terça-feira, 15 de novembro de 2011

Hilux e SW4 2012 mudam contra concorrência


O passar dos anos é cruel para a modernidade de um modelo. A Toyota sabe disso e querendo manter Hilux e SW4 na liderança nas vendas, decidiu reestilizar a família - lançada há cinco anos - novamente, antes que a nova geração venha em 2014. Tudo para encarar as novíssimas Chevrolet S-10 e Ford Ranger, que estréiam nos próximos meses. No design, a maior alteração está na frente, agora com faróis retilíneos, grade triangular, novos para choques. Pela primeira vez um motor 2.7 flexível em combustível será oferecido. A picape ganhou a versão SRV TOP com câmbio automático, rodas de liga leve aro 17 e freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem), enquanto a configuração interna de cinco-lugares retorna à SW4.

Por dentro, o painel de instrumentos foi redesenhado, combinando cores que facilitam a visualização. No console central, nada de novas formas. O que mudou mesmo foi o rádio, com tela LCD sensível ao toque, conexão Bluetooth, entradas USB, auxiliar e câmera de marcha a ré. Aquele volante com cara de plástico de má qualidade foi substituído por outro mais sofisticado, com detalhes cromados e controles de rádio integrados. A SW4 acompanha as mudanças no interior da picape, exceto pelo tom bege e cinza escuro no painel e o acréscimo do acabamento de madeira no volante e acabamento das portas.


Desenvolvido especialmente para a família Hilux no mercado brasileiro, o motor 2.7 flex gera potência de 158/163 cv (cavalos) a 5.000 rpm, abastecido com gasolina e etanol, na ordem. O toque máximo é o mesmo para os dois combustíveis: 25 kgfm a 3.800 rpm. Mas será oferecido somente no primeiro semestre de 2012. Enquanto isso, o comprador pode optar por outros dois motores movidos a diesel. Para as Hilux Chassi/Cabine e Standard, que têm vocação para o trabalho, o motor é o 2.5 16v, com 102 cv e torque plano de 26,5 kgfm, entre 1.600 e 2.400 rpm. As versões SR, SRV, SRV TOP e a SW4 são movidas pelo 3.0 16v, de 163 cv e torque de 35 kgfm disponível a partir de 1.400 rpm até 3.200 rpm.


Dois tipos de câmbio
O câmbio é manual de cinco velocidades ou automático de quatro marchas, com gerenciamento eletrônico de troca de marchas (ECT), para as versões SRV, SRV TOP e a SW4.

No eixo dianteiro, a Hilux tem suspensão do tipo independente, com barra estabilizadora, braços duplos triangulares e molas helicoidais. A traseira é preparada para suportar qualquer tipo de aplicação, sendo formada por um eixo rígido com molas semi-elípticas de duplo estágio. No SW4, o diferencial é a suspensão traseira, do tipo independente, com braços 4-link, configuração que privilegia o conforto a bordo.

Dois tipos de tração
Nas versões 4x4, a tração da Hilux tem caixa de transferência mecânica que distribui o torque entre as quatro rodas. Por meio de uma alavanca posicionada ao lado do câmbio, é possível alterar o modo de tração para 4x2 (traseira), 4x4 e 4x4 reduzida. Na SW4, a tração 4x4 é permanente com reduzida, um sistema composto por uma caixa de transferência (alta e baixa) e por um diferencial central tipo Torsen com deslizamento limitado (LSD - Limited Slip Diferencial), que distribui o torque entre as rodas de acordo com a necessidade do piso. Além disso, a tração do utilitário possibilita o bloqueio do diferencial, com torque dividido entre os eixos.



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Preços da linha Hilux 2012:

Picape
4x4 Chassi/Cabine - R$ 80.160
4x4 C/S Standard - R$ 85.690
4x4 C/D Standard - R$ 93.260
4x4 C/D Standard Power Pack - R$ 100.720
4x4 C/D SR M/T - R$ 111.800
4x4 C/D SRV M/T - R$ 127.260
4x4 C/D SRV A/T - R$ 134.410
4x4 C/D SRV A/T TOP - R$ 141.920

SW4
SRV A/T Gasolina V6 - R$ 157.000
SRV A/T Diesel 5 Lugares - R$ 170.400
SRV A/T Diesel 7 Lugares - R$ 174.900

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cobalt é espaçoso, mas peca em detalhes


O design frontal é quase igual ao do Agile, mas não se engane. O Chevrolet Cobalt, que estreia mundialmente no Brasil e substitui numa só tacada Astra e Corsa Sedan, não tem nada a ver com o criticado hatchback. Ao invés da velha plataforma do Corsa nacional de 1994, o novo sedã foi desenvolvido sobre a moderna base compacta da Opel, visando 40 mercados da África, América do Sul, Europa e Oriente Médio. Não foi a toa ele ter sido apresentado ainda como carro conceito no Salão de Buenos Aires. O resultado é um compacto por fora com espaço interno de sedã médio – algo próximo ao explorado pela Renault, com o Logan, e também agora no Nissan Versa.

Nas dimensões, o Cobalt prova que é um meio termo entre seus antecessores. O sedã mede 4,48 metros de comprimento, 1,74m de largura e 1,51 de altura. A distância entreeixos de 2,62 m, digna de carro maior, favorece o espaço no banco traseiro, que acomodaria três adultos com total conforto não fosse a incômoda presença do túnel central. No porta-malas, a capacidade para 563 litros é maior que a do próprio Cruze, que tem 450 litros.


O painel, que herdou o volante do Cruze (mas sem os comandos do rádio), mescla velocímetro e marcador de combustível digitais e um conta-giros analógico. A exemplo dos mais recentes lançamentos Chevrolet, a iluminação é em tom azul gelo. Mas a marca da gravata dourada se esqueceu de exibir a temperatura do motor. Existem 18 porta-objetos espalhados pelo interior.

De série
Ar-condicionado e direção hidráulica são equipamentos de série em todas as versões. Na LS, que começa em R$ 39.980, há também chave canivete com abertura a distância, banco do motorista com regulagem de altura e traseiro bipartido, desembaçador traseiro, trava elétrica das portas e porta-malas. A LT adiciona alarme, airbags frontais, coluna de direção regulável em  altura, freios ABS com EBD e vidros elétricos dianteiros. A topo de linha LTZ se diferencia por trazer computador de bordo, rádio CD MP3, faróis de neblina e rodas de liga leve aro 15. Ainda sim o Cobalt fica devendo itens de segurança básicos: cinco de três pontos e apoio de cabeça para quem viaja no meio do banco de trás.


O motor 1.4 flex de 97/102 cv (cavalos) é o mesmo utilizado por outros Chevrolet como Prisma e próprio antecessor, Corsa, mas com melhorias. Uma opção com motor 1.8 - que não é o Ecotec do Cruze – e transmissão automática de seis velocidades chega em abril de 2012, o que indica ainda que a marca não tem planos futuros para o apático câmbio Easytronic.

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Preços do Chevrolet Cobalt:

1.4 LS – R$ 39.980
1.4 LT – R$ 43.780
1.4 LTZ – R$ 45.890


Peugeot 208 virá ao Brasil em 2013


Quando a Peugeot decidiu atualizar o 206 no Brasil, aplicou-lhe a frente, traseira, painel e o próprio nome do totalmente novo 207 europeu. O resultado da mentira nas vendas não foi animador. Mas a defasagem de produto finalmente está com os dias contados. A marca francesa anunciou que vai comercializar o recém apresentado 208 (este sim, verdadeiro) no Brasil a partir de 2013. O novo conviverá com o 207 tupiniquim, concorrendo com Fiat Punto e Ford New Fiesta. Para a produção local, a fábrica de Porto Real (RJ) será ampliada.

domingo, 13 de junho de 2010

Partner ganha design de 2002 e configuração passageiros


Carros multiuso não despertam a atenção dos fabricantes no Brasil. Depois da Fiat, que demorou quatro anos para reestilizar o Doblò, desta vez a Peugeot apresenta o Partner com estilo frontal adotado na Europa no longínquo 2002. O utilitário argentino também ganha, pela primeira vez, a configuração para cinco passageiros, em três versões de acabamento.

Básico, Escapade e Escapade Pack, sugere uso fora-de-estrada na segunda e terceira opção, embora pneus e suspensão não sejam apropriados. O motor 1.6 16v flex produz de 110 cv (cavalos) a 113 cv com gasolina e etanol, na ordem. Direção hidráulica, portas laterais corrediças, volante com regulagem de altura, vidros e travas elétricos são equipamentos de série.


O pacote Pack adiciona airbags frontais, computador de bordo, faróis de neblina, freios ABS e rodas de alumínio. Rádio, só na concessionária. O porta-malas leva de 624 a 2.800 litros de bagagem. No furgão, que oferece a porta corrediça à direita como opcional, a capacidade volumétrica é de 3.000 litros e a carga útil, de 800 kg, ante os 672 kg do Partner para passageiros.

[Preços do "novo" Partner]

1.6 Básico - R$ 45.200
1.6 Escapade - R$ 50.600
1.6 Escapade - R$ 55.600

Inflação do Carro subiu apenas 0,04% em maio

Índice de peças e serviços levantado pela agência Autoinforme, a Inflação do Carro subiu apenas 0,04% em maio. No acumulado do ano o custo para andar e fazer a manutenção preventiva subiu 0,67%. De uma forma geral, os itens da cesta não tiveram muita alteração no mês. A peça que mais subiu foi a lona de freio, com alta de 1,69%.

A cambagem foi o item com a maior queda, 4,17%, seguida pelo filtro de ar, com -2,45%, e a lavagem completa, que ficou 2% mais barata. No entanto, de janeiro a maio alguns itens tiveram aumento significativo. É o caso do estacionamento mensal, 17,08% mais caro em 2010, sendo responsável pela maior parte da composição do índice.

O estacionamento representa nada menos do que 16% de todas as despesas do motorista.

Preços das versões do Punto 2011 caem na web


A Fiat deixou no ar por alguns minutos os preços da linha 2011 do Punto, que será apresentada à imprensa nas próximas semanas. O tempo foi suficiente para alguém capturar as informações do site do fabricante. A versão de entrada Attractive, que mantém o motor 1.4 Fire, já é oferecida nas concessionárias.

Faltava saber quanto custarão as opções equipadas com os novos motores 1.6 16v e 1.8 16v e-Torq, que adicionam a opção do câmbio automatizado Dualogic. A 1.6 16v Essence apresenta redução de R$ 430 em relação à 1.4 ELX. O preço da 1.8 HLX foi mantido na 1.8 16v Essence manual, enquanto a Sporting fica mais barata em R$ 330 com a mesma opção de câmbio.

[Quanto custa cada versão]

1.4 Attractive - R$ 38.940
1.6 16v Essence - R$ 42.630
1.6 16v Essence Dualogic – R$ 45.160
1.8 16v Essence - R$ 45.840
1.8 16v Essence Dualogic - R$ 48.370
1.8 16v Sporting - R$ 52.920
1.8 16v Sporting Dualogic - R$ 55.450
1.4 16v T-Jet - R$ 64.090

quinta-feira, 10 de junho de 2010

C3 Plus é mais uma série especial do Citroën


A Citroën parece determinada em manter a produção do C3 nacional, defasado em relação ao europeu, por mais dois ou três anos. Séries especiais para chamar a atenção do consumidor não faltam ao hatch compacto. A última delas é a Plus, que adiciona bancos de couro e rodas de liga leve de 15 polegadas em qualquer versão, como uma espécie de brinde.

Na 1.6 16v Exclusive ela vem configurada com o Pack Clim, com ar condicionado digital, acionamento automático dos faróis e do limpador do para-brisa. Os preços partem de R$ 38.990, embora não sejam anunciados no site do fabricante.