste a pressão, suporta peso, choques, esforços gerados pelo torque do motor e aquecimento gerados por alta velocidade.

Cinta estabilizadora
Também com influência direta no desempenho do pneu, dirigibilidade, conforto e durabilidade. A lona é formada por fios de aço de configurações específicas para determinadas aplicações e é revestida de borracha para facilitar a adesão com outros compostos de borracha. Tem a função de proporcionar estabilidade na zona de rodagem, proteger a carcaça de impactos e perfurações, além de restringir o diâmetro do pneu.

Estanque ou liner
Presente nos pneus sem câmara de ar é o revestimento interno formado por camadas de borracha que protegem a carcaça contra umidade, além de estancar o vazamento do ar comprimido, evitando a perda de pressão do pneu.

Lateral
Tem borracha com propriedades específicas mais resistentes à fadiga gerada pela grande solicitação de flexão e extensão, além do envelhecimento devido ao tempo de exposição a ações climáticas.

Ombro
Parte que mais sofre por desgastes excessivos. É uma área de grande esforço, pois recebe força lateral durante as curvas e tem arrastes intermitentes. Não é recomendado fazer consertos nela.

Talão
É formado por fios de aço banhados por cobre e revestidos individualmente por borracha, para evitar a oxidação e facilitar a adesão. Fixa o pneu na roda, de maneira a evitar o vazamento de ar e garantir que não ocorrerá destalonamento durante a solicitação normal de uso.