quinta-feira, 27 de setembro de 2012

RS5 Cabriolet surge simultaneamente na Europa e no Brasil


Anunciado para o Salão de Paris, o novo RS5 Cabriolet chega simultaneamente ao Brasil. Lançado já como linha 2014, o descapotável completa a linha A5 remodelada equipado com o motor 4.2 FSI oito cilindros em V de 450 cv. Aliado ao câmbio automático sequencial S-Tronic de sete velocidades, o RS5 acelera até 100 km/h em apenas 4,9 segundos. O desenho repete soluções já presentes no Coupé, como faróis de xênon com LEDs, rodas de 19 (de série) ou 20 polegadas (opcionais).

É na parte aberta da carroceria que está o maior charme do modelo. Frisos das janelas, a estrutura do para-brisa e a cobertura do compartimento são feitos de alumínio anodizado. De tecido leve, a capota é acionada por meio de uma tecla em apenas 15 segundos em velocidade até 50 km/h. São quatro opções de tons para a cobertura – cinza, marrom, preto e vermelho – que podem vir combinados a oito tons de carroceria. Quando aberta, a capota ocupa apenas 60 litros do porta-malas, com capacidade de 380 litros.


Encostos dos assentos traseiros podem ser rebatidos separadamente, variando a capacidade do compartimento de acordo com as necessidades dos ocupantes. Uma série de reforços foram adotados buscando maior rigidez da carroceria, enquanto os para-lamas dianteiros em alumínio compensam uma parte do peso adicional dos reforços.


Piloto mineiro destaca experiência na Copa do Mundo de Kart


Fora das finais da categoria KF3 (pilotos de 13 a 15 anos) da Copa do Mundo de Kart, em Zaragoza, Espanha, após um acidente na primeira classificatória, o mineiro Sérgio Sette Câmara, 14, ressaltou a importância de disputar a elite do kart mundial. “Tínhamos condições reais de largar na final entre os dez primeiros. A convivência com a equipe, a minha dedicação e as orientações do Sabiá foram muito importantes para todo o desenvolvimento. Vamos continuar trabalhando com empenho”, afirmou. O objetivo inicial de Serginho era se classificar entre 34 finalistas dos 97 concorrentes da classe.

FetransRio 2012 é plataforma para ônibus inéditos


Sem a concorrência dos antigos salões paulistas, a FetransRio vem se firmando como um evento especial para a indústria de ônibus no Brasil. Em sua 9ª edição, a feira realizada pela Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus) promete ir mais além, revelando inéditos lançamentos no mercado de chassis e carrocerias. Mais de 150 expositores, 100 ônibus e 10 mil visitantes são aguardados nos 20 mil m² de exposição durante os dias 3, 4 e 5 de outubro, no Centro de Convenções do Riocentro, no Rio de Janeiro. Um sinal de que o mercado vive um bom momento. Motorgerais selecionou as principais novidades da feira. Confira:


Agrale

A marca aproveita a presença na feira para expor o MA 17.0 (foto), seu primeiro motor dianteiro para o segmento de 17 polegadas – principal mercado para ônibus no Brasil, representando mais de 40% das vendas. “Desenvolvemos um produto robusto, no qual aplicamos tecnologias que garantem ao nosso cliente e usuário ganhos de desempenho, com menores custos operacional e de aquisição”, afirma o gerente de vendas de veículos da Agrale, Silvan Poloni. Equipado com o motor 7.2 MWM MaxxForce, seis cilindros, de 225 cv (cavalos) de potência, o modelo é ideal para aplicações urbanas. O câmbio é o Eaton FSO manual de seis velocidades. Admitindo carrocerias de até 12,50 metros de comprimento, o MA 17.0 é dotado também de direção hidráulica, suspensão com molas semielípticas na dianteira e traseira, e distância entre-eixos de 5,96m.

Outra novidade da Agrale é o chassi para micro-ônibus MA 10.0 em nova versão de 4,80m de entre-eixos com o eixo dianteiro reposicionado. O objetivo da marca ao reformular o modelo foi ampliar o espaço interno no salão de passageiros e a visibilidade do motorista. Com motor 4.8 MWM de 165 cv, a nova versão é indicada para aplicações rodoviárias e de fretamento. A versão com entre-eixos de 4,50m permanece focada no uso urbano.

Iveco

A exemplo da Agrale, a marca italiana lança sua ofensiva para os ônibus de 17 polegadas com o 17E25. Testado exaustivamente por empresas das regiões Sul e Nordeste do país ao longo dos últimos anos, o chassi é um antigo projeto da Iveco, que somente agora ganhará vida, já adequado ao padrão anti-poluentes Euro 5. Paralelamente será lançado um novo modelo de micro-ônibus maior que o CityClass, além de ser exposto um protótipo (abaixo) movido a Gás Natural Veicular (GNV) encarroçado pela empresa Unvi.



Fotos: Diego Almeida/Divulgação

Marcopolo Audace 800

O sucesso da família de rodoviários Geração 7 motivou a encarroçadora gaúcha a apostar em um novo ônibus intermediário. Posicionado entre o Ideale 770 e o Viaggio G7 900, o Audace 800 vem preencher uma lacuna cada vez mais exigente: a de fretamentos. Para isso, é disponível sob dois dos chassis de motor dianteiro mais comercializados, o Mercedes-Benz OF-1721 Euro V, em três variações de comprimento (11,50m para 45 passageiros, 12,10m e 12,70m, com ou sem sanitário), além do Volksbus 17.230 OD (11,30m, 12,10m e 12,63m). No estilo e salão de passageiros, vários detalhes herdados do G7. Curiosamente, o modelo foi lançado antes na China, onde é chamado de Audade 900.


Fotos: Luciano Roncolato/Portal Interbuss/Divulgação

Irizar i6


Satisfeita com o sucesso de vendas do Pb, um dos modelos mais luxuosos do mercado, a marca espanhola decidiu trazer para o país o recém-lançado i6. O rodoviário, assim como o Audace 800 da Marcopolo, será uma nova opção intermediária entre o Century e o Pb. A silhueta do ônibus é inconfundível. Faróis, para-brisa, vidros laterais e a chamativa “corcunda” no teto foram nitidamente inspiradas no Pb, até então último lançamento da Irizar. Na traseira, as lanternas são mais afuniladas. O modelo já é vendido em diversos mercados da América Latina.



[serviço]:
9ª FetransRio e Expobus

Quando: 3, 4 e 5 de outubro
Onde: Centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro
Ingressos: A inscrição é gratuita e válida para os três dias de evento. Pode ser feita pelo site www.etransport.com.br/, evitando filas para a inscrição na hora do evento.
Mais informações: Fetranspor
Tel.: (21) 3221-6300
E-mail: etransport@fetranspor.com.br

Chrysler reduz o preço de quatro modelos


Planejando melhores vendas, o grupo Chrysler decidiu reduzir os preços de quatro modelos no Brasil. O maior desconto, 12,85% é para o 300C (acima). Equipado com motor 3.6 V6 de 286 cv (cavalos), o sedã foi de R$ 194.900 para R$ 169.900. Opçãocompacta da linha Jeep, o Compass sai por R$ 89.900 (ante os R$ 97.900 pedidos anteriormente). Já o Grand Cherokee de foi de R$ 179.900 para R$ 159.900 na versão Laredo. A topo de linha Limited agora custa R$ 179.900, redução de R$ 25 mil.


Jeep Compass

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Petição pública busca salvar o Museu Nacional do Automóvel de Brasília

A estranha proposta do Ministério dos Transportes em fechar o Museu Nacional do Automóvel em Brasília para abrigar arquivos de um órgão extinto, começa a ser alvo de um grande campanha a favor da história do carro brasileiro. Após o Advocacia Geral da União ter determinado o lacre do acervo – incansável obra do advogado e jornalista especializado em automóveis Roberto Nasser que inclui, entre outros modelos, carros únicos como o Willys Itamarati presidencial –, no último dia 20, jornalistas, blogueiros e aficionados pelo assunto tem replicado amplamente a decisão arbitrária, questionada por meio de uma petição pública. Disponível na web, o abaixo assinado é proposto como forma de cada cidadão interessado em preservar a memória do país contribuir para que o desprezo do Governo Federal seja revertido.


Nasser (D) recebe de Rogelio Golfbard, da Ford, um Galaxie Landau 1981

A recente história do automobilismo no Brasil tem sido marcada por decisões amplamente prejudiciais. Uma das coleções mais importantes do sul do país, com 270 carros, o acervo do Museu de Tecnologia da Ulbra (Universidade Luterana do Brasil) foi leiloado em 2009. No início do ano foi a vez do Autódromo de Jacarepaguá ser demolido para dar lugar à obras da Olimpíada’2016. O circuito carioca foi um dos mais importantes das Américas durante as décadas de 1970 e 1980, recebendo diversas provas da Fórmula 1, mas foi deixado de lado quando parte da pista foi removida para dar espaço à instalações do Pan-Americano de 2007.

Lacrado por tempo indeterminado, o Museu do Automóvel de Brasília corre o mesmo risco de ser extinto, agravando ainda mais a ausência de espaços públicos dedicados à história do automóvel no Brasil. Em Minas Gerais, um dos raros acervos abertos à visitação é o Museu do Automóvel da Estrada Real, em Bichinho, distrito de Prados (próximo à Tiradentes).

Além da limusine Itamarati, o acervo administrado por Nasser inclui outro carro presidencial, um Landau, o único Willys Capeta – coupé conceito produzido para o Salão de São Paulo de 1964 – cerca de 6 mil títulos, entre revistas e livros de época. Fechado ao público, o museu criado em 2004 por um grupo de antigomobilistas liderados por Nasser, atual curador, ainda corre o risco de ficar sujeito à degradação, uma vez que os automóveis permanecerão desprotegidos e sem a manutenção necessária.

[saiba mais]
Como ajudar o museu:

Para acessar a petição pública, basta ir em:
www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=apoiomab

Contatos com Nasser podem ser feitos pelo e-mail curador@museudoautomovel.org.br. O site do museu é www.museudoautomovel.org.br.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Novo Beetle se chamará Fusca no Brasil


Totalmente nova, a segunda geração do Volkswagen Beetle resgata em diferentes mercados do mundo os apelidos do clássico carro que lhe deu origem. Na França e na Itália, por exemplo, ele é conhecido como Coccinelle e Maggiolino, respectivamente. Não poderia ser diferente no Brasil, onde o modelo será novamente batizado Fusca. Numa ousada estratégia de marketing para reconquistar os corações e a simpatia dos brasileiros perante a identificação com o velho Fusca, o novo será lançado em outubro durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Comparado ao modelo original, somente as formas são parecidas.

Fugindo do estereótipo de carro feminino do new Beetle lançado em 1998, o Fusca 2013 traz um teto rebaixado, rodas maiores e um aerofólio traseiro que lhe conferem uma dinâmica esportiva. Para tal, tem sob o capô o motor mais potente de todos os Fuscas. Trata-se de uma unidade 2.0 TSI com injeção direta de combustível e 200 cv (cavalos de potência) acoplada à transmissão automática sequencial DSG de seis velocidades e dupla embreagem. Números capazes de levar o carrinho, ou melhor dizendo, carrão, até 100 km/h em apenas 7,3 segundos e uma máxima de 210 km/h.


Recriar o desenho da carroceria foi um desafio para os chefes de Design do Grupo Volkswagen, Walter de Silva, e da Volkswagen, Klaus Bischoff, mas ambos encarnaram o espírito do carro e a partir daí, criaram um automóvel atual com o perfil do original. Comparado ao New Beetle, porém, tudo mudou. “O Fusca 2013 se caracteriza por uma clara e dominadora esportividade. Não tem apenas um perfil mais baixo: é mais largo, o capô dianteiro é mais longo, o para-brisa foi mais para trás, criando um novo dinamismo”, explica Bischoff.

Adeus ao vaso de flores
O interior ganhou mais espaço para as pernas dos ocupantes do banco traseiro, ponto crítico no new Beetle que fugiu à regra do caráter popular do Fusca original. Como no primogênito, o painel é marcado pelo painel de superfície plana na cor da carroceria e os instrumentos auxiliares – entre eles relógio e temperatura do óleo – ao centro. Mas suprimiu o simpático vasinho de flores a favor da nova personalidade esportiva. Outra nostalgia é o porta-luvas, cuja tampa se abre para cima. O volante também vem com detalhes pintados nos raios.


As vendas começam em novembro. E embora a Volkswagen ainda não tenha detalhado as versões e preços do Fusca no Brasil, a marca alemã adiantou que ele terá várias opções de personalização, que vão desde a tonalidade da iluminação na lateral das portas ao acabamento de couro bicolor dos bancos. Uma justa homenagem a um carro que faz parte da memória de muitos brasileiros.


[saiba mais]:
Airbags e ABS de série no Fox 1.6

Se adiantando à obrigatoriedade da presença de airbags frontais e freios ABS em 30% dos carros nacionais por marca a partir de janeiro de 2014, a Volkswagen anunciou que equipou as versões 1.6, 1.6 I-Motion e 1.6 BlueMotion do Fox de série com os importantes recursos de segurança. Em janeiro, a marca já havia dado início à aplicação dos equipamentos nos Gol Power e Rallye, Voyage Comfortline e SpaceFox Trend por R$ 1.300 a mais. Para as versões do Fox, contudo, a diferença no preço é de R$ 1 mil. Inflados em frações de segundo por sensores capazes de avaliar a intensidade de uma batida, os airbags amortecem o choque do corpo dos ocupantes, reduzindo a gravidade dos ferimentos. Já o sistema de freios antibloqueio ABS evita que uma ou mais rodas do carro travem durante a frenagem, mantendo a trajetória do carro mesmo em pisos molhados, além de diminuir a distância necessária para a frenagem.

sábado, 22 de setembro de 2012

Popularização japonesa


A partir de R$ 29.990, Etios coloca a Toyota na briga dos carros de entrada. 1.3 ou 1.5, hatch e sedã surpreendem no espaço interno, mas estilo é controverso.

Por Fernando Marcos Rodrigues

Sorocaba (SP) – Um carro prático, um tanto ousado, e confiável como qualquer outro Toyota. Assim é o Etios, primeiro modelo de entrada pensado pela marca japonesa para o Brasil. O modelo estreia nas carrocerias hatchback e sedã com motores 1.3 e 1.5 16v flex em quatro versões - básica, X, XS e XLS - a partir de R$ 29.990. Seu plano de vendas é ousado: 70 mil unidades ao ano. O nome Etios remete à palavra grega Ethos, que significa essência original.

Criado sob o conceito de simplicidade arrojada, o desenho do modelo não surpreende. Embora seja ousada em detalhes, a carroceria é marcada pelas formas retilíneas, o que, por outro lado, aumenta a sensação de espaço interno. Na dianteira, a combinação da grade curva e da abertura do para-choque remete à identidade de outros carros da Toyota, formando um sorriso. A silhueta lateral exbe uma linha fluida que parte do capô e vai até o aerofólio presente no hatch. Mesmo quadradão, o Etios apresenta um bom coeficente aerodinâmico: 0,33 cx no hatch e 0,31 cx no três volumes. Rodas são de liga-leve 15 polegadas ou 14 pol. com calotas. A traseira do sedã é um dos pontos mais controversos do projeto. As lanternas verticais ocupam boa parte do conjunto, numa solução estética semelhante à aplicada no concorrente Renault Logan.


Com instrumentação central, o painel traz uma maior originalidade ao interior. Dupla tonalidade e detalhes cromados acompanham as versões mais caras. Os bancos são um dos mimos do carro. Aconchegantes, possuem apoio lombar nos assentos da frente. Atrás, há apoios laterais e encosto alto no sedã, com boa distância para as pernas. A capacidade do porta-malas do três volumes é uma das maiores do segmento: 562 litros. O hatchback comporta 270 litros, ambos não considerando o rebatimento dos bancos traseiros.


Equipamentos
O Etios hatchback básico vem equipado com airbags frontais, porta-luvas ventilado, alertas visuais e sonoros do não afivelamento do cinto de segurança e abertura de portas. A versão X, também com motor 1.3, adiciona direção com regulagem de altura, aerofólio traseiro, direção com assistência elétrica, freios ABS com EDB, desembaçador do vidro traseiro e filtro anti-pólen. Ar-condicionado é oferecido como item opcional. No Etios XS, há ar-condicionado, maçanetas e retrovisores na cor do veículo, sistema de áudio com rádio CD MP3, vidros e travas elétricas nas quatro portas, além de conta-giros, item comum à concorrência mas que, inexplicavelmente, não consta nas versões de entrada. A XLS traz ainda motor 1.5, faróis de neblina, grade dianteira com moldura cromada, rodas de liga leve de 15 polegadas, abertura do porta-malas por comando elétrico, travamento das portas por controle remoto e sistema de alarme. No Etios sedã, não existe a versão inicial e o único motor é o 1.5.

Os motores são inéditos no Brasil. O 1.3 16 gera 84 cv/90 cv (cavalos) e torque de 11,9 kgfm/ 12,8 kgfm, abastecido com gasolina e etanol, respectivamente, pequena diferença de potência em relação ao 1.5. Com gasolina, a segunda opção de motor vai aos 92 cv, enquanto com etanol, sobe para 96,5 cv. A aceleração até 100 km/h varia de 12,2 segundos a 11,1 segundos no hatch, enquanto o sedã demora até 11,8 segundos. Números de velocidade máxima não foram divulgados pela Toyota. Pelo menos inicialmente, só há uma opção de câmbio: manual de cinco marchas.



São sete as opções de cores: branco, preto, cinza, azul e prata (sedã e hatchback), verde e vermelho (disponível no hatchback). Nas versões X, XS e XLS, o Etios custa a partir de R$ 33.490, 38.790 e R$ 42.790, respectivamente.

O jornalista viajou a convite da Toyota


[saiba mais]: 
Primeira vitória

E por falar em Toyota, o TS030 híbrido guiado pela dupla Alexander Wurz e Nicolas Lapierre superou os dois R18 da Audi pela primeira vez na temporada’2012 do Mundial de Endurance. A façanha aconteceu sábado em Interlagos, durante as 6 Horas de São Paulo. Após conquistar a pole position na categoria LMP1, a Toyota Racing percorreu as 247 do autódromo paulista a uma média de 186 km/h, chegando a frente do Audi e-tron quattro do trio Marcel Fässler, André Lotterer, Benoit Tréluyer, em segundo, e do Audi R8 Ultra de Tom Kristensen, Allan McNish e Lucas Di Grassi, em terceiro. A próxima etapa do campeonato acontece de 27 a 29 de setembro no Bahrein. No Brasil, a corrida de resistência volta nos dias 29, 30 e 31 de agosto de 2013.


Toyota TS030